quinta-feira, 30 de abril de 2026

Deputados que votaram NÃO (N): emenda da recomposição

 




Deputados que votaram NÃO (N): emenda da recomposição 


Adalclever Lopes – @adalcleverlopes


Alencar da Silveira Jr. – @alencardasilveirajr


Amanda Teixeira Dias – @amandateixeiradias


Antonio Carlos Arantes – @antoniocarlosarantes


Arlen Santiago – @arlensantiago.oficial


Bim da Ambulância – @bimdaambulancia


Bosco – @depbosco


Carlos Henrique – @carloshenrique.mg


Cassio Soares – @cassiofsoares


Coronel Henrique – coronel_henrique


Doutor Paulo – @deputadodrpaulo


Dr. Maurício – drmauricio


Duarte Bechir – @duartebechir


Enes Cândido – enescandido


Gil Pereira – @gilpereira.mg


Grego da Fundação – @gregodafundacao


Gustavo Santana – gustavosantanaplmg


Gustavo Valadares – @valadaresgustavo


Ione Pinheiro – @ionepinheirooficial


João Magalhães – deputadojoaomagalhaes


Lincoln Drumond – @lincoln.drumond


Lud Falcão – @ludfalcao


Neilando Pimenta (Neile Pimenta) – @deputadoneilando


Ricardo Campos – @ricardocamposdeputado


Roberto Andrade – @deprobertoandrade


Rodrigo Lopes – @rodrigolopes.mg


Tadeu Leite – @tadeumartinsleite


Hely Tarquínio (PV) @heli

(Não encontrado)

Maria Clara Marra (PSDB)

@mariaclaramarramgb

Noraldino Júnior (PSB)

@noraldinojr

Thiago Cota (PDT)

@thiagocotamg

Vitório Júnior (PP)

@vitoriojuniormg

Zé Guilherme (PP)

@deputadozeguiherme

Zé Laviola (NOVO)

@joselaviola

quarta-feira, 29 de abril de 2026

 


 


PEC de reajuste anual da seguranca é inconstitucional, diz analise da ALMG.  Uma análise técnica da Gerência-Geral de Consultoria Temática (GCT) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) apontou diversos pontos de inconstitucionalidade na PEC 40/2024, que propõe reajustes anuais para servidores estaduais das forças de segurança e passou a ser apoiada pelo governador Mateus Simões (PSD).A análise foi produzida a pedido do gabinete do deputado Doorgal Andrada (PP), em consonância com o presidente da Casa, Tadeu Leite (MDB), que já vinha alertando sobre o vício de iniciativa da proposta.


O vício de iniciativa é quando uma proposta é elaborada por uma pessoa ou órgão que não tem competência para tal. Nesse caso, o texto da PEC é assinado por mais de 100 câmaras municipais mineiras, mas a Constituição prevê que a definição da remuneração de servidores do Executivo é de competência do governador. Ou seja, a proposta precisaria ser de autoria do governo.


O gabinete de Doorgal Andrada enviou à GCT propostas de textos alternativos para “salvar” a PEC, mas o documento diz que as alterações “não afastam integralmente os questionamentos de ordem constitucional”, levando à compreensão de que é necessária a tramitação de um Projeto de Lei (PL) específico, de autoria do Executivo.


Ao anunciar que apoiaria a PEC 40/2024, Simões reconheceu que o texto tinha “algumas inconstitucionalidades”, mas esperava poder ajustá-las para seguir com a tramitação. A reportagem procurou a assessoria do governo para saber se há a intenção de enviar um novo texto, mas não recebeu retorno até a última atualização desta matéria. O espaço segue aberto.


Outras inconstitucionalidades

O texto da PEC 40/2024 dá prazo de 180 dias após a aprovação da emenda para o Executivo revisar a remuneração de policiais militares, bombeiros militares, policiais civis, policiais penais e agentes socioeducativos.No mesmo sentido, a GCT apontou que o Legislativo não pode dar prazo a uma iniciativa que deve ser própria do Executivo estadual - seria uma ofensa à separação dos Três Poderes.


A fixação do mês de janeiro para a revisão anual da remuneração dos servidores também é apontada como problemática na análise, pois iria ferir a autonomia dos outros Poderes na definição da data-base e a consonância com a realidade financeira e orçamentária.


A proposta de emenda ainda determina a proporção de 6 para 1 entre o salário mais alto e o mais baixo das forças de segurança mineiras. A medida é vedada pela Constituição Federal, que proíbe a vinculação ou equiparação de espécies remuneratórias no serviço público.


Rigidez constitucional

O direito à revisão geral anual da remuneração de servidores é previsto pela Constituição Federal, mas a análise da GCT aponta que a instituição de “parâmetros rígidos” é juridicamente inadequada.


“A sua concretização depende de lei específica, observada a iniciativa em cada caso, não se extraindo do dispositivo a obrigatoriedade de recomposição automática, nem a possibilidade de fixação de parâmetros rígidos diretamente no texto constitucional estadual”, avalia o órgão.O deputado Doorgal Andrada foi procurado pela reportagem para posicionamento e esclarecimentos sobre a análise da GCT, mas não respondeu. O espaço segue aberto.  *ESTADO DE MINAS*

PEC 40

 A PEC 40 te


m de ser tratada com seriedade. Ou seja, em bom português temos de dizer que ela é pura enganação.


As forças de segurança de Minas Gerais já foram frustradas uma vez por este governo. Agora, no fim do mandato, o governador transforma uma proposta sabidamente frágil do ponto de vista constitucional em peça de campanha.


Isso não é respeito aos policiais, bombeiros, policiais civis, policiais penais e agentes socioeducativos. É risco de nova frustração.


O objetivo pode ser justo. Eu defendo que quem protege Minas Gerais tenha valorização, previsibilidade e uma política salarial séria. Só que existe uma diferença enorme entre defender as forças de segurança e vender uma ilusão para elas.


O problema central é claro: a PEC tem vício de iniciativa. Matéria remuneratória do Executivo precisa partir do próprio governador, com lei correta, orçamento previsto e responsabilidade institucional. Não adianta tentar resolver por atalho aquilo que exige coragem política, negociação e compromisso real.


