Novas unidades Colégios Tiradentes para a região do Vale do Aço, com unidades previstas para os municípios de Coronel Fabriciano e Caratinga.
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Com profundo pesar, comunicamos o falecimento da Sargento Márcia Fernandes Pedra, colega muito querida por todos.
Neste momento de dor, nos solidarizamos com familiares e amigos, desejando força e conforto para enfrentar essa perda irreparável.
O velório será realizado a partir das 17h30, na Capela 02 do Cemitério Parque da Saudade.
O sepultamento ocorrerá às 09h00.
Informações adicionais serão comunicadas assim que disponíveis.
Nossos mais sinceros sentimentos a todos os familiares e amigos.
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Ao longo de 65 anos serviu sob sete xerifes e dois chefes de polícia, formou gerações de oficiais e virou o coração vivo da cidade. Se aposentou aos 81, mas voltou meses depois a pedido do chefe.
Se aposentou de vez aos 93, em 2023, após uma queda. Faleceu em 2024, aos 95. Buckshot levou mais gente pra casa do que pra cadeia.
*Chapa com Kalil, Pacheco e Marília segue nos planos dos petistas em Minas*
_Edinho Silva, presidente nacional do PT esteve em Contagem, na Região metropolitana de BH, neste domingo e afirmou que diálogos estão sendo feitos_
✅ Votação: 19 a 12
⚠️ Apesar da rejeição, o relatório segue sob análise do STF, PGR e Polícia Federal.
💬 E você, acha que a comissão fez certo ou deveria ter aprovado? Comente abaixo!
🔄 Compartilhe e marque seus amigos para saber a opinião deles!
#CPMI #INSS #Lulinha #Política #Brasil #Debate
Aos 80 anos, Lula tem repetido situações em que se confunde ao falar em público. Em discursos nas últimas semanas, chamou a atual mulher, Janja da Silva, de Marisa, que foi sua segunda mulher e morreu em 2017.
Também já trocou o nome da ex-presidente Dilma Rousseff pelo da ex-deputada Irma Passoni. Levantamento do Poder360 mostra que, desde a posse em janeiro de 2023, o presidente já protagonizou ao menos 157 episódios de lapsos de memória ou falas controversas. O monitoramento considera discursos oficiais, entrevistas, eventos públicos e conversas informais com a imprensa.
O caso em que Lula trocou o nome de Janja ocorreu em evento oficial em Mauá, na Grande São Paulo, berço político do presidente e local onde viveu por décadas ao lado de Marisa. O erro aconteceu enquanto o presidente detalhava novos investimentos para a saúde na região.
Ao mencionar que Janja o acompanharia em uma unidade móvel de exames, o petista se confundiu e a chamou pelo nome da primeira-dama falecida.
Em entrevista concedida à jornalista Daniela Lima, do UOL, em 5 de fevereiro, Lula confundiu o nome da ex-presidente Dilma Rousseff com o da ex-deputada federal Irma Passoni. “As eleições, de 2014 para cá, porque a radicalização das eleições começou na disputa do Aécio Neves com a Irma Passoni. Aécio Neves foi o maior agressor que eu já vi contra uma mulher numa campanha política”, disse o presidente.
Na cerimônia de sanção da Lei Antifacção, em 24 de março, ao agradecer aos que contribuíram para o projeto, Lula afirmou: “Parabéns a todos que contribuíram. Ao pessoal do Ministério da Justiça e parabéns aos deputados e senadores que nos ajudaram a dar mais um passo importante para que o Brasil seja um dos países mais respeitados do mundo no crime organizado.”
👉 Você acha que isso é algo normal pela idade ou motivo de preocupação?
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Minas Gerais tem uma das folhas mais defasadas quando o assunto é segurança pública, enquanto outros estados avançam em reajustes e valorização.
Quem está na linha de frente sabe:
não é sobre percepção — é sobre realidade.
E a conta chega todo mês.
👉 Comparando com outros estados, você acha que Minas está atrasado ou no caminho certo?
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⚖️ A ação coletiva do auxílio-alimentação está pronta e será protocolada assim que a ata do cartório for liberada.
Há expectativa de avanço ainda esta semana.
🔊 Fique ligado no Minuto ASPRA e acompanhe as próximas atualizações.
