Lula desembarca em Belo Horizonte e dá início a compromissos em Minas Gerais
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Lula desembarca em Belo Horizonte e dá início a compromissos em Minas Gerais
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Dois homens, de 27 e 31 anos, morreram durante uma intervenção da Polícia Militar de Minas Gerais na noite de quinta-feira (18), no bairro Alto do Cabral, em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Segundo o boletim de ocorrência, os militares foram ao local após uma denúncia e, ao entrarem na residência com autorização de uma mulher que estava no imóvel, encontraram dois homens armados. Ainda conforme o registro policial, os suspeitos correram para um quarto e não obedeceram às ordens para largar as armas, momento em que foram atingidos por disparos efetuados pelos policiais.
Os dois foram socorridos para a UPA de Sabará, mas não resistiram aos ferimentos. A polícia informou que ambos possuíam passagens anteriores.
Na casa, os militares também localizaram 78 invólucros com cocaína. A mulher que permitiu a entrada da equipe foi presa após, segundo o boletim, reagir à abordagem e tentar agredir um policial com chutes.
A Corregedoria da PM acompanha o caso.
Espero ter ajudado.
Ribeirão das Neves. Net
Enquanto o debate sobre direitos humanos no sistema prisional ganha destaque, existe uma pergunta que raramente recebe a mesma atenção: quem cuida dos direitos humanos dos servidores que trabalham dentro das unidades?
Dados do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos apontam que 83% das denúncias recebidas em Minas Gerais em 2025 estavam relacionadas ao sistema prisional. Os números são preocupantes e exigem apuração rigorosa sempre que houver suspeita de violação de direitos.
Mas a realidade também expõe outro problema: a falta de efetivo, a sobrecarga de trabalho, o adoecimento físico e mental dos policiais penais e as condições muitas vezes precárias enfrentadas por quem está diariamente na linha de frente da custódia de milhares de pessoas privadas de liberdade.
Garantir direitos humanos não significa olhar apenas para um lado. Significa assegurar dignidade, segurança e respeito para todos os envolvidos no sistema prisional.
Um sistema prisional mais humano passa pela proteção dos Enquanto o debate sobre direitos humanos no sistema prisional ganha destaque, existe uma pergunta que raramente recebe a mesma atenção: quem cuida dos direitos humanos dos servidores que trabalham dentro das unidades?
Dados do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos apontam que 83% das denúncias recebidas em Minas Gerais em 2025 estavam relacionadas ao sistema prisional. Os números são preocupantes e exigem apuração rigorosa sempre que houver suspeita de violação de direitos.
Mas a realidade também expõe outro problema: a falta de efetivo, a sobrecarga de trabalho, o adoecimento físico e mental dos policiais penais e as condições muitas vezes precárias enfrentadas por quem está diariamente na linha de frente da custódia de milhares de pessoas privadas de liberdade.
Garantir direitos humanos não significa olhar apenas para um lado. Significa assegurar dignidade, segurança e respeito para todos os envolvidos no sistema prisional.
Um sistema prisional mais humano passa pela proteção dos custodiados, mas também pela valorização e pelo fortalecimento dos profissionais que sustentam esse sistema todos os dias.
Uma mulher de 28 anos morreu após ser baleada durante uma operação da Polícia Civil no bairro Bosque, em Araguari, no Triângulo Mineiro, na manhã desta quarta-feira (17).
De acordo com a corporação, a ocorrência aconteceu durante o cumprimento de mandados judiciais em um imóvel. Segundo a versão apresentada pela Polícia Civil, a mulher teria tentado tomar a arma de um dos policiais que participavam da operação, momento em que foi atingida por disparos.
A vítima foi identificada como Catarina Andrade. Conforme informações apuradas pela TV Integração, ela trabalhava no Cartório de Registro de Imóveis de Araguari.
As circunstâncias da ocorrência deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.
_Documento consolida criação da entidade e fortalece ações em defesa da valorização e do bem-estar dos militares da reserva e reformados_
Os veteranos da Polícia Militar da região do Alto São Francisco deram um importante passo para a consolidação de sua representatividade.
Reunidos na noite da quarta-feira 17, na sede da 110ª Companhia da Polícia Militar, os associados aprovaram, após amplo debate e análise, o Estatuto da Associação dos Veteranos do Alto São Francisco.
O encontro teve início às 19 horas e foi conduzido pelo vice-presidente da entidade, subtenente veterano Roberto Carlos Tomaz, que destacou a importância da aprovação do documento para a legalização da associação e para o fortalecimento das ações em benefício dos militares veteranos.