O próprio presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Tadeu Leite (MDB), já apontou o vício. O parecer técnico solicitado pelo gabinete de Doorgal Andrada (PP), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, também mostra os problemas jurídicos.


Então a pergunta é simples: por que o governo não enviou, ao longo dos últimos anos, uma proposta constitucional, segura e negociada?


Quando um governo apoia uma norma que sabe que pode cair depois, ele cria expectativa em quem trabalha, veste farda, enfrenta risco e sustenta a segurança pública no dia a dia. O aplauso vem agora. A conta pode ficar para depois da eleição.


Com segurança pública não se brinca. Salário digno não pode virar cena eleitoral. Quem protege Minas Gerais merece verdade, respeito e palavra cumprida.


Compartilhe este vídeo para que mais mineiros entendam o que está em jogo. https://www.facebook.com/share/v/1CFttUcfyw/

 


O governador Mateus Simões anunciou a criação de mais 30 unidades dos Colégios Tiradentes da Polícia Militar (CTPMs). No entanto, a iniciativa tem gerado questionamentos quanto aos critérios de acesso, uma vez que não há garantia de prioridade para dependentes de militares.

Também há preocupações em relação à continuidade da política pública, já que, em caso de mudança de gestão, não existe segurança de que a expansão será mantida, o que levanta dúvidas sobre a efetividade do planejamento a longo prazo.


 


A articulação que pode fazer Bolsonaro pedir a Cleitinho para não disputar o governo de MG

Senador aguarda contato do ex-presidente, que pode recorrer a carta ou interlocutores diante de restrições de comunicação

Tatiana MoraesTatiana Moraes

Publicado 29/04/2026

18:12

cleitinho azevedo

O senador mineiro Cleitinho Azevedo ainda não decidiu se vai disputar o governo de Minas. 

 

 

 

O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) foi avisado por aliados de Jair Bolsonaro (PL) que o ex-presidente da República pode pedir a ele que não seja candidato ao governo de Minas Gerais. O Fator apurou que, se decidir intervir na disputa pelo Palácio Tiradentes, Bolsonaro deve recorrer a uma carta de próprio punho ou a interlocutores em comum para dar o recado ao parlamentar.


Ainda conforme apuração da reportagem, Cleitinho já foi informado de que Bolsonaro gostaria de conversar com ele e aguarda o contato. O ex-presidente cumpre prisão domiciliar temporária, com limitações de comunicação.


Reservadamente, pessoas próximas ao senador afirmam que ele considera Bolsonaro sua principal referência política e que o movimento pode levá-lo a não lançar candidatura. O recado poderia, ainda, chegar por meio de um dos filhos, como o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). As condições do pedido, no entanto, ainda não são sabidas.


Nos bastidores, a possibilidade de o ex-presidente intervir na questão mineira ganhou tração nos últimos dias.


O desenho em discussão prevê o governador Mateus Simões (PSD) na cabeça de chapa, com o PL indicando o vice, entre Flávio Roscoe e Domingos Sávio — hoje pré-candidatos ao Executivo estadual e ao Senado Federal, respectivamente. Nesse cenário, a composição incluiria Carlos Viana (PSD) e Marcelo Aro (PP) como candidatos a senador.


A mais recente pesquisa da Quaest, divulgada nessa terça-feira (28), apontou Cleitinho na liderança da corrida ao Palácio Tiradentes. Os índices variam entre 30% e 37% das intenções de voto no primeiro turno.


O presidente nacional do Republicanos, deputado federal Marcos Pereira (SP), aliás, tem dito a correligionários em Minas que não abre mão de candidatura própria do partido ao governo do estado.


Nova investida

A tentativa de composição retoma tratativas iniciadas ainda em 2025, quando Flávio Bolsonaro, que ainda não tinha lançado pré-candidatura ao Palácio do Planalto, procurou Cleitinho para defender a unificação em torno de Simões. O senador mineiro, à época, não indicou recuo e sustentou que sua pré-candidatura estava alinhada à estratégia nacional do Republicanos.


O cenário atual, no entanto, ainda está longe de um desfecho. A parceria entre PL e Simões, construída no ano passado, sofreu abalos após o lançamento da pré-candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro. No meio de 2025, durante visita a Belo Horizonte, Bolsonaro defendeu uma composição com o pessedista — que à ocasião ainda era filiado ao Novo. A ideia naquele momento era obter espaço para que o PL pudesse indicar um dos candidatos ao Senado pela aliança.


Isso porque Simões deve apoiar Romeu Zema (Novo) à Presidência, enquanto o PL não abre mão de um palanque forte para Flávio em Minas, segundo maior colégio eleitoral do país e historicamente decisivo nas disputas nacionais.


Em 2022, por exemplo, Zema apoiou Jair Bolsonaro apenas no segundo turno. Em Minas, Bolsonaro teve 49,8% dos votos válidos, contra 50,2% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).


No país, Lula venceu com 50,9%, enquanto Bolsonaro ficou com 49,1%. Entre aliados, a avaliação é de que a ausência de um palanque unificado desde o início contribuiu para o resultado.


No PL mineiro, o principal entusiasta de uma composição com Simões é o deputado federal Nikolas Ferreira. Ele e o pessedista costumam participar, lado a lado, de viagens oficiais.


Estrutura nacional

A reconfiguração ocorre em paralelo à reaproximação entre Zema e o PL, conforme apontou O Fator.


Antes veementemente negada por interlocutores do ex-governador de Minas, a possibilidade de uma composição com o filho mais velho de Jair Bolsonaro já não é descartada pelo entorno do mineiro e passou a integrar o conjunto de negociações em curso.

Contas do governo têm déficit recorde de R$ 73,7 bilhões em março

 


Contas do governo têm déficit recorde de R$ 73,7 bilhões em março

Dados sobre as contas do governo central foram divulgados nesta quarta-feira (29/4) pelo Tesouro Nacional

 atualizado 


O déficit de R$ 73,7 bilhões registrado pelo governo em março chama atenção pelo tamanho, mas ganha outro peso quando comparado ao período da COVID-19. Naquela época, o rombo nas contas públicas era impulsionado por gastos extraordinários, como o pagamento do auxílio emergencial, repasses para estados e municípios, apoio financeiro a empresas e o aumento das despesas na área da saúde para enfrentar a crise sanitária.