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Após muita luta e articulacãc na ALMG, foi aprovado, em 1° turno, o Proieto de Lei no 5.302/2026, que trata da sencão da contribuicão previdenciária para militares
da reserva, veteranos e pensionistas acometidos por doenças incapacitantes. A aprovacão ocorreu em reunião extraordinária do Plenário, nesta quinta-feira 26/03). 0 proieto segue aqora para análise em comissão. em 2° turno, e posteriormente. será apreciado em definitivo pelo Plenário também em 2°
turno.
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*Se o Delegado Cristiano Xavier tivesse votado favorável e os deputados ausentes Bruno Engler, Cabo Caporezzo e Delegada Sheila tivessem comparecido e votado, a vitória seria nossa.
O placar foi 25 a 22. A RGA perdeu — mas poderia ter sido diferente*😢
*Sem contar o Bim da Ambulância, filho de bombeiro veterano e Nayara Rocha esposa de PM*
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A proposta foi aprovada em segundo turno na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) durante a manhã. O aumento será de 5,4%, com pagamento retroativo a 1º de janeiro de 2026 para servidores do Executivo estadual
Para validar o reajuste, o governo correu contra o prazo da legislação eleitoral, que impede aumentos salariais nos 180 dias que antecedem as eleições, salvo recomposição inflacionária.
Com a sanção e publicação oficial, o reajuste passa a ter validade e poderá ser incorporado à folha de pagamento
Apesar do avanço, o clima entre servidores segue de insatisfação. Sindicatos criticam o percentual e prometem manter a mobilização por aumentos maiores e reestruturação das carreiras.
Reajustes de outras categorias
Além do Executivo estadual, outras categorias de servidores mineiros vão receber reajuste quando o governador assinar o projeto aprovado pelos deputa
Para os servidores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e do Ministério Público de MG (MPMG), o aumento é de 5,53%, correspondente à inflação entre maio de 2024 e abril de 2025. A revisão será aplicada de forma retroativa a maio de 2025.
Para a Defensoria Pública, a revisão aprovada é de 4,44%, retroativa a fevereiro de 2026 e calculada com base na inflação entre fevereiro de 2025 e janeiro de 2026.
.Para o TCE foi aprovada uma recomposição de 10,94%. Esse percentual reúne perdas inflacionárias acumuladas. O reajuste passa a valer a partir de janeiro de 2026, alcançando vencimentos, cargos comissionados e gratificações.
A PMMG anuncia a criação de mais dois Colégios Tiradentes, nos municípios de Ituiutaba e Patrocínio, ampliando oportunidades e fortalecendo o cuidado com a família policial militar.
A medida reforça o compromisso institucional com a educação de qualidade e integra um processo contínuo de valorização daqueles que dedicam suas vidas à proteção de Minas Gerais.
Seguimos firmes, cuidando de quem protege.
O tiroteio na sala da major Caroline Ferreira Souza, no Departamento de Apoio Logístico da Polícia Militar da Bahia (DAL-PM), na Vila Militar do Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, ocorreu após a soldado Beatriz Ferreira Soares da Silva Andrade ser informada da abertura de um inquérito contra ela, segundo fonte policial.
"O que houve foi um gatilho, porque a soldado Ana Beatriz recebeu a comunicação da abertura de um inquérito que investigaria uma discussão que ela teve com outra policial no período do Carnaval.
Ao ser comunicada sobre isso, ela foi até a sala da major, na unidade em que era lotada, questionar a situação”, conta a fonte, que fala sob anonimato.
Dentro da sala, Beatriz teria efetuado ao menos um disparo, que atingiu a major, e acabou sendo neutralizada por tiros disparados por um tenente-coronel que estava no local, percebeu a movimentação da soldado e tentou contê-la.
Segundo informações iniciais, Beatriz teria sido atingida por ao menos três disparos, enquanto Caroline levou um tiro no rosto.
A fonte ouvida pela reportagem pondera que a soldado não foi até a sala da major com a intenção de atirar contra ela. "O que temos, até o momento, é que a soldado teve um surto psicótico por conta da pressão que ela vem sofrendo.
Então, essa situação foi decorrente de um momento em que ela surtou e perdeu o controle. No entanto, a soldado não foi até a sala da major para matá-la”, complementa a fonte.
A PM ainda confirmou a intervenção de um terceiro policial, que seria o tenente-coronel, para neutralizar a soldado. “Diante do ocorrido, houve intervenção para conter a ação, momento em que a autora também foi atingida.
As duas policiais foram levadas para o Hospital Geral Roberto Santos (HGRS). A major Caroline deu entrada na unidade em estado grave.
A corporação lamentou o ocorrido e informou que presta apoio e acompanhamento aos familiares e aos integrantes da instituição.
