quinta-feira, 23 de abril de 2026

Você sabia que já existiu uma Companhia de Polícia Feminina na PMMG?*

 


> *SÉRIE - 45 ANOS DA POLICIAL FEMININA NA PMMG* 👮🏻🚨🚔


*Você sabia que já existiu uma Companhia de Polícia Feminina na PMMG?*


Antes mesmo da formação da primeira turma feminina, um passo decisivo já havia sido dado: em 29 de maio de 1981, um decreto oficializou a criação da Companhia de Polícia Feminina.


A Companhia foi criada para atuar em frentes específicas do policiamento ostensivo, especialmente em locais frequentados por mulheres, menores e pessoas idosas. 


Com identidade própria, a unidade possuía regulamento e brasão exclusivos. Sua sede inicial foi a Academia de Polícia Militar, depois o bairro Gutierrez e, posteriormente, a Rua dos Pampas, onde hoje funciona o CRS.


Em 1991, a Companhia foi extinta, e seu efetivo redistribuído entre os batalhões já existentes, marcando o fim de uma unidade pioneira.


🎖️ *Neste ano, celebramos os 45 anos da PFem na PMMG!* 

*Uma trajetória que orgulha a Instituição e inspira novas gerações*. 👮‍♀️


PEC do reajuste da segurança tem vício de iniciativa e precisa ser enviada pelo governo, diz presidente da ALMG

Tadeu Leite elogiou proposta das Câmaras Municipais, mas explicou que, para iniciar tramitação, Executivo tem de remeter texto
Mateus Simões e Tadeu Leite
Tadeuzinho elogiou proposta, mas disse que texto tem de ser enviado por Simões. Foto: Alexandre Netto/ALMG

O presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Tadeu Leite (MDB), disse nesta quinta-feira (23) que, para começar a tramitar na Casa, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que recompõe anualmente os salários dos servidores da segurança pública estadual precisa ter uma versão enviada pelo poder Executivo. Nesta semana, o governador Mateus Simões (PSD) anunciou apoio ao texto, encaminhado ao Parlamento em 2024 por algumas Câmaras Municipais mineiras.

Segundo Tadeuzinho, há vício de iniciativa na proposta remetida pelos Legislativos locais, o que implica a necessidade de reenvio.

“A política remuneratória dos servidores públicos é de competência exclusiva do governador do estado. Neste momento, com esse apoiamento que o governador está dando a essa temática, é aguardar que o governo encaminhe uma nova PEC, para que a gente possa corrigir esse vício de iniciativa, essa inconstitucionalidade. Aí, sim, vamos poder dar sequência e iniciar a tramitação desse tema tão importante a todos os servidores públicos do estado”, afirmou.

Apesar da ponderação, o chefe do Legislativo demonstrou apoio ao debate sobre o tema. Segundo ele, o fato de a PEC estar em banho-maria desde 2024, quando chegou à Casa, não decorre de “falta de vontade” dos parlamentares, mas do já citado vício de iniciativa.

“Aqui na Casa, todo assunto que envolve o servidor público estadual sempre teve prioridade. Tanto é que, em todas as discussões sobre, por exemplo, recomposições e reajustes, diversos parlamentares fazem emendas, tentando aprimorar e melhorar questões para os servidores”, pontuou.

O que diz a PEC?

Segundo a PEC, o reajuste inflacionário anual aconteceria por meio de Lei Delegada editada anualmente pelo Palácio Tiradentes. Estão no escopo da proposta a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros Militar, a Polícia Civil, a Polícia Penal e os agentes socioeducativos.

Como O Fator revelou, o padrinho da proposta é o tenente-coronel da reserva Domingos Sávio de Mendonça, que em 2019 ganhou notoriedade por um áudio com ameaças ao então governador Romeu Zema (Novo).

Mendonça assina o texto de justificativa apensado à matéria apresentada pelas Câmaras Municipais. No material, ele diz que o objetivo é “assegurar, substancialmente, um direito de natureza constitucional, promover estabilidade nas relações entre os servidores públicos e o Estado, abolir a violência patrimonial e psicológica praticada pelo Estado em desfavor de seus servidores públicos”.

