quinta-feira, 30 de abril de 2026

#elesnao 🤢🤮

 


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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, que existe omissão do Estado de Minas Gerais na regulamentação do regime de subsídio para delegados da Polícia Civil. A Corte fixou prazo de 24 meses para que o governo estadual edite a norma, contado a partir da publicação da ata do julgamento.

A decisão foi tomada na Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) 13, proposta pela Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol), que apontou demora do Estado em encaminhar projeto de lei para adequação do regime remuneratório previsto na Constituição.

Durante o julgamento, o STF considerou o contexto do ano eleitoral de 2026, entendendo que o período pode impactar o funcionamento regular do processo legislativo, com possível redução na tramitação de propostas.

O governo de Minas Gerais alegou que a adoção do subsídio exige mudança estrutural no sistema remuneratório e pode gerar impacto significativo nas contas públicas, além de sustentar que não haveria omissão, em razão de reestruturações já realizadas na carreira.

Ao final, os ministros entenderam pela existência da omissão legislativa, fixando o prazo de 24 meses para a regulamentação. O julgamento também destacou a necessidade de segurança jurídica e de transição responsável na implementação do novo modelo remuneratório.

 


O deputado Soldado Sampaio, um praça de origem, assumiu interinamente o governo de Roraima após decisão do Tribunal Superior Eleitoral que resultou na saída de Edilson Damião. O fato de um soldado ocupar o comando do Executivo estadual reforça, na prática, que a função política não se submete à hierarquia militar, mas à Constituição.

Fica o reconhecimento e os parabéns a todos os praças do Brasil, que sustentam a base das instituições militares e, cada vez mais, começam a ocupar espaços de decisão. Trata-se de um avanço importante, que amplia a representatividade e reafirma que competência e confiança devem prevalecer sobre barreiras tradicionais.

Republicanos enfrenta com Cleitinho o mesmo dilema do PL com Nikolas Ferreira Com peso eleitoral, senador faz partido dançar conforme sua música e deixa cúpula e aliados sem resposta sobre 2026



Republicanos enfrenta com Cleitinho o mesmo dilema do PL com Nikolas Ferreira

Com peso eleitoral, senador faz partido dançar conforme sua música e deixa cúpula e aliados sem resposta sobre 2026
Na foto, o presidente do Republicanos, Marcos Pereira, e o senador Cleitinho Azevedo
O presidente do Republicanos, deputado federal Marcos Pereira (SP), é o principal interessado na candidatura do senador Cleitinho Azevedo ao governo de Minas. Fotos: Júlio Dutra/Republicanos na Câmara

O Republicanos vive, nos bastidores, uma situação semelhante à que o PL enfrenta com o protagonismo do deputado federal Nikolas Ferreira (MG), principal puxador de votos da legenda e que obriga a sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro a se equilibrar diante de seu peso eleitoral.

Também mineiro, o senador Cleitinho Azevedo tem usado sua projeção nas redes sociais e a liderança nas pesquisas para o governo de Minas Gerais em 2026 para deixar até mesmo o presidente nacional do Republicanos, deputado federal Marcos Pereira (SP), sem uma definição sobre sua candidatura.

A situação tem levado o partido a se adaptar ao cenário imposto pelo senador. A comparação já circula entre dirigentes estaduais e integrantes da cúpula nacional da legenda. “Ele virou o Nikolas do Republicanos”, disse uma fonte próxima à direção nacional, em conversa reservada com O Fator.

O principal ponto de incômodo é a indefinição sobre 2026. Cleitinho aparece em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto para o governo mineiro e é visto, dentro e fora do partido, como o nome da direita com maior viabilidade eleitoral no estado.

Apesar disso, ele não confirma se disputará o pleito. Como mostrou a reportagem, quando questionado sobre a corrida eleitoral, ele adota respostas que não fecham nenhuma possibilidade. Em diferentes ocasiões, já indicou a chance de não concorrer ao Palácio Tiradentes e de integrar uma composição de forças da direita.