Nenhuma das duas está sob risco de vida.
https://www.correio24horas.com.br/salvador/tiroteio-em-sala-de-major-da-pm-aconteceu-apos-soldado-ser-informada-de-processo-contra-ela-0326
https://www.instagram.com/reel/DWWhehJxlx6/?igsh=MW9paWF5aHk4cDJhOQ==
Dois pesos, dois reajustes:
O Executivo recebe 5,4%
O TCE, 10,94% + retroativo de mais de 10 anos A diferença levanta a velha dúvida: quem segura o peso da conta publica
Confira a reportagem completa em 0 Tempo otempo.com.br/politica/2026/3/24/ reaiuste-de-servidores-do-tce-sera-o-dobro-do-executivo-e-i nclui-retroativo-de-mais-de-dez-anos
https://www.instagram.com/reel/DWWhehJxlx6/?igsh=ZXoyaXE2N3Z4dWc2
https://ofator.com.br/informacao/bombeiros-recebem-menos-de-05-das-emendas-estaduais/
As entidades da classe militar se reuniram com o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Deputado Tadeu Martins Leite, na última quarta-feira (25/03).
Participaram da audiência os representantes da ASPRA, AOPMBM, CSCS e UMMG.
Na pauta, a recomposição salarial e a revisão geral anual da categoria.
Por óbvio que as associações reconhecem a limitação legal do Poder Legislativo em alterar o Projeto de Lei do Governador para aumentar o percentual.
Ao mesmo tempo, sabem do poder político/institucional para acionar o Poder Executivo e defender a alteração do percentual de 5,4%.
Na mesma linha, todas as entidades reivindicaram que o presidente daquela Casa Legislativa assuma o protagonismo inerente ao seu cargo para construir, junto ao Governo, as alternativas técnicas e políticas para regulamentar a revisão geral anual.
O deputado se comprometeu com os representantes, no sentido de dialogar com o governo e com as lideranças da ALMG, para atender a demanda dos policiais e bombeiros militares de MG.
A ASPRA/PMBM segue firme na luta por valorização e dignidade para a família militar mineira.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deferiu parcialmente, na última semana, o pedido do Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais (TJMMG) para pagar uma folha extra destinada a retroativos de juízes e desembargadores. O limite é de R$ 46.366,19 por magistrado, equivalente ao teto do funcionalismo, para os 17 integrantes da Corte.
O raio-x da folha de pagamento, feito por O Fator, mostra que sete dos 17 magistrados tiveram renda líquida mensal acima de R$ 90 mil no ano passado. O levantamento indica ainda que, em sete dos 12 meses, nenhum contracheque desse grupo ficou abaixo de R$ 100 mil após descontos.
O menor valor líquido pago no ano passado foi de R$ 38,9 mil. No outro extremo, o então presidente do tribunal, desembargador Jadir Silva, que deixou o comando da Corte na segunda-feira (23), recebeu R$ 274,6 mil líquidos, de um total bruto de R$ 311,2 mil em fevereiro, a maior quantia de 2025 entre esse seleto grupo.
A autorização para o TJMMG quitar retroativos, assinada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, vale para dois dos três benefícios solicitados e fixou prazo até esta quarta-feira (25) para a liberação dos valores.
No mesmo dia, o plenário do STF vai julgar a suspensão de verbas indenizatórias sem previsão federal que ultrapassam o teto. Os chamados “penduricalhos” são pagamentos classificados como indenização que, na prática, elevam os salários além do limite constitucional.
O julgamento vai tratar do mérito das decisões liminares dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes, confirmadas pelo plenário em 23 de fevereiro, que suspenderam vantagens criadas sem autorização do Congresso Nacional. Foi dado prazo de 45 dias para encerrar os penduricalhos e quitar passivos provisionados, com término no fim deste mês.
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) também obteve autorização parcial do CNJ para quitar retroativos, mas o processo tramita sob sigilo. Os chamados “penduricalhos” são verbas classificadas como indenizatórias que, na prática, aumentam salários e permitem a ultrapassagem do teto remuneratório previsto na Constituição.
O TJMMG pediu ao CNJ o pagamento de três verbas. A equivalência salarial, que é um ajuste para alinhar a remuneração ao que a lei prevê ou ao de colegas na mesma função, foi autorizada. Essas gratificações foram reconhecidas em 2008 pela Corte e passaram a ser liberadas a partir de 2022. Também foi autorizada a liquidação de passivos da licença compensatória, que trata de acúmulo de trabalho.