Em 2020, esses gastos emergenciais fizeram os déficits mensais atingirem níveis iguais ou até superiores ao atual, em um contexto de economia paralisada e forte queda na arrecadação.

Já no cenário atual, o déficit ocorre sem uma crise dessa magnitude e está mais ligado a pressões internas do orçamento. Entre os principais fatores estão o aumento das despesas com Previdência, o pagamento de precatórios (dívidas judiciais da União), além de outros gastos obrigatórios que cresceram nos últimos anos.

Assim, embora os valores sejam semelhantes aos registrados durante a pandemia, a origem dos gastos é diferente: antes, concentrada em medidas emergenciais para conter uma crise global; agora, associada ao crescimento contínuo das despesas públicas em um cenário considerado normal da economia.

Deputados se revezam entre críticas e elogios ao governo estadual

 


https://www.almg.gov.br/comunicacao/noticias/arquivos/Deputados-se-revezam-entre-criticas-e-elogios-ao-governo-estadual/

 


Políticos de MG apostam que Cleitinho pode desistir mesmo liderando

Pesquisa Genial/Quaest mostra Cleitinho liderando cenários para o governo de Minas, mas senador evita confirmar candidatura

Raphael Veleda

29/04/2026 03:00, atualizado 29/04/2026 



O jornal Metrópoles destacou que lideranças políticas de Minas Gerais avaliam que o senador Cleitinho Azevedo pode não levar adiante uma eventual candidatura ao governo do estado em 2026, mesmo aparecendo na liderança em cenários da pesquisa Genial/Quaest.

De acordo com o levantamento, Cleitinho surge à frente tanto em projeções de primeiro quanto de segundo turno, com vantagem sobre adversários. Apesar disso, o próprio senador tem adotado cautela ao comentar os números e afirmou que a decisão sobre disputar o Palácio Tiradentes deve ficar para junho.

Nos bastidores, a indefinição é vista como estratégica e mantém o cenário político em aberto. Interlocutores avaliam que a alta taxa de indecisos — que chega a 86% na pesquisa espontânea — e o percentual de eleitores que ainda admitem mudar o voto indicam que o quadro eleitoral está longe de consolidado.

A possível desistência de Cleitinho é considerada relevante por diferentes grupos políticos, já que impactaria diretamente o posicionamento de outros pré-candidatos. O atual governador Mateus Simões (PSD), que aparece com índices mais baixos na pesquisa, afirmou estar tranquilo quanto ao cenário e destacou que eleições em Minas costumam ter mudanças ao longo da campanha.

Outros nomes também aparecem como alternativas no levantamento, como o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), que figura entre os primeiros colocados em alguns cenários, e o senador Rodrigo Pacheco (PSB), que ainda não confirmou candidatura.

A leitura entre analistas é de que o cenário segue aberto, com articulações em andamento e decisões importantes ainda pendentes, o que deve manter a disputa indefinida nos próximos meses.

ASSUNTO: POLICIAL MILITAR SALVA RECÉM-NASCIDO POR TELEFONE ATRAVÉS DE ORIENTAÇÕES DE PRIMEIROS SOCORROS*

 










*ASSUNTO: POLICIAL MILITAR SALVA RECÉM-NASCIDO POR TELEFONE ATRAVÉS DE ORIENTAÇÕES DE PRIMEIROS SOCORROS*

DATA: 22 DE ABRIL DE 2026ÀS 15:00 HORAS

LOCAL: ÁREA DO 9º RPM / TRIÂNGULO MINEIRO / COPOM / UBERLÂNDIA-MG

RESUMO DOS FATOS:

NA TARDE DA ÚLTIMA QUARTA-FEIRA (22/04/2026), A POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS, POR MEIO DO CENTRO DE OPERAÇÕES(COPOM DA 9ª RPM), LOGROU ÊXITO EM UM ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA QUE RESULTOU NO SALVAMENTO DE UM BEBÊ DE APENAS DOIS MESES DE VIDA. OS SOLICITANTES, PAIS DO PEQUENO ANTONY LUAN DANTAS SILVA, UM BEBÊ DE APENAS 2 MESES DE VIDA, ENTROU EM CONTATO VIA 190 EM ESTADO DE DESESPERO, INFORMANDO QUE SEU FILHO ESTAVA ENGASGADO COM LEITE, APRESENTANDO CIANOSE (COLORAÇÃO ROXA) E DIFICULDADE RESPIRATÓRIA SEVERA. DIANTE DA GRAVIDADE E DA URGÊNCIA, O MILITAR DE SERVIÇO(3º SGT PALHARES) MANTEVE A CALMA DOS PAIS E PASSOU A REPASSAR, PASSO A PASSO, AS ORIENTAÇÕES DA MANOBRA DE HEIMLICH ADAPTADA PARA LACTENTES. DURANTE A EXECUÇÃO DAS TÉCNICAS SOB A SUPERVISÃO DO POLICIAL, A CRIANÇA EXPELIU O LÍQUIDO, DESOBSTRUIU AS VIAS AÉREAS E VOLTOU A RESPIRAR NORMALMENTE E VOLTANDO AO ESTADO NORMAL.

RESULTADO POSITIVO: EM CONTATO POSTERIOR REALIZADO PELA EQUIPE DA PMMG, A MÃE CONFIRMOU QUE O BEBÊ PASSAVA BEM E AGRADECEU A INTERVENÇÃO DECISIVA DOS MILITARES, QUE FOI FUNDAMENTAL PARA PRESERVAR A VIDA DE SEU FILHO.

Policial saca arma em briga por vaga de estacionamento em shopping e é desarmado por sogra de rival




 Policial saca arma em briga por vaga de estacionamento em shopping e é desarmado por sogra de rival

Uma discussão envolvendo um policial militar, de 36 anos, e um historiador, de 47, por causa de uma vaga de estacionamento terminou em briga na tarde de sábado (25/4), em um shopping na região Leste de Belo Horizonte. Durante a confusão, o militar teria sacado a arma de fogo ao menos duas vezes. O caso foi registrado como agressão.

Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), o agente relatou que chegou ao local com a esposa grávida e o filho de 2 anos. Ao estacionar em uma vaga destinada a gestantes, um homem teria feito um gesto de reprovação e o chamado de “babaca”. O policial disse que questionou se ele seria “médico ou fiscal do estacionamento”.

