sexta-feira, 24 de julho de 2026

 


PL cancela pré-candidatura de pastora filmada em confusão com entregador em Contagem

O Partido Liberal (PL) decidiu cancelar a pré-candidatura da pastora Renata Vieira, que pretendia disputar uma vaga de deputada estadual em Minas Gerais, após a repercussão de um vídeo em que ela aparece em uma discussão com um entregador de móveis, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

As imagens que circularam nas redes sociais mostram uma discussão durante uma entrega. A pastora afirmou que teria sido agredida primeiro e que reagiu à situação. Após a repercussão do caso, ela declarou que reconhece ter errado na forma como reagiu.

A direção estadual do PL informou que o caso foi encaminhado ao Conselho de Ética do partido e que, diante da situação, a legenda decidiu retirar o apoio à pré-candidatura. Segundo o presidente do PL em Minas Gerais, deputado federal Zé Vitor, a decisão impede que Renata Vieira siga na disputa pelo partido.

O episódio provocou debates sobre a postura de candidatos e a responsabilidade das legendas na escolha de seus representantes. A decisão foi tomada antes da convenção partidária, prevista para o período de definição das candidaturas.

Fontes:
Itatiaia
UOL Notícias
Metrópoles

 


O IPSM precisa de autonomia para defender seus beneficiários, e não de submissão política


Ao longo dos últimos anos, o Instituto de Previdência dos Servidores Militares de Minas Gerais (IPSM) esteve no centro de diversas controvérsias envolvendo sua gestão financeira e institucional. Há críticas recorrentes de que diferentes governos adotaram medidas que fragilizaram o Instituto: durante a gestão de Eduardo Azeredo, aponta-se a alienação de bens pertencentes ao IPSM; na administração Fernando Pimentel, houve reclamações quanto ao atraso no repasse de valores descontados dos militares aos prestadores credenciados; e, no governo Romeu Zema, são frequentes as críticas sobre a insuficiência de repasses ao Instituto. Soma-se a isso a elevação da alíquota previdenciária dos militares em 2019, de 8% para 10,5%, medida que também foi objeto de intensa controvérsia jurídica.


Independentemente da responsabilidade de cada governo, uma questão permanece: qual foi a postura institucional do IPSM diante dessas situações? A percepção de muitos beneficiários é de que o Instituto permaneceu excessivamente passivo diante de medidas que impactavam diretamente seu patrimônio e a assistência prestada aos militares e seus dependentes.


Agora, quando decisões judiciais corrigem parte dessas ilegalidades e reconhecem direitos anteriormente negados, surge o argumento de que o Instituto enfrenta dificuldades financeiras. Entretanto, não parece razoável que os beneficiários sejam chamados a suportar os efeitos de uma eventual omissão administrativa que não lhes pode ser atribuída. Direitos reconhecidos pela Justiça não representam prejuízo ao Instituto; representam, na verdade, a reparação de violações anteriormente praticadas.


Se ficar comprovado que administradores deixaram de adotar providências legais para proteger o patrimônio do IPSM ou de defender judicialmente seus interesses, é legítimo que os órgãos de controle apurem eventual responsabilidade administrativa, civil e, quando cabível, financeira. Quem contribuiu para o enfraquecimento do Instituto deve responder por seus próprios atos, e não transferir esse ônus aos usuários que sempre contribuíram regularmente para o sistema.


Esse debate revela um problema estrutural ainda mais grave: a falta de autonomia institucional do IPSM.


Uma alternativa que merece discussão é estabelecer mandato fixo para o Diretor-Geral do IPSM, com garantias de independência semelhantes às existentes em diversas agências e instituições públicas. Um dirigente com mandato próprio teria maior liberdade para defender os interesses do Instituto, inclusive promovendo medidas judiciais contra o próprio Estado de Minas Gerais sempre que houvesse lesão ao patrimônio do IPSM ou aos direitos de seus beneficiários, sem receio de sofrer pressões políticas ou retaliações administrativas.


Atualmente, o fato de o Comandante-Geral da Polícia Militar exercer cumulativamente a direção do IPSM pode gerar a percepção de limitação da autonomia institucional, especialmente quando eventuais medidas judiciais possam contrariar interesses do próprio Poder Executivo. Ainda que seus ocupantes atuem com dedicação e boa-fé, a estrutura vigente pode dificultar uma atuação plenamente independente.