Quem trata do tema com o senador relata que não obtém uma posição definitiva, o que contrasta com a expectativa de Marcos Pereira, que defende a construção de uma candidatura própria do Republicanos ao governo de Minas e não trabalha, ao menos publicamente, com um plano alternativo para a disputa.

A leitura interna no partido é de que Cleitinho passou a operar com lógica semelhante à de Nikolas Ferreira no PL, a partir da força eleitoral e da influência nas redes sociais, ampliando sua autonomia em relação às diretrizes da cúpula nacional.

A autonomia se manifesta também no dia a dia partidário. Assim como o deputado federal realiza reuniões sobre articulações eleitorais e se posiciona publicamente sobre temas polêmicos sem aviso prévio à direção do PL, Cleitinho tem adotado postura semelhante no Republicanos. Além disso, tem se desvinculado de discussões internas da própria legenda.

Equilíbrio

No partido de Jair Bolsonaro, como mostrou O Fator, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), cotado para disputar a Presidência da República, tem buscado administrar o espaço político de Nikolas para evitar perda de protagonismo dentro da legenda.

Enquanto isso, no Republicanos, a sigla ainda tenta compreender o novo perfil de atuação de Cleitinho. Nos bastidores, aliados afirmam que ele sempre teve liberdade para expressar opiniões e, em alguns casos, divergir em votações, mas que antes mantinha maior alinhamento com a orientação partidária.

Apesar do desconforto, o partido de Pereira quer o senador por perto. Ele é o maior puxador de votos do partido em Minas e, por isso, também funciona como ativo importante nas negociações nacionais da sigla, que não abre mão de usá-lo como moeda de troca nas articulações em curso para 2026.

Bolsonaro no jogo

Os principais interessados no declínio de Cleitinho para o governo de Minas são o governador Mateus Simões (PSD), que tenta se consolidar como nome da direita para o pleito, e o PL, que pode lançar candidatura própria ou apoiar o pessedista.

O Fator mostrou que o senador foi avisado por aliados de Jair Bolsonaro que o ex-presidente pode pedir a ele que não seja candidato ao governo mineiro. O pedido deve ser feito por meio de uma carta de próprio punho ou por interlocutores em comum. 

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar temporária, com limitações de comunicação. Reservadamente, pessoas próximas ao senador afirmam que ele considera Bolsonaro sua principal referência política e que o movimento pode levá-lo a não lançar candidatura.

O desenho em discussão prevê Simões na cabeça de chapa, com o PL indicando o vice, entre Flávio Roscoe e o deputado federal Domingos Sávio, hoje pré-candidatos ao Executivo estadual e ao Senado Federal, respectivamente.

A tentativa retoma tratativas iniciadas ainda em 2025, quando Flávio Bolsonaro, que ainda não tinha lançado pré-candidatura ao Palácio do Planalto, procurou Cleitinho para defender a unificação em torno de Simões. O senador mineiro, à época, não indicou recuo.

O cenário, no entanto, ainda está longe de um desfecho. A parceria entre PL e Simões sofreu abalos após o lançamento da pré-candidatura presidencial dos liberais. Isso porque Simões deve apoiar Romeu Zema (Novo) à Presidência, enquanto o PL não abre mão de um palanque forte para Flávio em Minas.

Mudanças na jornada dos militares podem estar a caminho

 🚨 Mudança


s na jornada dos militares podem estar a caminho 🚨


A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei nº 5.967/2023, que regulamenta a jornada de trabalho de policiais e bombeiros militares, fixando o limite de 144 horas mensais.


Na prática, a proposta enfrenta uma realidade conhecida: em muitos estados, as escalas ultrapassam e muito esse patamar, sem qualquer compensação proporcional.


📌 O que o projeto prevê:

• Limitação da carga horária mensal;

• Pagamento pelas horas excedentes;

• Possibilidade de compensação por banco de horas;

• Regras mais claras sobre escalas de serviço.