Apoio de Nikolas

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) participou dos primeiros passos da articulação ao redor da PEC. O parlamentar intermediou conversas entre o governo do estado e entidades de classe ligadas à segurança para tratar do tema.

Nesta sexta-feira (24), emissários dos sindicatos vão conversar com representantes do Executivo a fim de avançar nas tratativas sobre o texto.

Desconto em folha sem repasse gera bloqueio de cartão e cobrança a policiais em MG

 


Desconto em folha sem repasse gera bloqueio de cartão e cobrança a policiais em MG

Servidiees da segurança de Minas Gerais têm relatado um problema que vem causando transtornos financeiros e constrangimentos: valores descontados diretamente no contracheque, referentes a cartão consignado do banco BMG, não estariam sendo repassados à instituição financeira.

De acordo com os relatos, mesmo com o débito regular em folha, os servidores acabam tendo o cartão bloqueado e passam a receber cobranças para pagamento de boletos. A situação coloca os policiais em condição de inadimplência, apesar de já terem tido os valores descontados mensalmente.

“Estado não repassa, desconta no contracheque. Cartão é bloqueado, e o policial ainda recebe ligação de cobrança”, relatou uma das servidoras afetadas.

O modelo de consignação em folha prevê que o valor seja retido pelo órgão pagador e transferido à instituição financeira responsável. Quando esse repasse não ocorre, o consumidor — neste caso, o servidor público — acaba sendo penalizado indevidamente.

Especialistas apontam que a falha pode configurar irregularidade administrativa, já que o ente responsável pelo desconto tem obrigação de garantir o repasse correto. A ausência dessa transferência pode gerar prejuízos financeiros, restrições de crédito e danos morais aos atingidos.

Os casos devem ser formalmente apurados, e os servidores prejudicados orientados a registrar reclamações junto aos órgãos competentes, além de buscar resguardar seus direitos.

Renata Pimenta 

 


Comandante-Geral Cel Carlos Frederico Otoni Garcia cumprimento os policiais militares agraciados com a Medalha da Inconfidência 2026, em Ouro Preto: Cel Rafe Veiga de Oliveira, Cel Ricardo Mari de Novais, 2° Sgt Rafael Alves de Oliveira, 2º Sgt Maria Angélica Esteves de Oliveira, Soldado Dieny Helen da Silva Valério e de forma especial. 0 3° Sgt Rodrigo da Silva pereira, in memoriam. O reconhecimento valoriza trajetórias de dedicação e serviço à sociedade mineira.

Suspeito de roubos no Mangabeiras morre em confronto com a PM no Aglomerado da Serra

 


*TROCA DE TIROS*


Suspeito de roubos no Mangabeiras morre em confronto com a PM no Aglomerado da Serra


🤳🏽 Clique e leia mais:  https://www.itatiaia.com.br/brasil/sudeste/mg/suspeito-de-roubos-no-mangabeiras-morre-em-confronto-com-a-pm-no-aglomerado-da-serra/


 

Posts de Zema com críticas ao STF têm, em média, 106% mais curtidas

O pré-candidato ao Planalto fez mais do que uma publicação por dia com críticas ao Supremo desde que deixou o Governo de Minas
Romeu Zema (Novo) com folha de papel nas mãos
Romeu Zema (Novo) aposta nas críticas ao STF para alavancar pré-campanha nas mídias sociais. Foto: Dirceu Aurélio/Imprensa MG.

Publicações no Instagram do ex-governador mineiro Romeu Zema (Novo) com críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) coincidem com os posts feitos por ele com maior alcance médio, mostram análise e coleta de dados feita por O Fator até a noite dessa quarta-feira (22). Desde o início do ano, as publicações no perfil dele com críticas à Corte têm, em média, 106% mais curtidas. 

Quando o quesito é o número de comentários, o Instagram também aponta para um desempenho bem melhor do ex-governador nos posts em que ataca o STF. Em média, as publicações do tipo, desde 1º de janeiro deste ano, apresentam 90% mais comentários.