O IPSM não pertence a governos. O IPSM pertence aos militares estaduais, pensionistas e seus dependentes, que o financiam por meio de contribuições obrigatórias. Sua missão é proteger esse patrimônio e garantir assistência digna aos seus beneficiários.


Fortalecer a autonomia do Instituto, conferir independência à sua direção e assegurar mecanismos efetivos de responsabilização administrativa são medidas que podem contribuir para impedir que interesses políticos prevaleçam sobre os direitos daqueles que sustentam o sistema há décadas. 

Luiz Remidio

 


O projeto que autoriza a comercialização, aquisição e posse de spray de pimenta para defesa pessoal de mulheres deu mais um passo importante no Congresso Nacional. A proposta foi aprovada pelo Senado Federal e encaminhada para sanção do presidente da República.

Até o momento, no entanto, a medida ainda não é lei. O texto segue aguardando a decisão presidencial. Somente após a sanção e a publicação no Diário Oficial da União é que as novas regras passarão a valer.

Se for sancionada, a proposta permitirá que mulheres maiores de 18 anos adquiram e mantenham spray de pimenta para defesa pessoal. Adolescentes entre 16 e 18 anos também poderão adquirir o dispositivo, desde que tenham autorização do responsável legal. O projeto ainda estabelece regras para a comercialização e prevê penalidades para o uso indevido do equipamento.

A proposta ganhou força diante do aumento dos casos de violência contra a mulher e tem como objetivo ampliar os meios de proteção pessoal, sem substituir as políticas públicas de prevenção e combate à violência.

Fontes: • Senado Federal – Agência Senado. • Projeto de Lei nº 727/2026.

 


O avanço do crime organizado no Brasil reacende um debate cada vez mais presente: chegou o momento de classificar facções como PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas?

Durante evento realizado no Ministério Público de São Paulo, o procurador-geral de Justiça, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, afirmou que o crime organizado nunca esteve em um nível tão alto no país. Segundo ele, essas organizações já possuem atuação transnacional e representam uma das maiores ameaças à democracia. O promotor Lincoln Gakiya também destacou a expansão internacional das facções, sua infiltração na política, na economia formal e os vínculos com organizações criminosas estrangeiras.

Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a adoção de um enquadramento jurídico mais rigoroso. Defensores dessa medida argumentam que a classificação como organizações terroristas poderia ampliar a cooperação internacional, fortalecer o combate financeiro às facções e aumentar a capacidade do Estado de enfrentá-las.

Por outro lado, especialistas lembram que a legislação brasileira e diversos tratados internacionais costumam vincular o terrorismo a motivações políticas, ideológicas ou religiosas. Como as facções têm, em regra, finalidade econômica e lucrativa, há quem entenda que o enquadramento atual como organizações criminosas continua sendo o mais adequado.

Independentemente da posição adotada, há um ponto que parece reunir consenso: o fortalecimento das facções criminosas exige uma resposta cada vez mais coordenada do Estado, com integração entre as forças de segurança, combate à corrupção, inteligência e cooperação internacional.

Fonte: CNN Brasil, 24 de julho de 2026.

 


Autoextermínio de policiais  cresce 40%


Os casos de autoextermínio entre policiais  registraram aumento de 40%, reforçando o alerta para a necessidade de ampliar as políticas de prevenção e cuidado com a saúde mental dos profissionais da segurança pública. Especialistas apontam que fatores como estresse crônico, pressão da atividade policial, exposição constante à violência e dificuldades para buscar apoio psicológico contribuem para esse cenário. O tema evidencia a importância de ações institucionais voltadas ao acolhimento, acompanhamento e valorização desses servidores. 


Fonte: 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). 


quarta-feira, 22 de julho de 2026

"Coronel Cleide, muitas militares e ex-companheiras de militares ainda enfrentam perseguições veladas, intimidações e ameaças, mesmo após o fim do relacionamento. Romper um ciclo de violência não encerra, necessariamente, o sofrimento. Muitas continuam vivendo com medo por anos. Essa é uma realidade que precisa ser vista, acolhida e enfrentada."

 


"Também é preciso reconhecer que existem casos de denunciação caluniosa contra homens. Se defendemos que todos são iguais perante a lei, não há motivo para esconder essa realidade. Combater a violência contra a mulher e responsabilizar denúncias falsas não são causas incompatíveis. Ambas exigem investigação séria, respeito ao devido processo legal e compromisso com a verdade."






 


Hoje é um dia especial para os excedentes da turma CTSP 2010.