Ainda conforme o relato do militar, o homem teria se exaltado, feito ameaças e avançado em sua direção. Para se defender, ele sacou a arma e advertiu o rival para que se afastasse. O homem, porém, teria continuado a se aproximar, dizendo “atira se você for homem”. O policial guardou a arma e passou a trocar agressões físicas. A briga foi interrompida momentaneamente, mas recomeçou. Em meio à confusão, a arma do militar desapareceu.

O historiador nega ter iniciado a briga. Ele afirmou que apenas passou pelo carro e pode ter feito um gesto com a cabeça, sem intenção de provocar. Segundo ele, o policial começou a xingá-lo e sacou a arma sem se identificar. Ainda de acordo com o relato, o militar teria guardado a arma e iniciado as agressões físicas, com socos e chutes, após correr em sua direção.

A esposa do historiador também relatou ter sido atingida ao tentar separar os dois, ficando com um olho roxo. A briga só terminou com a intervenção de terceiros e seguranças do shopping.

De acordo com o boletim de ocorrência, a arma do policial foi recolhida por seguranças após ter sido retirada pela sogra do historiador, que pegou o armamento na cintura do militar durante a briga para evitar um “mal maior”. A conduta dela não foi considerada criminosa.

Os envolvidos foram encaminhados à delegacia da Polícia Civil, onde assinaram um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). O historiador e a esposa passaram por exame de corpo de delito.

Em entrevista, o historiador afirmou que teme pela própria segurança e pretende buscar a Justiça. O shopping informou que a situação foi rapidamente controlada pela equipe de segurança e que está à disposição das autoridades. Já a PMMG informou que o policial estava fora de serviço e que foi instaurado procedimento administrativo para apurar o caso.

Dragões de Minas História e Valores Origem

 



Dragões de Minas 

História e Valores

Origem

O Dragões de Minas Moto Clube foi fundado em 14 de agosto de 2021, em Belo Horizonte, por três amigos integrantes da Polícia Militar de Minas Gerais que compartilhavam a paixão por motocicletas e viagens. Com o tempo, o projeto cresceu e ganhou um propósito maior, tornando-se também um grupo voltado para ações sociais e ajuda ao próximo.

Significado do nome

O nome “Dragões de Minas” não foi escolhido por acaso. Ele faz referência histórica aos “Dragões Del Rey de Minas”, um antigo regimento militar do século XVIII que deu origem à própria Polícia Militar de Minas Gerais. Essa ligação simboliza valores como coragem, honra, disciplina e compromisso com a sociedade.

Propósito e identidade

Desde sua criação, o motoclube se estruturou como uma irmandade, com foco em união entre motociclistas, viagens e encontros, confraternização, ações sociais e valorização da amizade.

Prioridades do integrante Dragões de Minas

Família

Trabalho/emprego

Dragões de Minas

Isso significa que a vida pessoal deve vir sempre em primeiro lugar, e, sempre que possível, estar presente junto à família Dragões de Minas. O grupo é formado principalmente por profissionais da segurança pública e familiares que compartilham dos mesmos valores e estilo de vida.

Crescimento

Mesmo sendo recente, o Dragões de Minas já nasceu com organização formal, incluindo estatuto e registro como associação. Está regularizado e vem se expandindo na região metropolitana de Belo Horizonte, promovendo eventos, passeios e iniciativas sociais.

Resumo

Um motoclube fundado em 2021, criado por policiais militares, inspirado em uma tradição histórica mineira, voltado para o motociclismo, a amizade e as ações sociais.

#somosdasminas


https://www.instagram.com/dragoesdeminas?igsh=N25uM25ubWY4cGph

forças de segurança miram a Pedreira Prado Lopes em BH; veja

 


*POLÍCIA: 🚔 forças de segurança miram a Pedreira Prado Lopes em BH; veja 🚨* https://www.em.com.br/gerais/2026/04/7408477-forcas-de-seguranca-se-unem-e-fazem-operacao-na-pedreira-prado-lopes-em-bh.html

Com tornozeleira eletrônica, homem é preso por chefiar tráfico de drogas na Zona Leste de Juiz de Fora

 


Com tornozeleira eletrônica, homem é preso por chefiar tráfico de drogas na Zona Leste de Juiz de Fora >> https://glo.bo/hxxu4jn

Entidades entregam novo texto na ALMG para viabilizar reajuste das forças de segurança

 


Entidades entregam novo texto na ALMG para viabilizar reajuste das forças de segurança

Representantes de entidades ligadas às forças de segurança de Minas Gerais apresentaram, nesta terça-feira (28), um novo texto para compor a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 40. A entrega ocorreu de forma simbólica na Assembleia Legislativa de Minas Gerais e tem como objetivo destravar a tramitação da proposta, parada desde junho de 2024.

A subemenda foi encaminhada ao deputado estadual Zé Laviola (Novo), vice-presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. O texto é resultado de uma reunião entre representantes da categoria e o governo de Minas, realizada na última sexta-feira (24), na Cidade Administrativa.

A principal mudança na nova redação diz respeito ao período de revisão salarial. Enquanto a versão original previa a fixação ou alteração da remuneração sempre em janeiro, o novo texto estabelece que a revisão geral ocorra, preferencialmente, em abril. Segundo interlocutores, a alteração leva em conta questões orçamentárias e de fluxo de caixa do Estado.

Apesar do avanço, integrantes da categoria ainda demonstram preocupação com um possível impasse jurídico entre o governo estadual e o Legislativo, o que pode voltar a travar a proposta.

Queda de braço

A PEC 40 voltou ao centro do debate após ser mencionada pelo governador Mateus Simões (PSD), durante a cerimônia da Medalha da Inconfidência, em Ouro Preto, no último dia 21.

A proposta teve origem a partir da mobilização de vereadores de diferentes câmaras municipais, liderados pelo tenente-coronel Domingos Sávio de Mendonça. No entanto, o presidente da ALMG, Tadeu Leite (MDB), aponta vício de iniciativa, argumentando que matérias que tratam de remuneração de servidores devem partir do Executivo.