📍 O texto ainda segue em tramitação e agora será analisado pelo Senado Federal, podendo sofrer alterações antes da sanção.


⚖️ Ponto relevante:

A Constituição Federal de 1988, no art. 7º, inciso XIII, estabelece a duração do trabalho e a necessidade de compensação ou pagamento de horas extras parâmetro que vem sendo utilizado como referência em discussões envolvendo militares estaduais.


Isso reforça um debate importante: excesso de jornada sem compensação pode gerar direito à reparação, a depender do caso concreto.


💡 No fim, não se trata só de carga horária. Estamos falando de previsibilidade, segurança jurídica e valorização profissional.


📚 Fonte: Agência Câmara de Notícias


📲 WhatsApp: (31) 97264-2327


⚖️ Izabela Barreto M. Quintão | OAB/MG 185.303


Instagram: @izabelaadvogada


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#bombeiromilitarmg

#pmmg

#bmmg

 


Hoje às 19:30h - Podcast "No xadrez da RP"

Entrevista TC Mendonça,  o pai da PEC 40

👇 @ricardojuliofernandes_ 



https://youtube.com/@noxadrezdarp?si=Y5PGShCvZZfd4RjW


https://www.instagram.com/ricardojuliofernandes_?igsh=NzNrNjc1c3V4NnJ3

Deputados que votaram NÃO (N): emenda da recomposição

 




Deputados que votaram NÃO (N): emenda da recomposição 


Adalclever Lopes – @adalcleverlopes


Alencar da Silveira Jr. – @alencardasilveirajr


Amanda Teixeira Dias – @amandateixeiradias


Antonio Carlos Arantes – @antoniocarlosarantes


Arlen Santiago – @arlensantiago.oficial


Bim da Ambulância – @bimdaambulancia


Bosco – @depbosco


Carlos Henrique – @carloshenrique.mg


Cassio Soares – @cassiofsoares


Coronel Henrique – coronel_henrique


Doutor Paulo – @deputadodrpaulo


Dr. Maurício – drmauricio


Duarte Bechir – @duartebechir


Enes Cândido – enescandido


Gil Pereira – @gilpereira.mg


Grego da Fundação – @gregodafundacao


Gustavo Santana – gustavosantanaplmg


Gustavo Valadares – @valadaresgustavo


Ione Pinheiro – @ionepinheirooficial


João Magalhães – deputadojoaomagalhaes


Lincoln Drumond – @lincoln.drumond


Lud Falcão – @ludfalcao


Neilando Pimenta (Neile Pimenta) – @deputadoneilando


Ricardo Campos – @ricardocamposdeputado


Roberto Andrade – @deprobertoandrade


Rodrigo Lopes – @rodrigolopes.mg


Tadeu Leite – @tadeumartinsleite


Hely Tarquínio (PV) @heli

(Não encontrado)

Maria Clara Marra (PSDB)

@mariaclaramarramgb

Noraldino Júnior (PSB)

@noraldinojr

Thiago Cota (PDT)

@thiagocotamg

Vitório Júnior (PP)

@vitoriojuniormg

Zé Guilherme (PP)

@deputadozeguiherme

Zé Laviola (NOVO)

@joselaviola

quarta-feira, 29 de abril de 2026

 


 


PEC de reajuste anual da seguranca é inconstitucional, diz analise da ALMG.  Uma análise técnica da Gerência-Geral de Consultoria Temática (GCT) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) apontou diversos pontos de inconstitucionalidade na PEC 40/2024, que propõe reajustes anuais para servidores estaduais das forças de segurança e passou a ser apoiada pelo governador Mateus Simões (PSD).A análise foi produzida a pedido do gabinete do deputado Doorgal Andrada (PP), em consonância com o presidente da Casa, Tadeu Leite (MDB), que já vinha alertando sobre o vício de iniciativa da proposta.


O vício de iniciativa é quando uma proposta é elaborada por uma pessoa ou órgão que não tem competência para tal. Nesse caso, o texto da PEC é assinado por mais de 100 câmaras municipais mineiras, mas a Constituição prevê que a definição da remuneração de servidores do Executivo é de competência do governador. Ou seja, a proposta precisaria ser de autoria do governo.