Zema "tenta sapatear" para aproveitar período eleitoral, diz Gilmar Mendes

 


Zema "tenta sapatear" para aproveitar período eleitoral, diz Gilmar Mendes


*Leia mais:* https://cnnbr.app/short/c663312285/


*Pense bem, pense CNN*

 


O tenente-coronel Domingos Sávio de Mendonça, que ganhou notoriedade em 2019, após divulgar um áudio com ameaças ao ex-governador Romeu Zema (Novo), e a coronel Cláudia Romualdo, ex-chefe do Comando de Policiamento de Belo Horizonte, informaram a aliados nessa quarta-feira (22) que não fazem mais parte das articulações pela aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 40/2024. O texto, encaminhado à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) no ano retrasado, autoriza o governo estadual a reajustar anualmente os salários das forças de segurança.


Em mensagens de texto obtidas por O Fator, Cláudia afirma que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e sua assessoria não participarão da reunião desta sexta-feira (24), na Cidade Administrativa, entre as entidades representantes das tropas e a Secretaria de Estado de Governo (Segov).


Conforme mostrou a reportagem, em reunião com lideranças sindicais nessa quarta, Nikolas apontou que sua atuação se limitou a intermediar o diálogo entre os militares e a equipe do governador Mateus Simões, do PSD.


Já o tenente-coronel Mendonça, um dos padrinhos da PEC, disse que deixa as negociações com “total confiança” em Simões, no secretário de Estado de Governo, Castellar Neto, e no ex-chefe da pasta, Marcelo Aro (PP).


“A aprovação dessa PEC será a Lei Áurea da Segurança Pública, pois nenhum policial terá de submeter-se a servir de bucha de canhão da indústria da mendicância e aqueles que protegem a sociedade terão o direito de natureza alimentar protegido pela Constituição do Estado”, escreveu.


Na terça-feira (21), Mendonça foi um dos condecorados pelo governador com a Medalha da Inconfidência, honraria entregue no município de Ouro Preto durante as celebrações pelo Dia de Tiradentes.


Foi durante a cerimônia em homenagem ao Mártir da Inconfidência, aliás, que Simões anunciou o apoio à PEC. Ele falou sobre o tema minutos após divergir do prefeito ouro-pretano, Ângelo Oswaldo (PV), sobre a implantação de escolas cívico-militares.


Eleito vice-governador na chapa liderada por Zema em 2022, o pessedista tem buscado se aproximar dos militares em sua pré-campanha à reeleição. https://ofator.com.br/informacao/as-mensagens-de-coroneis-que-deixaram-as-articulacoes-por-pec-do-reajuste-da-seguranca/?fbclid=PAdGRzdgRXAaFleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZA81NjcwNjczNDMzNTI0MjcAAadu6vS7KJmsPsvybdzHgAY50dv6MqSnPeEuM-KjZSwaTZZjbSSkrnT3bCSvoA_aem_JGUROpihPdz4XnQdfi2qUA


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“Posso esclarecer? Esclarecerei…”

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Um almoço que aconteceu no restaurante Xapuri, nessa quarta-feira, foi fundamental para afastar mal-entendidos que podem estar acontecendo no seio da Polícia Militar e da Polícia Civil. Isso não pode haver, nunca!

Para isso, o ex-coronel PM Mendonça, que já foi candidato a deputado, sem êxito, em outras eleições, reuniu lideranças das forças da segurança pública (só PC e PMMG; PPenal ficou de fora), essas mesmas que há quase 8 anos reclamam do absoluto desprezo que lhes foi impingido ao longo desse tempo pelos governos Zema e do atual, Mateus Simões, quando o assunto era recomposição salarial.

Mendonça estava à frente, apenas para dizer a essas lideranças que podem acreditar que agora, vejam bem, agora, o governo Mateus Simões escolheu para manifestar sua concordância com a discussão e, quem sabe, aprovação da PEC-40, há quase três anos dormindo na ALMG, onde esses citados governos sempre tiveram a maioria necessária para aprová-la.

Já teriam feito, se quisessem, mas ninguém pediu, não é? Ao almoço, compareceu o deputado federal Nikolas Ferreira, com o esclarecimento que cuidou de fazer o cel. Mendonça, que embora estejamos em um ano de eleições, nem ele, nem mesmo Nikolas, pensaram em votos. Pelo contrário. Nunca e isso tem que ficar muito bem esclarecido; ambos

Você sabia que já existiu uma Companhia de Polícia Feminina na PMMG?*

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