Segundo Tomaz, a próxima etapa será a realização dos registros cartorários, formalizando a constituição da entidade. Ele
Centrão e PL articulam derrubada de veto e defendem idade máxima de 35 anos para ingresso na PM
O Congresso Nacional deverá analisar nesta quinta-feira (18), às 10h, o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto que estabelece 35 anos como idade máxima para ingresso nas Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares. A proposta tem apoio de parlamentares do Centrão e da oposição, que trabalham para reverter a decisão presidencial.
Lula vetou integralmente o texto sob a justificativa de "contrariedade ao interesse público e inconstitucionalidade". Segundo o governo federal, a definição dos requisitos para ingresso nas corporações militares estaduais é uma competência dos estados, e a criação de um limite nacional de idade poderia ferir a autonomia estadual.
Os defensores da proposta argumentam que a medida ampliaria o número de candidatos aptos aos concursos, reduziria divergências entre as legislações estaduais e garantiria mais segurança jurídica aos certames. Para derrubar o veto presidencial, serão necessários os votos favoráveis de pelo menos 257 deputados e 41 senadores.
Violência física: empurrões, tapas, socos, chutes, queimaduras, estrangulamento ou qualquer agressão ao corpo.
Violência psicológica: humilhações, ameaças, chantagens, xingamentos, manipulação, perseguição, isolamento de amigos e familiares, controle excessivo e tentativas de destruir a autoestima da vítima.
Violência moral: calúnias, difamações, mentiras, exposição pública para humilhar ou desacreditar a mulher.
Violência patrimonial: destruição de objetos pessoais, retenção de documentos, controle do dinheiro, impedimento de trabalhar ou apropriação de bens e patrimônio.
Violência sexual: qualquer ato sexual sem consentimento, pressão para manter relações, impedimento do uso de métodos contraceptivos ou imposição de gravidez, aborto ou práticas sexuais indesejadas.
Violência digital: divulgação de fotos íntimas sem autorização, perseguição nas redes sociais, invasão de contas, monitoramento de mensagens, exposição e ameaças pela internet.
Muitas vezes o feminicídio é o último capítulo de uma sequência de violências que começou com controle, humilhações, ameaças e agressões aparentemente "menores". Por isso, toda forma de violência deve ser levada a sério.
Uma mulher não precisa estar machucada fisicamente para ser vítima de violência. O medo constante, a humilhação diária e a perda da liberdade também deixam marcas profundas.
As marcas que não aparecem foram deixadas por uma violência que muitas mulheres conhecem bem.
Durante muito tempo, mulheres são ensinadas a suportar. A perdoar. A compreender. A dar mais uma chance. A acreditar que vai mudar.
E quando finalmente criam coragem para denunciar, muitas vezes encontram um novo obstáculo: pessoas tentando convencê-las a desistir.
Se o seu companheiro diz para você não denunciar, denuncie.
Se um líder religioso tenta fazer você acreditar que denunciar é falta de perdão, denuncie.
Se um chefe usa sua posição para intimidar você e impedir que procure ajuda, denuncie.
Se qualquer autoridade tentar colocar medo na sua decisão de buscar justiça, denuncie.
Porque ninguém que realmente se preocupa com a sua vida vai pedir que você permaneça em silêncio diante da violência.
O feminicídio não começa com a notícia no jornal.
Ele começa quando a primeira agressão é ignorada.
Quando a primeira ameaça é minimizada.
Quando a vítima é desacreditada.
Quando o agressor percebe que ninguém vai impedi-lo.
Muitas mulheres que hoje estão em estatísticas já tentaram pedir ajuda um dia. Muitas já ouviram frases como "pense bem", "não faça isso", "você vai destruir uma família", "ele vai mudar", "não exagere".
Nenhuma mulher deveria carregar a culpa pela violência que sofreu.
A culpa é de quem agride.
A culpa é de quem ameaça.
A culpa é de quem tenta silenciar.
Eu sobrevivi para contar minha história.
Muitas não tiveram a mesma oportunidade.
Por elas, por nós e pelas que ainda estão sofrendo em silêncio, eu me recuso a me calar.
Se você está vivendo qualquer forma de violência, saiba de uma coisa: você não está sozinha.
Sua vida vale mais do que o medo.
Sua vida vale mais do que a opinião dos outros.
Sua vida vale mais do que a imagem de qualquer agressor.
Fale.
Denuncie.
Procure ajuda.
Quebre o silêncio antes que ele se transforme em uma tragédia.
Nenhuma mulher a menos.
A convocação de mais 400 aprovados para a Polícia Penal de Goiás, publicada nesta terça-feira (17), voltou a chamar a atenção de servidores de outros estados, inclusive de Minas Gerais.