O gabinete de Doorgal Andrada enviou à GCT propostas de textos alternativos para “salvar” a PEC, mas o documento diz que as alterações “não afastam integralmente os questionamentos de ordem constitucional”, levando à compreensão de que é necessária a tramitação de um Projeto de Lei (PL) específico, de autoria do Executivo.


Ao anunciar que apoiaria a PEC 40/2024, Simões reconheceu que o texto tinha “algumas inconstitucionalidades”, mas esperava poder ajustá-las para seguir com a tramitação. A reportagem procurou a assessoria do governo para saber se há a intenção de enviar um novo texto, mas não recebeu retorno até a última atualização desta matéria. O espaço segue aberto.


Outras inconstitucionalidades

O texto da PEC 40/2024 dá prazo de 180 dias após a aprovação da emenda para o Executivo revisar a remuneração de policiais militares, bombeiros militares, policiais civis, policiais penais e agentes socioeducativos.No mesmo sentido, a GCT apontou que o Legislativo não pode dar prazo a uma iniciativa que deve ser própria do Executivo estadual - seria uma ofensa à separação dos Três Poderes.


A fixação do mês de janeiro para a revisão anual da remuneração dos servidores também é apontada como problemática na análise, pois iria ferir a autonomia dos outros Poderes na definição da data-base e a consonância com a realidade financeira e orçamentária.


A proposta de emenda ainda determina a proporção de 6 para 1 entre o salário mais alto e o mais baixo das forças de segurança mineiras. A medida é vedada pela Constituição Federal, que proíbe a vinculação ou equiparação de espécies remuneratórias no serviço público.


Rigidez constitucional

O direito à revisão geral anual da remuneração de servidores é previsto pela Constituição Federal, mas a análise da GCT aponta que a instituição de “parâmetros rígidos” é juridicamente inadequada.


“A sua concretização depende de lei específica, observada a iniciativa em cada caso, não se extraindo do dispositivo a obrigatoriedade de recomposição automática, nem a possibilidade de fixação de parâmetros rígidos diretamente no texto constitucional estadual”, avalia o órgão.O deputado Doorgal Andrada foi procurado pela reportagem para posicionamento e esclarecimentos sobre a análise da GCT, mas não respondeu. O espaço segue aberto.  *ESTADO DE MINAS*

PEC 40

 A PEC 40 te


m de ser tratada com seriedade. Ou seja, em bom português temos de dizer que ela é pura enganação.


As forças de segurança de Minas Gerais já foram frustradas uma vez por este governo. Agora, no fim do mandato, o governador transforma uma proposta sabidamente frágil do ponto de vista constitucional em peça de campanha.


Isso não é respeito aos policiais, bombeiros, policiais civis, policiais penais e agentes socioeducativos. É risco de nova frustração.


O objetivo pode ser justo. Eu defendo que quem protege Minas Gerais tenha valorização, previsibilidade e uma política salarial séria. Só que existe uma diferença enorme entre defender as forças de segurança e vender uma ilusão para elas.


O problema central é claro: a PEC tem vício de iniciativa. Matéria remuneratória do Executivo precisa partir do próprio governador, com lei correta, orçamento previsto e responsabilidade institucional. Não adianta tentar resolver por atalho aquilo que exige coragem política, negociação e compromisso real.


O próprio presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Tadeu Leite (MDB), já apontou o vício. O parecer técnico solicitado pelo gabinete de Doorgal Andrada (PP), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, também mostra os problemas jurídicos.


Então a pergunta é simples: por que o governo não enviou, ao longo dos últimos anos, uma proposta constitucional, segura e negociada?


Quando um governo apoia uma norma que sabe que pode cair depois, ele cria expectativa em quem trabalha, veste farda, enfrenta risco e sustenta a segurança pública no dia a dia. O aplauso vem agora. A conta pode ficar para depois da eleição.