Nesse contexto, parlamentares defendem que o governo estadual envie um novo projeto. Para o deputado Sargento Rodrigues (PL), a apresentação de subemenda não resolve o problema de origem da proposta. Segundo ele, o governador não pode alterar a PEC em tramitação e deveria encaminhar um novo texto ao Legislativo.

 


Três militares são atropelados durante abordagem em avenida de Minas Gerais

 


Três militares são atropelados durante abordagem em avenida de Minas Gerais

Uma ocorrência grave foi registrada na noite desta segunda-feira (28/04/2026) na Avenida Rondon Pacheco, no bairro Cazeca. Segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) e informações preliminares da Polícia Militar, três militares foram atropelados durante uma abordagem a um suspeito.

De acordo com os primeiros levantamentos, os policiais estavam em ação quando um veículo acabou atingindo os militares. A suspeita inicial é de que a condutora não tenha percebido a movimentação da ocorrência a tempo de frear, o que resultou no atropelamento.

O local, conhecido pelo alto fluxo de veículos, ficou tomado por equipes de resgate e segurança, gerando impacto imediato no trânsito e preocupação entre quem passava pela região.

Conforme o CBMMG, os três militares estavam conscientes e orientados, apresentando escoriações e dores nos membros. Todos foram socorridos e encaminhados para a UAI Tibery para avaliação médica.

terça-feira, 28 de abril de 2026

ENCONTRO DE VETERANOS DA PMMG Polícia Militar de Minas Gerais


 ENCONTRO DE VETERANOS DA PMMG

Polícia Militar de Minas Gerais

Honra • Lealdade • Tradição

📅 10 de junho de 2026 (quarta-feira)

⏰ A partir das 08h, durante todo o dia

📍 Academia da Polícia Militar de Minas Gerais

Rua Diabase, 320 – Bairro Prado

Belo Horizonte/MG – CEP: 30411-058

🧠 Academia do Cérebro

“Honra, Lealdade e Tradição”

Cuide da sua mente, fortaleça sua história.

Atividades e orientações para uma vida plena.

Convite a todos os veteranos da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais.

 


PREVIDÊNCIA | Militares estaduais inativos, como policiais e bombeiros da reserva ou reformados, quando diagnosticados com doenças graves e incapacitantes poderão ganhar o direito à isenção da contribuição previdenciária. É o que prevê o Projeto de Lei (PL) 5.302/26, do governador. A prerrogativa já é concedida a servidores civis inativos e pensionistas vinculados ao Regime Próprio de Previdência Social do Estado. Com parecer favorável aprovado nesta terça (28), pela Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO), o projeto está pronto para votação definitiva em Plenário. Na forma aprovada, ele garante, em caso de eventuais insuficiências financeiras em decorrência do impacto da isenção, o uso de recursos do Tesouro Estadual.


O deputado Sargento Rodrigues apresentou três emendas ao texto, dais quais apenas uma teve seu conteúdo incorporado ao substitutivo n° 1 - para desobrigar o beneficiário (acometido por doença incapacitante a quem tenha sido concedida isenção da contribuição previdenciária) de ressarcir os valores isentos. “Essa isenção será usada pelo aposentado para comprar remédio, após anos de contribuição. Nesse momento não foi possível conseguirmos todos os avanços que queríamos, mas conseguimos uma parte”, declarou Rodrigues.


ADIN - O PL 5.302/26 chegou à ALMG depois que medida semelhante - prevista na Emenda à Constituição (EC) 116, aprovada pela ALMG em maio de 2025 - foi suspensa, após o ingresso de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). A ação, da Advocacia-Geral do Estado (AGE), questionou a extensão da isenção previdenciária aos militares da reserva, nos mesmos moldes aplicados a servidores civis.


🌐 SAIBA MAIS: https://url.almg.gov.br/CWfqLb

44% querem 'mudança total' no governo

 


44% querem 'mudança total' no governo

A deterioração na avaliação do governo Zema indica um ambiente desfavorável para a manutenção do seu grupo político no poder. Para 44% dos entrevistados, o próximo governo deve "mudar totalmente" a gestão em Minas Gerais. Outros 38% defendem a mudança parcial na administração. E, 13% consideram que o próximo governador deve manter o trabalho que vem sendo feito. Do total, 5% não souberam ou não responderam.

Em relação à sucessão, 49% dos entrevistados afirmaram que Zema não merece eleger o sucessor que indicar, contra 42% concordam que Zema eleja seu indicado. Em fevereiro do ano passado, 50% afirmavam que ele merecia eleger o sucessor indicado e 39% eram contra.

Zema apoia a pré-candidatura do atual governador, Mateus Simões (PSD), para a reeleição. Na pesquisa divulgada nesta terça-feira, Simões aparece em quinto lugar, empatado com Ben Mendes (Missão), com 4% das intenções de voto.

A Genial/Quaest ouviu 1.482 eleitores de Minas Gerais entre os dias 22 e 26 de abril. A pesquisa, contratada pela Genial Investimentos, tem nível de confiança de 95%. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou menos. A pesquisa foi registrada junto à Justiça Eleitoral sob o código MG-08646/2026.

Levantamento mostra a piora na avaliação do governador Romeu Zema entre eleitores mineiros


 Levantamento mostra a piora na avaliação do governador Romeu Zema entre eleitores mineiros


Aprovação de Zema cai 10 pontos em um ano, mostra pesquisa Genial/Quaest | Rádio Itatiaia https://share.google/hNqrROrXH1NhLFquw

Entidades da segurança pública vão tentar “destravar” PEC do reajuste na ALMG

 Entidades da segurança pública vão tentar “destravar” PEC do reajuste na ALMG

Entidades sindicais ligadas às forças de segurança de Minas Gerais devem oficializar, nesta terça-feira (28), a entrega de um substitutivo para alterar a Proposta de Emenda à Constituição conhecida como PEC 40, que está parada há quase dois anos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

O texto atual, apresentado por câmaras municipais, prevê revisão anual dos vencimentos de militares, incluindo integrantes do Corpo de Bombeiros e das polícias Civil e Militar, com base na inflação.

A nova versão foi construída em conjunto entre representantes da categoria e o governo de Minas Gerais. A expectativa é que a entrega simbólica do texto ajude a destravar a tramitação da proposta no Legislativo.