Segundo informações obtidas, na primeira turma do curso de formação já houve a migração de policiais mineiros. Agora, a expectativa é que entre 15 e 20 servidores de Minas também sigam para Goiás na próxima turma, prevista para iniciar em agosto.
Entre os principais atrativos estão a remuneração, os valores pagos por serviços extraordinários e a escala de trabalho de 48 horas por 144 horas de descanso. De acordo com servidores, a soma dos vencimentos com os plantões extras pode fazer com que a remuneração ultrapasse R$ 10 mil mensais.
A movimentação reforça o debate sobre a valorização dos profissionais da segurança pública e a necessidade de políticas de retenção de servidores nos estados que enfrentam evasão de efetivo.
Aos policiais mineiros que estão seguindo para Goiás, fica o reconhecimento e a gratidão pelos serviços prestados à população de Minas Gerais. Que essa nova etapa seja marcada por conquistas, valorização profissional e realização pessoal.
Desejamos sucesso na nova jornada. Obrigado pelo trabalho realizado em Minas. Sejam felizes e que Deus abençoe o caminho de cada um.
Renata pimenta
CNN/VEJA/JOVEM PAN
Quando lula iz que "nunca foi esquerdista" e que "o mundo é do caminho do meio", ele está tentando transmitir a ideia de que sempre atuou de forma mais pragmática do que ideológica. Na prática, ele afirma que não se vê ligado a posições radicais de esquerda, defende negociações e acordos entre diferentes correntes políticas e acredita que governos funcionam melhor quando buscam equilíbrio entre políticas sociais e desenvolvimento econômico. A declaração também pode ser interpretada como um sinal de moderação para líderes internacionais e investidores.
A fala chama atenção porque Lula é fundador do Partido dos Trabalhadores, tradicionalmente identificado com a esquerda brasileira. Por isso, seus críticos argumentam que suas políticas e alianças ao longo da carreira o colocam claramente nesse campo político.
Em resumo, Lula não está dizendo que é de direita. O que ele procura transmitir é que se considera um político de conciliação, mais próximo do centro e do diálogo do que de posições ideológicas rígidas.
Lula diz a autoridades no G7 que nunca foi "esquerdista"
*Leia mais*: https://cnnbr.app/short/c1180692142/
*Pense bem, pense CNN*
*MINAS GERAIS*
Viatura da Polícia Militar capota em perseguição no Aglomerado da Serra
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São 24 anos de trajetória, marcados por compromisso, disciplina e dedicação à missão de servir e proteger. Cada ocorrência, cada escala, cada desafio enfrentado construiu não só uma carreira, mas uma história coletiva que merece reconhecimento.
Que este marco sirva também para reforçar a união da turma e valorizar tudo o que foi vivido ao longo desses anos. Parabéns a todos que seguem firmes nessa caminhada.
Abraço
Renata Pimenta
Na manhã desta segunda-feira, 16 de junho, foi realizada no 58º BPM uma emocionante solenidade em comemoração ao Dia do Policial Militar Veterano, denominada “Encontro com os Veteranos”, em homenagem àqueles que ajudaram a construir a história gloriosa da Polícia Militar de Minas Gerais, instituição que, neste ano, celebra 251 anos de existência.
Em um ambiente marcado por reencontros, histórias, homenagens e gratidão, a solenidade foi presidida pelo anfitrião, Major Castro, Comandante do 58º BPM, e contou com a presença dos prefeitos de Timóteo, Capitão Vitor Prado, e de Jaguaraçu, Tenente-Coronel Masseno; dos ex-comandantes do 58º BPM, Coronel Luiz Magalhães e Coronel Fabrício, além de veteranos de toda a região do Vale do Aço.
O evento reuniu 176 militares veteranos, pensionistas e familiares, reafirmando os laços que unem diferentes gerações da Polícia Militar.

É inexplicável para estudiosos das técnicas de comunicação de pré-campanhas e para os estatísticos versados em pesquisas eleitorais, a situação encontrada nos números divulgados pelos institutos de pesquisa, nos últimos dias. Referem-se esses estudiosos às pretensões de Romeu Zema e de Mateus Simões, especialmente.
As discussões de um grupo com formação na formulação de estratégias eleitorais estão focadas nas razões sobre a resistência do eleitorado nacional, no caso avaliando a pré-campanha de Romeu Zema, e do eleitorado mineiro, neste caso limitados aos números de Mateus Simões, para diagnosticar tamanha resistência das duas classes de eleitores aos dois nomes.