Com segurança pública não se brinca. Salário digno não pode virar cena eleitoral. Quem protege Minas Gerais merece verdade, respeito e palavra cumprida.


Compartilhe este vídeo para que mais mineiros entendam o que está em jogo. https://www.facebook.com/share/v/1CFttUcfyw/

 


O governador Mateus Simões anunciou a criação de mais 30 unidades dos Colégios Tiradentes da Polícia Militar (CTPMs). No entanto, a iniciativa tem gerado questionamentos quanto aos critérios de acesso, uma vez que não há garantia de prioridade para dependentes de militares.

Também há preocupações em relação à continuidade da política pública, já que, em caso de mudança de gestão, não existe segurança de que a expansão será mantida, o que levanta dúvidas sobre a efetividade do planejamento a longo prazo.


 


A articulação que pode fazer Bolsonaro pedir a Cleitinho para não disputar o governo de MG

Senador aguarda contato do ex-presidente, que pode recorrer a carta ou interlocutores diante de restrições de comunicação

Tatiana MoraesTatiana Moraes

Publicado 29/04/2026

18:12

cleitinho azevedo

O senador mineiro Cleitinho Azevedo ainda não decidiu se vai disputar o governo de Minas. 

 

 

 

O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) foi avisado por aliados de Jair Bolsonaro (PL) que o ex-presidente da República pode pedir a ele que não seja candidato ao governo de Minas Gerais. O Fator apurou que, se decidir intervir na disputa pelo Palácio Tiradentes, Bolsonaro deve recorrer a uma carta de próprio punho ou a interlocutores em comum para dar o recado ao parlamentar.


Ainda conforme apuração da reportagem, Cleitinho já foi informado de que Bolsonaro gostaria de conversar com ele e aguarda o contato. O ex-presidente cumpre prisão domiciliar temporária, com limitações de comunicação.


Reservadamente, pessoas próximas ao senador afirmam que ele considera Bolsonaro sua principal referência política e que o movimento pode levá-lo a não lançar candidatura. O recado poderia, ainda, chegar por meio de um dos filhos, como o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). As condições do pedido, no entanto, ainda não são sabidas.


Nos bastidores, a possibilidade de o ex-presidente intervir na questão mineira ganhou tração nos últimos dias.


O desenho em discussão prevê o governador Mateus Simões (PSD) na cabeça de chapa, com o PL indicando o vice, entre Flávio Roscoe e Domingos Sávio — hoje pré-candidatos ao Executivo estadual e ao Senado Federal, respectivamente. Nesse cenário, a composição incluiria Carlos Viana (PSD) e Marcelo Aro (PP) como candidatos a senador.


A mais recente pesquisa da Quaest, divulgada nessa terça-feira (28), apontou Cleitinho na liderança da corrida ao Palácio Tiradentes. Os índices variam entre 30% e 37% das intenções de voto no primeiro turno.


O presidente nacional do Republicanos, deputado federal Marcos Pereira (SP), aliás, tem dito a correligionários em Minas que não abre mão de candidatura própria do partido ao governo do estado.


Nova investida

A tentativa de composição retoma tratativas iniciadas ainda em 2025, quando Flávio Bolsonaro, que ainda não tinha lançado pré-candidatura ao Palácio do Planalto, procurou Cleitinho para defender a unificação em torno de Simões. O senador mineiro, à época, não indicou recuo e sustentou que sua pré-candidatura estava alinhada à estratégia nacional do Republicanos.


O cenário atual, no entanto, ainda está longe de um desfecho. A parceria entre PL e Simões, construída no ano passado, sofreu abalos após o lançamento da pré-candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro. No meio de 2025, durante visita a Belo Horizonte, Bolsonaro defendeu uma composição com o pessedista — que à ocasião ainda era filiado ao Novo. A ideia naquele momento era obter espaço para que o PL pudesse indicar um dos candidatos ao Senado pela aliança.