Há exatos 16 anos, iniciávamos oficialmente nossa trajetória na Polícia Militar de Minas Gerais. Uma caminhada marcada por desafios, aprendizados, renúncias e, acima de tudo, pelo compromisso de servir e proteger a sociedade mineira.

Ao longo desses anos, muitos seguiram caminhos diferentes dentro da instituição, mas todos carregam a mesma história de luta, dedicação e amor pela farda.

Parabéns a todos os excedentes da turma CTSP 2010 pelos 16 anos de PMMG. Que Deus continue protegendo cada policial militar, dando força, sabedoria e saúde para seguir cumprindo essa nobre missão.

"Servir e proteger" não é apenas um lema. É uma escolha renovada todos os dias.

 


Delegada investigada por uso de viatura oficial recebe nova licença médica de 30 dias

A delegada da Polícia Civil de Minas Gerais, Wanessa Santana Martins Vieira, investigada pelo crime de peculato, recebeu uma nova licença médica de 30 dias. O afastamento foi concedido pelo Hospital da Polícia Civil na última segunda-feira (20) e publicado nesta quarta-feira (22).

Esta é a quarta licença médica concedida à delegada desde o início das investigações, em abril. O Hospital da Polícia Civil não informou o motivo do novo afastamento.

Segundo o Portal da Transparência, durante o período de licença médica a delegada continua recebendo normalmente seus vencimentos, que somam aproximadamente R$ 23,5 mil mensais.

Wanessa Santana e o marido são investigados após um advogado ter sido flagrado utilizando uma viatura descaracterizada da Polícia Civil para fins particulares. O caso ocorreu durante uma operação policial na região da Pampulha, em Belo Horizonte.

Após a abertura da investigação, a delegada foi removida administrativamente da chefia da delegacia de São José da Lapa para a 1ª Central Estadual do Plantão Digital, em Belo Horizonte. A apuração segue em andamento e ainda não há conclusão sobre eventual responsabilidade criminal ou administrativa da investigada.

Demonstrativo disponível no QAPP

 


 


AO SENHOR TENENTE CORONEL ADEMIR FAGUNDES -

DD. COMANDANTE DO 37 BPM ARAXÁ - MG -  NOSSA HOMENAGEM!


Há uma máxima entre nós militares que diz :

Quando um Policial Militar encerra os seus laboriosos serviços a Corporação da Policia Militar de Minas Gerais,

 " de imediato,  a  Policia Militar, sai dele, mas ele - leva um longo tempo para sair da Polícia Militar"!

 

  Ilustre  senhor Ten Cel Fagundes:

Chegou o  vosso tempo  de viver aquilo que durante toda  jornada  estando na ativa - talvez não tivesse  tempo de viver. 


Chegou o  dia de o senhor  reformar- se.

Tempo de fazer parte dos veteranos, tempo de ter tempo de fazer parte  do Universo do 

" time de militares  veteranos" - do 37 BPM De Araxá MG.

 

Chegou a hora de  despedir - se de uma linda e desafiadora jornada.


E foram anos de dedicação à brilhante carreira -  que agora vos  proporciona  a tranquilidade de poder aproveitar a nova fase,  na certeza de que  fizera o máximo, com espero,  méritos e competência !


E  temos a certeza  que está agradecido e orgulhoso do caminho que percorreu  e das conexões que fez ao longo do tempo até este sublime momento.


E temos a certeza que irá sentir saudades de todos os companheiros que fizeram parte dessa  longa caminhada vestindo a farda da gloriosa Policia Militar de Minas Gerais...


 Desde os tempos de soldado, de  Cadete, de Oficial até o presente momento no posto de Ten Coronel.


Mas, certamente não irá sentir saudades  do despertador...

Vos acordando para mais um dia de serviço na proteção da sociedade...


Senhor Coronel!

Vossa senhoria cumpriu com toda galhardia,  dedicação e empenho essa árdua profissão de servir a comunidade, sendo um Policial Militar.

 E que nessa despedida, nessa  partida deixará uma lacuna e muitas  saudades!


Muito embora a  despedida entre verdadeiros amigos nunca existirá, pois os nossos verdadeiros amigos não estão apenas no nosso dia a dia, mas estão no mais profundo sentimento da alma...


Independentemente de onde esteja, independente da distância, das  circunstâncias e problemas. 


Parabéns ilustre senhor  Coronel PM,  Ademir Fagundes...


És a partir de hoje, com muito orgulho,  um:

 VETERANO DA POLICIA MILITAR DO ESTADO  DE MINAS GERAIS!