A decisão do corregedor nacional fixa que a soma desses dois proventos não pode ultrapassar o teto de R$ 46.366,19 por magistrado. O despacho também veda qualquer aumento em relação aos valores pagos nos meses anteriores e restringe a autorização a essa única folha de pagamento. Já o Adicional por Tempo de Serviço (ATS) foi negado.
O tribunal militar argumentou que os juízes tinham direito ao bônus até maio de 2006, antes da mudança para o modelo de subsídio, e pediu o acerto dos montantes acumulados. Campbell, contudo, entendeu que não há autorização para pagar verbas fora da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman).
O TJMMG também alegou que uma decisão anterior aplicada ao TJMG dispensaria nova autorização, mas o argumento também foi rejeitado. Segundo o corregedor, o entendimento não se estende a outros órgãos. “Com efeito, uma vez que o ali decidido se limitou ao TJMG e não consta qualquer trecho que indique efeito erga omnes a todos os tribunais”.
O ministro Mauro Campbell Marques enviou ao STF, na última semana, informações do TJMMG, do TJMG e de outros tribunais sobre o controle do pagamento de passivos. Segundo os dados, os órgãos não poderão criar benefícios ou gratificações, ninguém pode receber acima do teto e os pagamentos devem ocorrer apenas em março, com quantias já previstas no orçamento.
Em dezembro, o tribunal militar mineiro obteve autorização do CNJ para pagar valores extras a magistrados ativos e inativos acima do limite mensal de R$ 46.366,19. O pedido partiu do então presidente Corte, sob o argumento de sobra orçamentária. A autorização, válida apenas para aquele mês, determinou a retomada do teto a partir de janeiro deste ano.
A folha de pagamento referente ao último mês de 2025 fechou em R$ 2,775 milhões. A média do salário bruto dos 17 magistrados foi de R$ 163,2 mil. A maior remuneração foi de R$ 235,5 mil, recebida pelo desembargador Jadir Silva, e a menor, de R$ 43,8 mil, referente ao primeiro mês de trabalho de um juiz substituto. O segundo menor foi de R$ 115,8 mil.
Já em abril do ano passado, o CNJ havia negado solicitação do TJMMG para pagar retroativamente uma gratificação a juízes e desembargadores por atuação em mais de um órgão desde 2015. O Conselho entendeu que o tribunal não havia concluído seus trâmites e que a norma contrariava a lei federal.
A resolução previa a concessão de dias de crédito para magistrados em plantão administrativo e dois dias de crédito a cada cinco dias úteis de exercício. Após a negativa, o tribunal passou a prever um dia de compensação a cada três dias de trabalho com excesso de processos, com limite mensal, e manteve o pagamento retroativo a 2015 apenas nesses casos.
Ao analisar o novo texto, em maio, o corregedor Mauro Campbell Marques autorizou o pagamento do benefício extra, com base em decisões anteriores do CNJ e no entendimento do STF sobre tratamento igual entre magistrados. A liberação foi parcelada, com limite mensal de R$ 46.366,19 por magistrado.
A decisão teve efeito imediato na folha do TJMMG. Entre junho e agosto, não houve salários brutos abaixo de R$ 104 mil entre os 17 magistrados. Já a medida, informada a Gilmar Mendes na última semana, deve ter novos desdobramentos neste mês, quando a folha será publicada no portal da transparência do órgão.
A Justiça Militar julga crimes militares e questões disciplinares envolvendo policiais e bombeiros, inclusive da reserva, além de ex-militares por fatos ocorridos quando ainda estavam na ativa. O tribunal é composto por sete desembargadores.
Além deles, há dez juízes, sendo cinco titulares e cinco substitutos, distribuídos entre as cinco auditorias, nas áreas criminal e cível. Enquanto a remuneração do desembargador do TJMMG é de R$ 41.845,49, a de um juiz de direito do juízo militar é de R$ 39.753,21.
A Constituição estabelece que nenhum servidor público pode receber acima do salário de um ministro do STF, hoje em R$ 46.366,19. Esse mecanismo é conhecido como “abate-teto”.
Na prática, porém, tribunais e órgãos do Ministério Público passaram a criar, por meio de atos internos ou leis estaduais, verbas classificadas como indenizatórias que ficam fora desse cálculo e permitem pagamentos acima do limite.
Novas unidades Colégios Tiradentes para a região do Vale do Aço, com unidades previstas para os municípios de Coronel Fabriciano e Carating...