Isso porque Simões deve apoiar Romeu Zema (Novo) à Presidência, enquanto o PL não abre mão de um palanque forte para Flávio em Minas, segundo maior colégio eleitoral do país e historicamente decisivo nas disputas nacionais.


Em 2022, por exemplo, Zema apoiou Jair Bolsonaro apenas no segundo turno. Em Minas, Bolsonaro teve 49,8% dos votos válidos, contra 50,2% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).


No país, Lula venceu com 50,9%, enquanto Bolsonaro ficou com 49,1%. Entre aliados, a avaliação é de que a ausência de um palanque unificado desde o início contribuiu para o resultado.


No PL mineiro, o principal entusiasta de uma composição com Simões é o deputado federal Nikolas Ferreira. Ele e o pessedista costumam participar, lado a lado, de viagens oficiais.


Estrutura nacional

A reconfiguração ocorre em paralelo à reaproximação entre Zema e o PL, conforme apontou O Fator.


Antes veementemente negada por interlocutores do ex-governador de Minas, a possibilidade de uma composição com o filho mais velho de Jair Bolsonaro já não é descartada pelo entorno do mineiro e passou a integrar o conjunto de negociações em curso.

Contas do governo têm déficit recorde de R$ 73,7 bilhões em março

 


Contas do governo têm déficit recorde de R$ 73,7 bilhões em março

Dados sobre as contas do governo central foram divulgados nesta quarta-feira (29/4) pelo Tesouro Nacional

 atualizado 


O déficit de R$ 73,7 bilhões registrado pelo governo em março chama atenção pelo tamanho, mas ganha outro peso quando comparado ao período da COVID-19. Naquela época, o rombo nas contas públicas era impulsionado por gastos extraordinários, como o pagamento do auxílio emergencial, repasses para estados e municípios, apoio financeiro a empresas e o aumento das despesas na área da saúde para enfrentar a crise sanitária.

Em 2020, esses gastos emergenciais fizeram os déficits mensais atingirem níveis iguais ou até superiores ao atual, em um contexto de economia paralisada e forte queda na arrecadação.

Já no cenário atual, o déficit ocorre sem uma crise dessa magnitude e está mais ligado a pressões internas do orçamento. Entre os principais fatores estão o aumento das despesas com Previdência, o pagamento de precatórios (dívidas judiciais da União), além de outros gastos obrigatórios que cresceram nos últimos anos.

Assim, embora os valores sejam semelhantes aos registrados durante a pandemia, a origem dos gastos é diferente: antes, concentrada em medidas emergenciais para conter uma crise global; agora, associada ao crescimento contínuo das despesas públicas em um cenário considerado normal da economia.

Deputados se revezam entre críticas e elogios ao governo estadual

 


https://www.almg.gov.br/comunicacao/noticias/arquivos/Deputados-se-revezam-entre-criticas-e-elogios-ao-governo-estadual/

 


Políticos de MG apostam que Cleitinho pode desistir mesmo liderando

Pesquisa Genial/Quaest mostra Cleitinho liderando cenários para o governo de Minas, mas senador evita confirmar candidatura

Raphael Veleda

29/04/2026 03:00, atualizado 29/04/2026 



O jornal Metrópoles destacou que lideranças políticas de Minas Gerais avaliam que o senador Cleitinho Azevedo pode não levar adiante uma eventual candidatura ao governo do estado em 2026, mesmo aparecendo na liderança em cenários da pesquisa Genial/Quaest.

De acordo com o levantamento, Cleitinho surge à frente tanto em projeções de primeiro quanto de segundo turno, com vantagem sobre adversários. Apesar disso, o próprio senador tem adotado cautela ao comentar os números e afirmou que a decisão sobre disputar o Palácio Tiradentes deve ficar para junho.

Nos bastidores, a indefinição é vista como estratégica e mantém o cenário político em aberto. Interlocutores avaliam que a alta taxa de indecisos — que chega a 86% na pesquisa espontânea — e o percentual de eleitores que ainda admitem mudar o voto indicam que o quadro eleitoral está longe de consolidado.