Autor:

Romeu Borges da Silva 

  Sargento reformado

terça-feira, 21 de julho de 2026



Nova lei cria Transação Administrativa Disciplinar para militares estaduais de Minas Gerais

Foi publicada no Diário Oficial de Minas Gerais a Lei nº 25.984/2026, que institui a Transação Administrativa Disciplinar (TAD) para policiais militares e bombeiros militares.

A nova ferramenta permite que, em casos de transgressões disciplinares leves, o militar celebre um acordo com a Administração, dispensando a instauração de processo administrativo disciplinar, desde que atendidos os requisitos previstos na legislação.

Entre as condutas que poderão ser analisadas para a aplicação da TAD estão atraso injustificado ao serviço, descumprimento de normas de apresentação pessoal, atitudes incompatíveis com a boa educação, acesso não autorizado a repartições ou sistemas informatizados, retardamento injustificado no cumprimento de ordens, fumar em locais proibidos e realizar permuta de serviço sem autorização.

Como contrapartida, a Transação Administrativa Disciplinar poderá prever o ressarcimento de eventual dano ao erário ou o cumprimento de escala extraordinária de serviço, preferencialmente operacional, de até oito horas, sem remuneração adicional.

A legislação determina que essa escala seja cumprida em até 45 dias após a celebração do acordo, respeitando um intervalo mínimo de 12 horas entre a jornada regular e o serviço extraordinário. As horas cumpridas também não serão computadas na carga horária normal de trabalho.

A utilização da TAD dependerá da análise da autoridade competente e do preenchimento dos requisitos legais. A expectativa é reduzir a burocracia, dar maior celeridade ao tratamento de infrações de menor gravidade e permitir que os processos disciplinares sejam concentrados em casos mais complexos.

A medida foi criada pela Lei nº 25.984/2026, originada do Projeto de Lei nº 924/2023, de autoria do deputado estadual Caporezzo, e altera o Código de Ética e Disciplina dos Militares do Estado de Minas Gerais.


Velório e sepultamento da capitã Michele Leão Azevedo serão realizados nesta quarta-feira

 


Velório e sepultamento da capitã Michele Leão Azevedo serão realizados nesta quarta-feira

O velório da capitã Michele Leão Azevedo, que morreu em Belo Horizonte na última segunda-feira (20), será realizado nesta quarta-feira (22), na Funerária São Cristóvão, no bairro Nova Gameleira.

A cerimônia de despedida acontecerá das 9h às 15h. Em seguida, o cortejo seguirá para o Cemitério da Paz, onde o sepultamento está previsto para as 16h.

Familiares, amigos e colegas de farda poderão prestar as últimas homenagens à oficial da Polícia Militar de Minas Gerais.

🥀😭



A comandante geral da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), coronel Cleide Barcelos dos Reis Rodrigues, divulgou nesta terça-feira (21) uma nota de pesar pela morte da capitã Micheli Leão Azevedo, de 41 anos, e fez um chamado ao cuidado coletivo dentro da corporação.


Na nota, a coronel afirmou que a PMMG é "mais do que uma instituição" e deve funcionar como uma família, com atenção mútua entre os integrantes. Ela destacou a importância de perceber sinais de que algo vai mal com um colega e de oferecer apoio antes que seja tarde. "O cuidado também faz parte da nossa missão", escreveu.


A comandante reforçou ainda que nenhum policial militar deve enfrentar suas dificuldades sozinho, e que fortalecer os laços de companheirismo, ouvir e apoiar os colegas devem ser compromissos presentes na rotina, dentro e fora do serviço. A nota encerrou com solidariedade à família da capitã.


O caso que motivou a nota envolve o sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, de 37 anos, marido de Micheli, que foi preso preventivamente após levar a oficial, já sem sinais de vida, ao Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte. A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) apontou a presença de lesões graves no rosto da vítima como um dos elementos que embasaram a prisão em flagrante.


Segundo o registro policial, o sargento relatou que o casal havia realizado uma festa na véspera, com consumo de bebidas alcoólicas e de comprimidos de ecstasy. Durante o atendimento na unidade de saúde, Eduardo descartou uma caixa com 18 comprimidos da substância na lixeira do banheiro. As investigações seguem sob responsabilidade da Polícia Civil.