O tema ganhou força após o governador Mateus Simões sinalizar apoio à pauta durante evento da Medalha da Inconfidência. Ele também indicou que trabalharia para viabilizar o avanço da proposta na Assembleia.

Por outro lado, o presidente da ALMG, Tadeu Leite, afirma que a PEC não avançou devido a vício de iniciativa, já que propostas que tratam da remuneração de servidores devem partir do Executivo.

Na última sexta-feira (24), representantes das entidades se reuniram com integrantes do governo na Cidade Administrativa. Simões participou remotamente. Ficou acordado que o governo atuará para articular apoio da base quando a proposta voltar a tramitar nas comissões.

As entidades ressaltam que, apesar do avanço nas negociações, o acordo não representa apoio político à eventual candidatura de Simões à reeleição.

 


A discussão sobre a PEC 40 e o PL 5302 reúne importantes lideranças políticas e representantes das forças de segurança em Minas Gerais. Entre os envolvidos estão Sargento Bahia, Oliva, Julinho, o coronel Honorato, Tadeuzinho — presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais —, major Nivaldo, tenente Aragão, além de subtenente Pires, Subtenente Gonzaga , subtenente Heder e o coronel Eduardo.

O debate gira em torno de medidas que impactam diretamente a estrutura, os direitos e a valorização dos profissionais da segurança pública. A articulação entre esses nomes demonstra a relevância e a complexidade do tema, que segue em pauta e depende de alinhamento político para avançar na Assembleia.

Impasse pode travar PEC das forças de segurança na ALMG


 Impasse pode travar PEC das forças de segurança na ALMG

Um impasse entre o Executivo e o Legislativo de Minas Gerais pode travar a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 40/2024, que prevê a recomposição anual da inflação para servidores das forças de segurança e do sistema penitenciário. A divergência gira em torno da constitucionalidade da proposta.

Posição do governo

O governador Mateus Simões defende que a PEC deve seguir em tramitação. Segundo ele, a decisão sobre a constitucionalidade cabe ao plenário da Assembleia, e não à Mesa Diretora ou a um parlamentar isolado.

Simões argumenta que não há vício de iniciativa, pois a proposta tem origem em iniciativa popular qualificada, com apoio de cerca de 200 câmaras municipais. Ele também afirma que eventuais problemas podem ser corrigidos ao longo da tramitação, inclusive com emendas.

Posição da Assembleia

O presidente da ALMG, Tadeu Martins Leite, considera a PEC inconstitucional. Segundo ele, propostas que tratam da remuneração de servidores devem ser encaminhadas exclusivamente pelo Executivo.

Para viabilizar o avanço, ele defende o envio de um novo texto pelo governo estadual, evitando questionamentos jurídicos futuros.

Alternativas em discussão

Entre as possibilidades analisadas estão:

Envio de uma nova proposta pelo Executivo;

Alterações por meio de emendas parlamentares;

Ajustes no texto atual durante a tramitação nas comissões.

Aliados do governo demonstram preocupação com restrições da legislação eleitoral, enquanto opositores afirmam que não há impedimento, já que a proposta trata apenas da recomposição inflacionária, sem aumento real.

Tramitação e próximos passos

A PEC precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que analisa sua legalidade, antes de seguir para uma comissão especial.

Um novo texto, elaborado com participação do governo e de entidades de classe, deve ser apresentado. A proposta pode ser assumida pelo deputado José Laviola.

Posição das categorias

Representantes das forças de segurança defendem a aprovação da recomposição anual. Já o deputado Sargento Rodrigues apoia a medida, mas cobra que o projeto tenha origem no Executivo para evitar questionamentos judiciais.

Cenário

O impasse segue sem definição, e o tema deve ser debatido em reunião de líderes na Assembleia. Enquanto isso, a tramitação da PEC permanece incerta.

 


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Quaest: Maior parte dos mineiros não acha que Zema merece eleger sucessor em MG



Quaest: Maior parte dos mineiros não acha que Zema merece eleger sucessor em MG

Outros 42% acham que o mineiro merece eleger seu sucessor; o número é discrepante dos 5% que dizem ter a intenção de votar em Mateus Simões (PSD), que herdou o posto de governador de Zema

Bernardo EstillacPorBernardo Estillac28/04/2026 às 08h58 • 

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira (28) aponta que 49% dos eleitores mineiros não acham que Romeu Zema (Novo), governador por dois mandatos, merece eleger um sucessor no pleito de outubro. Outros 42% dizem que o hoje pré-candidato à presidência da República merece eleger seu candidato no estado.
 

Apesar de 42% dos eleitores mineiros sinalizarem positivamente para a eleição do sucessor de Zema, apenas 2% citam espontaneamente a intenção de voto em Mateus Simões (PSD) ex-vice governador e pré-candidato à recondução ao cargo. Nas pesquisas estimuladas, o sucessor natural da atual gestão do estado,não consegue ultrapassar a marca dos 5%.

O levantamento foi a campo de 22 a 26 de abril e ouviu 1.482 eleitores de Minas Gerais. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. 
 
Em comparação com as pesquisas feitas anteriormente pela Quaest, o percentual de eleitores que acreditam que Zema deve eleger seu sucessor caiu sucessivamente. Em fevereiro de 2025, 50% diziam que o governador deveria eleger seu indicado. Esse número caiu para 46% em agosto do ano passado e chegou a 42% no levantamento divulgado nesta terça.
 
Já entre quem acha que Zema não deve eleger seu sucessor saiu de 39% em fevereiro de 2025, subiu para 48% em agosto do ano passado e chegou aos atuais 49%.
 

 


A pesquisa da Quaest para o governo de Minas Gerais em 2026 mostra o senador Cleitinho liderando com folga em todos os cenários em que aparece, sempre com vantagem de pelo menos 15 pontos. Quando ele não é incluído, há um cenário mais equilibrado, com empate técnico entre Alexandre Kalil e Rodrigo Pacheco. Nas simulações de segundo turno, Cleitinho venceria todos os adversários testados, enquanto Mateus Simões teria desempenho mais fraco e perderia para Kalil e Pacheco. A pesquisa também mostra que muitos eleitores ainda estão indecisos, especialmente na modalidade espontânea.