A possível desistência de Cleitinho é considerada relevante por diferentes grupos políticos, já que impactaria diretamente o posicionamento de outros pré-candidatos. O atual governador Mateus Simões (PSD), que aparece com índices mais baixos na pesquisa, afirmou estar tranquilo quanto ao cenário e destacou que eleições em Minas costumam ter mudanças ao longo da campanha.

Outros nomes também aparecem como alternativas no levantamento, como o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), que figura entre os primeiros colocados em alguns cenários, e o senador Rodrigo Pacheco (PSB), que ainda não confirmou candidatura.

A leitura entre analistas é de que o cenário segue aberto, com articulações em andamento e decisões importantes ainda pendentes, o que deve manter a disputa indefinida nos próximos meses.

ASSUNTO: POLICIAL MILITAR SALVA RECÉM-NASCIDO POR TELEFONE ATRAVÉS DE ORIENTAÇÕES DE PRIMEIROS SOCORROS*

 










*ASSUNTO: POLICIAL MILITAR SALVA RECÉM-NASCIDO POR TELEFONE ATRAVÉS DE ORIENTAÇÕES DE PRIMEIROS SOCORROS*

DATA: 22 DE ABRIL DE 2026ÀS 15:00 HORAS

LOCAL: ÁREA DO 9º RPM / TRIÂNGULO MINEIRO / COPOM / UBERLÂNDIA-MG

RESUMO DOS FATOS:

NA TARDE DA ÚLTIMA QUARTA-FEIRA (22/04/2026), A POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS, POR MEIO DO CENTRO DE OPERAÇÕES(COPOM DA 9ª RPM), LOGROU ÊXITO EM UM ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA QUE RESULTOU NO SALVAMENTO DE UM BEBÊ DE APENAS DOIS MESES DE VIDA. OS SOLICITANTES, PAIS DO PEQUENO ANTONY LUAN DANTAS SILVA, UM BEBÊ DE APENAS 2 MESES DE VIDA, ENTROU EM CONTATO VIA 190 EM ESTADO DE DESESPERO, INFORMANDO QUE SEU FILHO ESTAVA ENGASGADO COM LEITE, APRESENTANDO CIANOSE (COLORAÇÃO ROXA) E DIFICULDADE RESPIRATÓRIA SEVERA. DIANTE DA GRAVIDADE E DA URGÊNCIA, O MILITAR DE SERVIÇO(3º SGT PALHARES) MANTEVE A CALMA DOS PAIS E PASSOU A REPASSAR, PASSO A PASSO, AS ORIENTAÇÕES DA MANOBRA DE HEIMLICH ADAPTADA PARA LACTENTES. DURANTE A EXECUÇÃO DAS TÉCNICAS SOB A SUPERVISÃO DO POLICIAL, A CRIANÇA EXPELIU O LÍQUIDO, DESOBSTRUIU AS VIAS AÉREAS E VOLTOU A RESPIRAR NORMALMENTE E VOLTANDO AO ESTADO NORMAL.

RESULTADO POSITIVO: EM CONTATO POSTERIOR REALIZADO PELA EQUIPE DA PMMG, A MÃE CONFIRMOU QUE O BEBÊ PASSAVA BEM E AGRADECEU A INTERVENÇÃO DECISIVA DOS MILITARES, QUE FOI FUNDAMENTAL PARA PRESERVAR A VIDA DE SEU FILHO.

Policial saca arma em briga por vaga de estacionamento em shopping e é desarmado por sogra de rival




 Policial saca arma em briga por vaga de estacionamento em shopping e é desarmado por sogra de rival

Uma discussão envolvendo um policial militar, de 36 anos, e um historiador, de 47, por causa de uma vaga de estacionamento terminou em briga na tarde de sábado (25/4), em um shopping na região Leste de Belo Horizonte. Durante a confusão, o militar teria sacado a arma de fogo ao menos duas vezes. O caso foi registrado como agressão.

Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), o agente relatou que chegou ao local com a esposa grávida e o filho de 2 anos. Ao estacionar em uma vaga destinada a gestantes, um homem teria feito um gesto de reprovação e o chamado de “babaca”. O policial disse que questionou se ele seria “médico ou fiscal do estacionamento”.

Ainda conforme o relato do militar, o homem teria se exaltado, feito ameaças e avançado em sua direção. Para se defender, ele sacou a arma e advertiu o rival para que se afastasse. O homem, porém, teria continuado a se aproximar, dizendo “atira se você for homem”. O policial guardou a arma e passou a trocar agressões físicas. A briga foi interrompida momentaneamente, mas recomeçou. Em meio à confusão, a arma do militar desapareceu.

O historiador nega ter iniciado a briga. Ele afirmou que apenas passou pelo carro e pode ter feito um gesto com a cabeça, sem intenção de provocar. Segundo ele, o policial começou a xingá-lo e sacou a arma sem se identificar. Ainda de acordo com o relato, o militar teria guardado a arma e iniciado as agressões físicas, com socos e chutes, após correr em sua direção.

A esposa do historiador também relatou ter sido atingida ao tentar separar os dois, ficando com um olho roxo. A briga só terminou com a intervenção de terceiros e seguranças do shopping.

De acordo com o boletim de ocorrência, a arma do policial foi recolhida por seguranças após ter sido retirada pela sogra do historiador, que pegou o armamento na cintura do militar durante a briga para evitar um “mal maior”. A conduta dela não foi considerada criminosa.

Os envolvidos foram encaminhados à delegacia da Polícia Civil, onde assinaram um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). O historiador e a esposa passaram por exame de corpo de delito.

Em entrevista, o historiador afirmou que teme pela própria segurança e pretende buscar a Justiça. O shopping informou que a situação foi rapidamente controlada pela equipe de segurança e que está à disposição das autoridades. Já a PMMG informou que o policial estava fora de serviço e que foi instaurado procedimento administrativo para apurar o caso.

Dragões de Minas História e Valores Origem

 



Dragões de Minas 

História e Valores

Origem

O Dragões de Minas Moto Clube foi fundado em 14 de agosto de 2021, em Belo Horizonte, por três amigos integrantes da Polícia Militar de Minas Gerais que compartilhavam a paixão por motocicletas e viagens. Com o tempo, o projeto cresceu e ganhou um propósito maior, tornando-se também um grupo voltado para ações sociais e ajuda ao próximo.

Significado do nome

O nome “Dragões de Minas” não foi escolhido por acaso. Ele faz referência histórica aos “Dragões Del Rey de Minas”, um antigo regimento militar do século XVIII que deu origem à própria Polícia Militar de Minas Gerais. Essa ligação simboliza valores como coragem, honra, disciplina e compromisso com a sociedade.

Propósito e identidade

Desde sua criação, o motoclube se estruturou como uma irmandade, com foco em união entre motociclistas, viagens e encontros, confraternização, ações sociais e valorização da amizade.

Prioridades do integrante Dragões de Minas

Família

Trabalho/emprego

Dragões de Minas

Isso significa que a vida pessoal deve vir sempre em primeiro lugar, e, sempre que possível, estar presente junto à família Dragões de Minas. O grupo é formado principalmente por profissionais da segurança pública e familiares que compartilham dos mesmos valores e estilo de vida.

Crescimento

Mesmo sendo recente, o Dragões de Minas já nasceu com organização formal, incluindo estatuto e registro como associação. Está regularizado e vem se expandindo na região metropolitana de Belo Horizonte, promovendo eventos, passeios e iniciativas sociais.

Resumo

Um motoclube fundado em 2021, criado por policiais militares, inspirado em uma tradição histórica mineira, voltado para o motociclismo, a amizade e as ações sociais.

#somosdasminas


https://www.instagram.com/dragoesdeminas?igsh=N25uM25ubWY4cGph

#elesnao 🤢🤮