#PMMG #MinasGerais #SegurancaPublica #BeloHorizonte #PoliciaMinasGerais #CuidadoEntreCompanheiros #PCMG #JusticaMG #NoticiasMG #BH #ForçasDeSegurança

A crítica a um candidato não significa apoio ao outro. Posso discordar do Gabriel e, ao mesmo tempo, não considerar Mateus Simões uma boa opção.

 



 A capitã da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), Michelle Leão Azevedo, foi levada já sem vida ao Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte, na noite desta segunda-feira (20).

De acordo com as informações apuradas até o momento, a oficial foi socorrida pelo marido, um sargento da PMMG, que informou que ela teria sofrido uma queda de escada.

Durante o atendimento, a equipe médica identificou lesões que levantaram dúvidas quanto à causa da morte e acionou a Polícia Militar. O sargento foi preso e a ocorrência passou a ser investigada.

A Polícia Civil realizou perícia no hospital, no veículo utilizado pelo militar e na residência do casal. As circunstâncias da morte da capitã serão esclarecidas no decorrer das investigações.

A Polícia Militar informou que concederá uma entrevista coletiva na manhã desta terça-feira (21), quando deverá divulgar mais informações sobre o caso.


👇Caso o marido seja formalmente indiciado ou novas informações oficiais sejam divulgadas, atualizaremos para refletir os fatos confirmados.


Que Deus conforte familiares e amigos. 🥀




Quem era a capitã Michelle Leão Azevedo, oficial da PMMG encontrada morta em Belo Horizonte


A morte da capitã da Polícia Militar de Minas Gerais, Michelle Leão Azevedo, gerou grande comoção entre policiais militares e familiares. A oficial morreu na noite de segunda-feira (20), após ser levada ao Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte.


Michelle iniciou sua formação no Curso de Formação de Oficiais da PMMG em 2008 e foi declarada oficial em 2010. Ao longo da carreira, alcançou o posto de capitã e atuava na área de segurança pública.


Buscando aperfeiçoamento profissional, concluiu entre 2022 e 2023 uma especialização no Instituto Federal do Sul de Minas Gerais (Ifsuldeminas). Seu trabalho de conclusão abordou a importância do estudo da jurisprudência dos Tribunais Superiores para a atuação da Polícia Militar de Minas Gerais.


O caso ganhou repercussão após a capitã dar entrada no hospital apresentando diversas lesões pelo corpo. Segundo as informações divulgadas até o momento, o marido, um sargento da PMMG, informou inicialmente que ela teria sofrido uma queda de escada. No entanto, a equipe médica considerou que os ferimentos observados levantavam dúvidas sobre essa versão e acionou a Polícia Militar.


Durante o atendimento, os militares também apreenderam uma caixa contendo comprimidos com características semelhantes ao ecstasy, que teria sido descartada pelo sargento no banheiro do hospital. O material foi encaminhado para perícia.


O sargento foi preso e o caso passou a ser investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que irá apurar as circunstâncias da morte da oficial. A Polícia Civil e a Polícia Militar seguem realizando diligências para esclarecer a dinâmica dos fatos.

segunda-feira, 20 de julho de 2026

 


A orientação é que o policial militar procure seu comandante e apresente sua situação da forma que considerar mais adequada. Afinal, ninguém conhece melhor a própria realidade do que o próprio militar, que é quem pode explicar com precisão as circunstâncias do seu caso.


Além disso, em qualquer situação, o militar também pode encaminhar sua demanda diretamente à Seção de Movimentações, para que ela seja analisada pelos canais competentes.


É importante destacar que as movimentações têm como objetivo principal atender às necessidades operacionais das Unidades da PMMG, garantindo a continuidade e a eficiência do serviço policial. Ao mesmo tempo, o Comando tem buscado, sempre que possível, conciliar essas demandas operacionais com as necessidades individuais dos militares, analisando cada situação dentro das possibilidades e dos critérios da Instituição.


CJP 

 


Orientação sobre movimentações

Prezados militares,

Sabemos que a movimentação é um assunto muito importante para a vida de cada policial militar, principalmente para aqueles que estão há anos aguardando a oportunidade de retornar para mais perto de suas famílias.

Cada militar possui uma história, uma realidade e uma necessidade diferente. Por isso, a orientação é que o militar apresente o seu caso específico ao seu comandante imediato, relatando sua situação pessoal e profissional, para que possa ser avaliada de forma individual.

Também é possível encaminhar a demanda à Seção de Movimentações, para que cada situação seja analisada dentro dos critérios existentes pela Instituição.