Metodologia da pesquisa

Instituto: Quaest (contratada pelo Banco Genial)

Período: 22 a 26 de abril de 2026

Entrevistados: 1.482 eleitores em Minas Gerais

Margem de erro: ±3 pontos percentuais

Nível de confiança: 95%

🧠 Observação importante

A própria reportagem ressalta:

Pesquisas refletem um momento específico, não previsão final.

Resultados podem mudar conforme campanha, debates e alianças.

Metodologia e formulação das perguntas influenciam os números.

 

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Presidente do Sindpol-MG denuncia sobrecarga e falta de estrutura na Polícia Civil em entrevista à Band Minas Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais.

 

Presidente do Sindpol-MG denuncia sobrecarga e falta de estrutura na Polícia Civil em entrevista à Band Minas
Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais.


https://sindpolmg.org.br/presidente-do-sindpol-mg-denuncia-sobrecarga-e-falta-de-estrutura-na-policia-civil-em-entrevista-a-band-minas/

Governo de Minas entrega 69 novas viaturas e equipamentos à Polícia Militar Iniciativa reforça as ações de segurança da PMMG voltadas à proteção da população mineira

 

Governo de Minas entrega 69 novas viaturas e equipamentos à Polícia Militar

Iniciativa reforça as ações de segurança da PMMG voltadas à proteção da população mineira


imagem de destaque

@asprapmbm Em entrevista à ltatiaia, o diretor administrativo da ASPRA, Heder Martins, deixou claro que o encaminhamento da PEC 40 à ALMG não implica em apoio à reeleição de Mateus Simões. Assim que a PEC tramitar, o foco das entidades trabalhar pela aprovação do texto, deixando as disputas políticas e jurídicas para os parlamentares governo resolverem. A ASPRA não vai baixar a guarda e nem hipotecar apoio político!

 O diretor da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais (Aspra), Heder Martins, afirmou que o governo de Minas deve apresentar um novo texto para garantir a recomposição salarial das forças de segurança.

Em entrevista à Rádio Itatiaia, nesta segunda-feira (27), Heder avaliou que a decisão está nas mãos do governador Mateus Simões, mas destacou a desconfiança das categorias em relação à atual administração.

Segundo ele, as entidades pediram o envio de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trate da revisão geral anual. Heder criticou a articulação envolvendo o deputado Nikolas Ferreira, afirmando que pode ter havido uso político da interlocução com as forças de segurança.

Ele também apontou divergências sobre a legalidade da proposta: enquanto deputados alegam vício formal, o governo nega irregularidades. As entidades defendem a substituição do texto para garantir tramitação sem questionamentos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Heder afirmou ainda que as entidades não darão apoio político ao governador e cobrou o pagamento das perdas inflacionárias. Segundo ele, caso a PEC não avance, ficará a percepção de que houve apenas uso político da categoria.

A reportagem procurou o governo de Minas para comentar o novo texto, mas não houve retorno até o momento.

 


Nexus: governo Lula tem 43% de avaliação negativa; positiva, 33%

Pesquisa entrevistou 2.028 eleitores, entre os dias 24 e 26 de abril; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos


 


Política

Simões aciona base para avançar com reajuste anual para segurança pública na Assembleia

Governador espera aprovar texto em 2026 e não descarta consulta ao TRE para resolver possíveis empecilhos eleitorais.

27 de abril de 2026 | 11:00

O governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), afirmou que iniciou o diálogo com os deputados estaduais da base de governo para avançar com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê reajuste anual aos servidores das forças de segurança no estado.

Segundo o chefe do Executivo, a administração estadual pretende tomar todas as medidas necessárias para aprovar o texto ainda em 2026. A declaração foi feita durante evento de entrega de novas viaturas à Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), nesta segunda-feira (27/4).

Simões afirmou que pode fazer ajustes no texto para corrigir eventuais inconstitucionalidades:

“Eu tenho condição de fazer os ajustes necessários no texto para romper com qualquer inconstitucionalidade. Quem decide se uma PEC é constitucional ou não não é um deputado isolado, nem a mesa da Assembleia. Quem decide isso é o plenário.”

Na semana passada, o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Tadeu Martins Leite (MDB), disse que a PEC está travada há cerca de dois anos devido a um vício de iniciativa, já que foi proposta por Câmaras Municipais — quando, nesse caso, a iniciativa deveria partir do Executivo.

Simões afirmou que o governo pode sanar esse tipo de problema, mas ressaltou que essa análise cabe às comissões da Assembleia. Caso haja impedimento por 2026 ser ano eleitoral, ele não descarta consultar o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG).

“A minha interpretação é que posso emendar a PEC atual, pois não estou propondo uma nova medida, mas dando continuidade à tramitação de uma PEC já existente. Consultando e o TRE autorizando, pode haver até manifestação própria do Executivo, embora eu considere isso desnecessário.”

Ele também defendeu que não há impedimento quanto à origem da proposta:

“O vício de iniciativa seria se outros Poderes propusessem a PEC. Essa proposta é de iniciativa popular qualificada, oriunda das câmaras municipais. Portanto, não vejo restrição ao tema. Essa é uma discussão técnica a ser feita nas comissões.”

O governador demonstrou expectativa de aprovação ainda neste ano, com apoio da base aliada:

“Toda a minha base já está orientada para que isso aconteça. Só não avançará se houver obstrução da oposição, o que não acredito, pois ninguém é contra a revisão de reajuste dos servidores públicos.”

Entrega de viaturas

O governo de Minas entregou 69 novas viaturas e equipamentos à PMMG. Os veículos, modelo Citroën C3 Aircross, serão destinados à Região Metropolitana de Belo Horizonte, ao interior do estado e à Academia de Polícia Militar (APM), para reforço do policiamento e atividades de formação.

A aquisição foi feita com recursos de emendas parlamentares da bancada mineira no Congresso Nacional, totalizando cerca de R$ 9 milhões.