Sobre Romeu Zema, o grupo incorporou um agricultor do norte de Minas, bananicultor, para saber se tal resistência poderia estar ligada à forma como a fruta foi tratada pelo candidato em uma de suas peças de pré-campanha. Não foi e para o bananicultor, nada havia a acrescentar ao estudo. O problema, sugerem, está no vazio de ideias

Fechando a análise sobre a preferência do eleitorado mineiro em torno de seus mais expressivos nomes como candidatos nas próximas eleições, por incrível que possa parecer, os mesmos grupos foram unânimes em se manifestarem sobre Mateus Simões; eles disseram que o melhor, nesse momento, talvez fosse o governador rever sua ideia de se candidatar à reeleição, desistir com elegância, embora isso lhe seja difícil, e se colocar 100% dedicado à gestão do Estado, que vem acumulando problemas que agravam ainda mais a penosa situação de vários setores de sua administração, especialmente da sua segurança pública, da educação e, mais criticamente, da saúde, em todos os quadrantes do Estado.
Todos foram uníssonos na recomendação de que Mateus começasse a trabalhar em prol do Estado, para tentar salvar uma condição que, após 1º de janeiro de 2026, lhe possibilite andar nas ruas de Minas sem a necessidade de seguranças.
Ainda há tempo, na avaliação destes estudiosos, para atenuar essa situação de falência absoluta do Estado de Minas Gerais. Fica a sugestão que, aliás, já está exteriorizada nos números das pesquisas que vêm sendo divulgadas sucessivamente sobre seu governo. “O pior cego é o que não quer ver”, disseram.
Marqueteiros e estatísticos se veem desafiados (parte II)
por
Luiz Tito
Publicado em 15/06/2026
às 21:50
Sobre Mateus Simões, um psicólogo falou da naturalidade, simpatia e espontaneidade do atual governador e tais posturas, que bem avaliadas, tiveram considerável peso nos percentuais mostrados pelos mais diversos institutos sobre a preferência medida do eleitorado mineiro.
No plano federal, nas candidaturas à Presidência da República, os índices avaliados sobre Romeu Zema ainda não haviam refletido as últimas mensagens do ex-governador sobre o pré-candidato Flávio Bolsonaro que levaram o seu partido, o Novo, a criar caminhos distintos dos de Zema para que a legenda consiga manter relações amistosas com o PL em todo país, necessárias à afirmação de acordos regionais.
Além de Eduardo Bolsonaro, que se mostrou um pouco irritado com o Partido Novo e com seu maior nome, Romeu Zema, apenas o pré-candidato do Mobiliza, Cabo Dasciolo, foi ouvido pela imprensa nacional; cabo Dasciolo, limitou-se a dizer que não comentaria as posições que vêm sendo externadas por Romeu Zema, porque seu concorrente tem o dobro da preferência do eleitorado ouvido do que a dele, na disputa que ambos enfrentam: Zema tem 2% e ele, Dasciol
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Nota de Falecimento
É com profundo pesar que comunicamos o falecimento do Veterano do @pmmg.cpc.13bpm Geraldo Domingues de Farias, carinhosamente conhecido como "Zero", ocorrido em 16 de junho de 2026, aos 81 anos.
Morador do bairro São Tomaz, Geraldo deixa familiares, amigos e todos aqueles que tiveram o privilégio de conviver com sua amizade, simplicidade e história de vida.
Em memória de Geraldo Domingues de Farias
09/01/1945 – 16/06/2026
"Sua presença deixará saudades eternas e seu legado permanecerá vivo em nossos corações."
Velório e Sepultamento
📍 Cemitério Belo Vale – Capela Saudade
Av. Adair de Souza, nº 20
📅 17/06/2026
🕚 Velório: das 11h às 15h
Aos familiares e amigos, nossos sentimentos e solidariedade neste momento de despedida.
O homem, que atirou contra um cachorro da raça bulldog francês, no bairro Nova Granada, na Região Oeste de Belo Horizonte, se entregou à Polícia Civil nesta terça-feira (16). Segundo a Polícia Militar, o homem é sargento da ativa da corporação.
Em nota, a PM informou que "por ser crime comum e não militar, a apuração ficará à cargo da polícia judiciária". O suspeito se entregou na Delegacia Especializada de Crimes Contra o Meio Ambiente da PCMG, localizada no bairro Lourdes, na capital.
O caso aconteceu nesta segunda-feira (15). Nas imagens é possível ver que o homem vem caminhando pela calçada e passa em frente à loja. O animal, chamado Bruce, que fica sempre por ali, late para ele. Em seguida, ele saca uma arma e atira. O dono, Alexandre Silva Andrade, de 27 anos, imediatamente, sai em defesa de Bruce que continua latindo. O homem atira mais vezes (veja o vídeo acima).