O Comando compreende a expectativa daqueles que aguardam uma movimentação e sabe que, por trás de cada pedido, existe uma família, uma rotina e muitas vezes anos de espera. Entretanto, as movimentações também precisam atender às necessidades operacionais das Unidades e à disponibilidade de vagas.

O objetivo é buscar, sempre que possível, o equilíbrio entre a necessidade do serviço policial e a realidade dos militares.

Por isso, a orientação é que todos utilizem os canais oficiais, apresentem suas demandas e mantenham o diálogo aberto, para que cada caso possa ser conhecido e avaliado.

Cada solicitação tem sua particularidade, e somente com as informações apresentadas pelo próprio militar é possível compreender melhor a situação e buscar a melhor solução dentro das possibilidades da Instituição.

STF determina recondução de Coronel Sandro à Prefeitura de Governador Valadares

O ministro Flávio Dino concedeu medida liminar para suspender o decreto legislativo de cassação contra o ex-deputado estadual.
Coronel Sandro
Dino determinou a recondução de Coronel Sandro ao cargo de prefeito de Governador Valadares. Foto: Alexandre Netto/ALMG

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a recondução do ex-deputado Coronel Sandro (PL) à Prefeitura de Governador Valadares, no Vale do Rio Doce. A decisão é desta segunda-feira (20) e tem assinatura do ministro Flávio Dino.

De acordo com o ministro, o processo de cassação contra Sandro descumpriu o rito previsto no Decreto-Lei nº 201/1967, o que configura usurpação da competência legislativa da União. Assim, na interpretação de Dino, a Câmara local feriu a súmula vinculante nº 46 do STF. Esse texto estabelece que a definição de crimes de responsabilidade e o estabelecimento das respectivas normas de processo e julgamento são de competência legislativa privativa da União.

Na prática, o decreto-lei citado determina que a primeira sessão de um processo de impeachment precisa reunir quatro atos: a leitura da denúncia, a deliberação sobre o seu recebimento, a constituição da comissão processante e a eleição do seu respectivo presidente e relator.

No caso de Sandro, no entanto, isso não aconteceu, já que a denúncia, apesar de conhecimento da Câmara desde 9 de fevereiro deste ano, só foi lida em 2 de março de 2026.

“No caso, a denúncia foi entregue ao presidente da Câmara Municipal no dia 9 de fevereiro de 2026. No mesmo dia, o presidente determinou a inclusão da denúncia na sessão imediatamente seguinte, designada para 10 de fevereiro de 2026. Na sessão de 10 de fevereiro de 2026, os vereadores tomaram conhecimento da denúncia. Porém, na mesma sessão, requereram, por escrito, o adiamento de sua leitura e apreciação, sob a justificativa da ‘expressiva quantidade de páginas do expediente apresentado’, e pediram sua inclusão na pauta seguinte. A leitura e o recebimento da denúncia, contudo, somente ocorreram em outra sessão, realizada em 2 de março de 2026”, narra o ministro em sua decisão monocrática.

Além de deferir a liminar, Dino submeteu a decisão ao referendo da Primeira Turma do STF. Assim, o colegiado de ministros, formado por Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin, além de Dino, ainda vai analisar a deliberação do relator.

Segundo Flávio Dino, este “fracionamento do rito” explicado acima feriu o determinado pelo pacto federativo, já que alterações na tramitação são reservadas somente à União.

Dino discorda do TJMG

Coronel Sandro já havia tentado derrubar a cassação por meio do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). No entanto, em acórdão anterior, o TJMG decidiu que a alteração no rito não representou dano à defesa do ex-deputado estadual.

Flávio Dino, no entanto, discordou dessa interpretação na decisão desta segunda. “Não se cuida, aqui, de revisitar a conclusão fática do Tribunal de origem quanto à ausência de dano à defesa. O que se afirma, neste momento processual, é que esse critério é juridicamente inadequado para resolver a controvérsia”, escreveu o ministro.

A denúncia

Coronel Sandro deixou a prefeitura após a Câmara cassar seu mandato em 14 de maio. Houve 18 votos favoráveis ao impeachment e três manifestações contrárias. Desde então, Bonifácio Mourão, também do PL, está à frente do Executivo municipal.

O pedido de cassação, protocolado pelo morador Fabiano Márcio da Silva, remonta a julho do ano passado, quando a prefeitura rescindiu o contrato com a CPTRANSLETE, cooperativa que operava o sistema escolar. Poucos dias depois, em agosto, a empresa Alphavia Transportes e Máquinas teria assumido as rotas.