Também foram entregues:

2.794 coletes (recursos do Tesouro Estadual e do Acordo de Brumadinho)

100 telas interativas (Tesouro Estadual)

980 rádios HT (convênio com a Polícia Rodoviária Federal)

Tópicos:

SIMÕES

ALMG

REAJUSTE DE SERVIDORES

PEC SEGURANÇA PÚBLICA

 


*POLÊMICA*


*Após ser chamado de "gay", Zema avalia processar Gilmar Mendes por xenofobia: "Fala ofensiva"*


_Ex-governador de Minas Gerais aciona jurídico contra ministro do STF_


https://www.otempo.com.br/comportamento/2026/4/27/apos-ser-chamado-de-gay-zema-avalia-processar-gilmar-mendes-por-xenofobia-fala-ofensiva

Luto

 


 


Nexus: no 2º turno, Lula tem empate técnico com Flávio, Zema e Caiado

*NEXUS 

*Leia mais:* https://cnnbr.app/short/c3777812864/


*Pense bem, pense CNN*

Que Deus conforte familiares e amigos.

 



 Segundo informações iniciais, militares foram acionados para atendimento de ocorrência de briga entre vizinhos, com relatos de disparos de arma de fogo no endereço citado.  

  

Durante a intervenção, equipes do Tático Móvel depararam com um indivíduo portando duas armas de fogo, o qual, momentos antes, havia efetuado disparos contra pessoas no local. Diante da situação de risco, foi necessário o uso de força letal por parte dos militares, que alvejaram o autor.  

  

Posteriormente o autor dos disparos foi identificado como sendo o nº 087.591-4, 2º Sgt PM Ricardo Dias de Jesus, lotado na 123ª Cia TM/22º BPM/1ª RPM. Ele foi socorrido à UPA Jardim Canadá, porém não resistiu aos ferimentos e evoluiu a óbito.  

  

Uma das vítimas atingidas pelos disparos efetuados pelo autor também foi socorrida, porém veio a óbito na unidade de saúde. Uma terceira vítima, proprietária de uma distribuidora no local, foi atingida na região do quadril, sendo socorrida e, a princípio, não corre risco de morte.  

  

Ocorrência em andamento para apuração das circunstâncias, motivação e dinâmica dos fatos.  


3ª RPM  

UNIDADE: 1ª CIA PM/3ª RPM  

MUNICÍPIO: NOVA LIMA  

DATA/HORA: 26/04/2026 – 22h47min  

CHAMADA: 2026-45287241-8  

  

FONTE: AOp/22ºbpm.  


 É com profundo pesar que comunicamos o falecimento do 2º Sargento PM Ricardo Dias de Jesus, ocorrido na noite de 26 de abril de 2026, em Nova Lima/MG.

Policial militar dedicado, o Sgt. Ricardo construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com a segurança pública, pelo profissionalismo e pelo respeito aos colegas de farda e à comunidade. Sua partida deixa uma lacuna irreparável na corporação e entre todos que tiveram o privilégio de conviver com ele.

Neste momento de dor, manifestamos nossa solidariedade aos familiares, amigos e irmãos de farda, desejando força e conforto para enfrentar essa perda tão difícil.

Que sua memória seja honrada e seu legado jamais esquecido.

domingo, 26 de abril de 2026



O anúncio do governo sobre a criação de unidades do chamado “Colégio Tiradentes” em Minas Gerais tem gerado dúvidas e questionamentos.

Em Araxá, por exemplo, foi divulgado um modelo com divisão de vagas sendo 50% para filhos de militares, 10% para filhos de policiais civis e 40% para filhos de civis. No entanto, o Colégio Tiradentes da Polícia Militar possui legislação específica que define critérios próprios de funcionamento e distribuição de vagas.

Diante disso, surge a preocupação: essas novas unidades seguem, de fato, o modelo legal já existente ou estão sendo apenas nomeadas como “Tiradentes” sem atender às exigências previstas?

Outro ponto que chama atenção é a inconsistência na comunicação. Em diferentes momentos, fala-se em “escola Tiradentes”, “colégio Tiradentes” e até “modelo cívico-militar”, o que gera confusão para a população.

Afinal, são instituições com estruturas, નિયમ e objetivos distintos.

Além disso, há o anúncio de ampliação de unidades utilizando escolas já existentes, o que levanta outra dúvida importante: essas escolas serão realmente transformadas em colégios nos moldes tradicionais da Polícia Militar ou apenas adaptadas com nova nomenclatura?

Pais e responsáveis precisam estar atentos. Mais do que o nome, é fundamental entender qual será o modelo aplicado, quais regras serão seguidas e se haverá, de fato, a qualidade e a estrutura associadas ao Colégio Tiradentes.

Transparência e clareza são essenciais para evitar expectativas equivocadas.


Renata Pimenta 

 


📢 *ZEMA POSTA PROPOSTA CONTRA SUPERSALÁRIOS EM BRASÍLIA APÓS TER TRIPLICADO O PRÓPRIO SALÁRIO EM MINAS GERAIS*


O governador Romeu Zema publicou em suas redes sociais uma postagem contundente onde promete acabar com a farra dos supersalários caso seja eleito presidente. Na postagem, o pré-candidato do Novo defende uma mudança estrutural para extinguir privilégios e gratificações que permitem a membros do Judiciário e do Legislativo federal receberem acima do teto constitucional. A declaração, no entanto, gerou uma imediata reação de oponentes e críticos, que resgataram o histórico recente do gestor em solo mineiro, apontando uma contradição direta entre o discurso de austeridade digital e as ações administrativas em Minas Gerais.


--- Leia a matéria completa abaixo: ---

🔗 https://portalminas.com/paginas/noticia_69ee63809996b.html

 


51 tentativas em 5 anos

e 26 m0rtes entre policiais penais


Sob pressão constante

Déficit de efetivo • Estrutura precária • Adoecimento

O que está sendo feito?


Dados do sindicato apontam um cenário alarmante em Minas Gerais: 51 tentativas e 26 mortes entre policiais penais entre 2020 e 2024.

A categoria denuncia sobrecarga, déficit de efetivo, estrutura precária e impacto direto na saúde mental dos servidores. A rotina exaustiva tem afastado profissionais e agravado um ciclo preocupante dentro do sistema prisional.

De outro lado, o governo afirma que há concurso em andamento, aumento do efetivo, investimentos e melhorias estruturais nas unidades.


O contraste entre os números e as ações levanta uma pergunta inevitável: as medidas estão sendo suficientes?


Essa é uma discussão urgente.


Compartilhe para ampliar o debate.

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