Segundo a PM, Alexandre chegou a segurar a arma e tentar impedir que o suspeito continuasse atirando. Um funcionário da loja afastou o patrão do local para evitar uma situação ainda mais grave. Em seguida, ele recolheu o cachorro ferido e o levou para dentro do estabelecimento. Bruce foi atingido por um disparo no abdômen e levado para atendimento veterinário.
O cão Bruce foi internado e segundo o médico veterinário não corre risco de morte
O cão Bruce foi internado e segundo o médico veterinário não corre risco de morte
O bulldog francês foi levado para uma clínica veterinária. De acordo com a avaliação médica, a bala atravessou a região abdominal do animal, mas não atingiu órgãos vitais. Até o registro da ocorrência, ele permanecia em observação e apresentava quadro estável.

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o governo de Minas Gerais poderá manter, de forma excepcional e por prazo determinado, até 686 agentes penitenciários temporários para evitar o esvaziamento do sistema prisional enquanto um novo concurso público para a carreira de policial penal não é concluído.
A permanência desses profissionais será permitida até a finalização do concurso ou, no máximo, por 24 meses contados da publicação da ata de julgamento da decisão original sobre o tema, proferida em 12 de agosto de 2025. Prevalecerá o que ocorrer primeiro.
O acórdão foi publicado nesta segunda-feira (15). A nova deliberação do plenário foi tomada por unanimidade ao analisar um recurso apresentado pelo Estado contra o entendimento firmado pela Corte em agosto de 2025.
Na ocasião, o STF acolheu pedido da Associação dos Policiais Penais do Brasil (Ageppen-Brasil), apresentado ainda em novembro de 2023, e declarou inconstitucional um dispositivo da Lei Estadual 23.750/2020 que autorizava a admissão temporária de agentes de segurança penitenciária.
Naquele julgamento, os ministros concluíram que esses cargos, por força da legislação federal, devem ser ocupados exclusivamente por servidores aprovados em concurso público ou por transformação de cargos de carreiras equivalentes.
Por razões de segurança jurídica, entretanto, a Corte permitiu que os vínculos temporários então vigentes fossem mantidos até o término de seus prazos, evitando uma interrupção abrupta dos serviços prestados nas unidades prisionais.
O governo mineiro, contudo, solicitou que os ministros revisassem a forma de aplicação da medida ao longo do tempo. O Estado argumentou que todos os aprovados no último certame já haviam sido nomeados.
Além disso, informou que não havia mais cadastro de reserva disponível e que permaneciam 1.178 postos vagos. Também destacou que os 686 agentes penitenciários temporários em atividade, em dezembro de 2024, já eram insuficientes para garantir o funcionamento adequado das unidades prisionais.
Ao mesmo tempo, o Executivo ressaltou que um novo concurso para a carreira já havia sido autorizado, mas ainda sem previsão de conclusão. “(…) a realização de novo concurso, como cediço, é tarefa que demanda um prazo razoável, não se faz da noite para o dia”, afirmou.
Ao analisar o recurso, o relator, ministro Luiz Fux, reconheceu que a aplicação imediata e rigorosa da decisão anterior provocaria uma redução expressiva do efetivo nas prisões mineiras, justamente em um momento em que não havia mais candidatos aprovados para convocação.
Em seu voto, Fux também rejeitou a tentativa do Estado de preservar a validade da norma que autorizava admissões temporárias na Polícia Penal. O ministro ressaltou que permanece intacto o entendimento de que o ingresso na carreira deve ocorrer, como regra, exclusivamente por concurso público.
Ele destacou ainda que a autorização concedida representa uma medida transitória para evitar prejuízos ao sistema prisional mineiro durante esse período de transição. Por esse motivo, rejeitou outro pedido do governo, que pretendia liberar novas contratações temporárias de forma ampla por dois anos.
“A sensibilidade do serviço público subjacente à atividade dos policiais penais, que envolve a adequada prestação do serviço de segurança em unidades prisionais, recomenda que sejam adotadas soluções que prestigiem a manutenção da força de trabalho do sistema prisional”, escreveu.
O concurso em andamento para a Polícia Penal de Minas Gerais, organizado pelo Instituto AOCP, prevê 1.178 vagas para o cargo de policial penal, destinado a candidatos com nível médio e salário inicial em torno de R$ 5,3 mil, além de benefícios.
A prova objetiva foi realizada em janeiro deste ano e, agora, o certame está na fase de avaliação médica. Os candidatos ainda passarão pela prova de condicionamento físico, além das etapas de investigação social e do curso de formação.
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