Segundo a acusação, a adesão de Valadares ao Consórcio Interfederativo de Minas Gerais (Ciminas) — estrutura escolhida para centralizar o novo serviço — e a assinatura do convênio só foram formalizadas em 3 de setembro de 2025, cerca de um mês após o início das atividades da Alphavia. O extrato contratual só foi publicado no Diário Oficial em outubro.

Ainda conforme a peça, a nova prestadora teria operado a frota utilizando parte da estrutura vinculada à cooperativa anterior.

Luto

 


Nota de Luto

É com profundo pesar que comunicamos o falecimento do Policial Penal Hernandes Ferreira de Lima Filho, integrante do COPE.

Neste momento de dor, manifestamos nossos mais sinceros sentimentos aos familiares, amigos e colegas de farda, desejando que encontrem força e conforto para enfrentar esta irreparável perda.

Que Deus o receba em Sua infinita misericórdia e conceda paz e consolo a todos os que sofrem com sua partida.

Nossos sentimentos. Descanse em paz. 🖤

Carta Aberta de Compromissos com a Segurança Pública, a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros Militar e a Família Militar de Minas Gerais



Carta Aberta de Compromissos com a Segurança Pública, a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros Militar e a Família Militar de Minas Gerais

Gabriel Azevedo – Pré-candidato ao Governo de Minas Gerais

Paulo Brant – Pré-candidato a Deputado Federal

Apresentação

Às mineiras e aos mineiros, aos bombeiros e policiais militares, aos educadores do Colégio Tiradentes, aos familiares, pensionistas, servidores civis, veteranos e a todos que fazem parte das instituições militares de Minas Gerais.

A sociedade mineira tem direito à paz social, à ordem pública e à segurança.

Garantir esses direitos passa por fortalecer as instituições responsáveis por proteger a população, prevenir a violência, enfrentar o crime organizado, responder às emergências e preservar vidas.

Valorizar a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar não é atender a um interesse corporativo. É criar condições para ampliar a presença do Estado no território, enfrentar o avanço do crime organizado, melhorar a resposta às ocorrências, recuperar a sensação de segurança da população e reduzir feminicídios e homicídios.

Minas Gerais possui instituições respeitadas, profissionais experientes e uma longa tradição na segurança pública. Isso, porém, não pode servir de desculpa para ignorar os problemas.

Os dados mostram que há muito a melhorar. A violência não atinge todas as regiões e todas as pessoas da mesma forma. Mulheres, jovens, moradores das periferias, comerciantes, produtores rurais e famílias que vivem em áreas dominadas pelo crime sentem, de maneiras diferentes, a ausência ou a demora do Estado.

Também surgiram novos desafios. Ataques ao patrimônio, crimes digitais, fraudes, ocupação de territórios, organizações criminosas, roubo de cargas e violência contra a mulher exigem inteligência, integração entre as instituições e tecnologia.

A rotina de quem veste a farda é feita de decisões tomadas em segundos, escalas difíceis, noites sem descanso e famílias que esperam em casa. Quem observa essa realidade de fora nunca a compreende por inteiro.

A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar são instituições essenciais ao Estado. Estão presentes em todo o território mineiro e chegam quando o cidadão mais precisa de proteção, socorro ou resposta.

Instituições dessa importância não podem ser tratadas como instrumento de propaganda. Devem ser ouvidas, respeitadas e cobradas por resultados. Precisam de planejamento, comando técnico, orçamento responsável e condições adequadas de trabalho.

Na vida pública, palavra tem valor.

Quando Paulo Brant foi vice-governador, acompanhou de perto o episódio em que o governo encaminhou à Assembleia Legislativa uma proposta de recomposição para a segurança pública e, no momento da sanção, cumpriu apenas parte do que havia sido anunciado.

A proposta previa reajuste escalonado de 41,7%, mas apenas a primeira parcela, de 13%, foi sancionada. Paulo Brant tornou pública sua divergência e deixou o Partido Novo.

Entre a conveniência política e o compromisso assumido com a segurança pública, escolheu manter sua palavra.

Agora, nós, Gabriel Azevedo, ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte e pré-candidato ao Governo de Minas Gerais pelo MDB, e Paulo Brant, ex-vice-governador de Minas Gerais e pré-candidato a deputado federal pelo MDB, apresentamos os seguintes compromissos.

Não prometemos soluções fáceis. Assumimos o compromisso de trabalhar com verdade, planejamento e coragem para enfrentar os problemas que Minas Gerais adiou por tempo demais.

Os 20 compromissos

Tratar a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar como instituições de Estado.

Falar a verdade sobre remuneração, orçamento e capacidade financeira do Estado.

Enfrentar o problema da dívida de Minas Gerais.

Preservar o IPSM e fortalecer a proteção social militar.

Valorizar veteranos e pensionistas com respeito e responsabilidade.

Tratar a valorização profissional com planejamento e responsabilidade.

Tratar escala, jornada e banco de horas como questões de segurança.

Cuidar da saúde mental dos profissionais da segurança pública.

Garantir segurança jurídica a quem age dentro da lei.

Planejar o efetivo de acordo com as necessidades de cada região.

Garantir condições adequadas de trabalho.

Preservar o Colégio Tiradentes e sua ligação com a família militar.

Fortalecer a formação, o aperfeiçoamento profissional e a inovação. (Trecho não apareceu nas imagens enviadas.)

Integrar as instituições responsáveis pela segurança e pela Justiça.

Combater o crime organizado com inteligência e presença permanente do Estado.

Dar prioridade aos investimentos em segurança, inteligência e tecnologia.

Enfrentar o assédio, o abuso e o adoecimento dentro das instituições.

Respeitar e valorizar as mulheres militares.

Proteger a autonomia técnica e a legalidade das instituições.

Prestar contas à sociedade e aos profissionais da segurança.

Compromisso final

A população mineira quer viver com mais segurança. Quer andar pelas ruas, trabalhar, abrir seu comércio, estudar e voltar para casa sem medo.

Os profissionais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar querem condições para cumprir sua missão. Querem comando respeitado, equipamentos adequados, jornada organizada, saúde mental cuidada, segurança jurídica, remuneração tratada com seriedade e proteção para suas famílias.

Esses objetivos não são contraditórios.

Valorizar quem protege Minas Gerais é melhorar o serviço prestado à sociedade. Cobrar resultados das instituições também é respeitar sua importância.

Assumimos o compromisso de tratar a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar como instituições de Estado.

Não vamos esconder a realidade financeira, prometer o que não pode ser cumprido ou usar a segurança pública como instrumento de propaganda.

Vamos trabalhar para integrar as instituições, enfrentar o crime organizado, reduzir a violência, melhorar a gestão, proteger os profissionais e devolver à população o direito de viver com mais paz e segurança.

Quem protege Minas Gerais precisa ser respeitado por Minas Gerais. E Minas Gerais precisa de instituições fortes para proteger sua população.

Belo Horizonte, 15 de julho de 2026.

Gabriel Azevedo

Ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte

Pré-candidato ao Governo de Minas Gerais pelo MDB

Paulo Brant

Ex-vice-governador de Minas Gerais

Pré-candidato a deputado federal pelo MDB.

Luto

 


É com profundo pesar que comunicamos o falecimento do veterano Sargento José Rosa Filho, do 14º Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais (14º BPM), em Ipatinga.

Neste momento de dor, manifestamos nossas mais sinceras condolências aos familiares, amigos e irmãos de farda. Que Deus conceda força e conforto a todos para enfrentar essa perda irreparável.

Descanse em paz, Sargento José Rosa Filho. Sua história e seus serviços prestados à sociedade mineira serão sempre lembrados.

sábado, 18 de julho de 2026

 


NOTA DE PESAR


É com profundo pesar que recebemos a notícia do falecimento de Matheus Azevedo, ocorrido neste sábado, 18 de julho.


Matheus era irmão do senador Cleitinho Azevedo, do deputado estadual Eduardo Azevedo e do ex-prefeito de Divinópolis Gleidson Azevedo, integrando uma família muito querida e respeitada em Minas Gerais.


Neste momento de dor e despedida, manifestamos nossas mais sinceras condolências aos seus familiares, amigos e a todos que acompanharam sua luta com fé, esperança e orações. Sua coragem diante das adversidades e sua força para enfrentar os desafios da vida permanecerão como exemplo para todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo.


Que Deus conceda conforto aos corações enlutados, fortaleça sua família e receba Matheus em Sua infinita misericórdia.


🖤 Matheus Azevedo

In Memoriam


"Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé."

2 Timóteo 4:7


18 de julho de 2026

Descanse em paz.


https://www.instagram.com/p/Da8yyw9uwyK/?igsh=MWp4a2Y3c3h0bzFh

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