quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Existe um remédio chamado vergonha na cara, que depois que você toma, muita coisa muda em sua vida. É dose única!

 



 O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), afirmou que o governo prepara operações policiais em nove áreas consideradas de risco no estado e que a presença das forças de segurança será mantida até que haja pacificação completa. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quarta-feira (21/1) no canal de O TEMPO no Youtube, Simões pontuou que a resposta do Estado ao avanço do crime organizado seguirá baseada no reforço ostensivo da polícia, com atuação permanente em regiões onde há tentativa de domínio territorial por facções.


Segundo o vice governador, Minas enfrenta desafios na segurança, mas destacou que o cenário ainda está distante do que ocorre em estados como Rio de Janeiro e São Paulo. Para Simões, situações como a mudança de rota de ônibus por medo da violência são sinais de alerta e exigem ação mais dura do poder público. Ele reforçou, no entanto, que a prioridade do governo é garantir a segurança de quem está nas ruas, afirmando que investimentos no sistema prisional ficam em segundo plano diante dessa necessidade.


Questionado sobre a situação penitenciária no estado, o governo, segundo Simões, aposta na criação de presídios especializados para criminosos ligados a facções e na ampliação do uso das Apacs para presos de menor periculosidade. Simões também garantiu que o Estado avalia ampliar o uso de tecnologia, como câmeras e reconhecimento facial, como ferramenta estratégica no combate ao crime.


No campo econômico, o vice governador afirmou que o governo trabalha para arrecadar mais de R$ 4 bilhões com uma operação envolvendo a Copasa. Segundo ele, o Estado manterá participação na companhia após a desestatização, sem venda do controle, e os recursos serão usados para acelerar obras de infraestrutura, especialmente rodoviárias. Simões destacou ainda que a infraestrutura deve ser a área mais beneficiada com os recursos do Propag.


Sobre os servidores públicos, Simões sinalizou a possibilidade de recomposição salarial a partir de 2026 e disse que o governo prepara a discussão da data-base em maio. Ele afirmou que o reajuste é um direito dos servidores, mas depende do limite financeiro do Estado, e reiterou que não haverá reestruturação de carreiras, com eventual reajuste geral seguindo a inflação.


No cenário eleitoral, o vice governador afirmou que a definição do nome que ocupará a vice em sua chapa ficará para depois da janela partidária e será uma decisão do governador Romeu Zema (Novo). Segundo Simões, as conversas com partidos como PL, PSD e aliados seguem avançando para a composição eleitoral em Minas Gerais.


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O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), afirmou que o governo prepara operações policiais em nove áreas consideradas de risco no estado e que a presença das forças de segurança será mantida até que haja pacificação completa. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quarta-feira (21/1) no canal de O TEMPO no Youtube, Simões pontuou que a resposta do Estado ao avanço do crime organizado seguirá baseada no reforço ostensivo da polícia, com atuação permanente em regiões onde há tentativa de domínio territorial por facções.

Segundo o vice governador, Minas enfrenta desafios na segurança, mas destacou que o cenário ainda está distante do que ocorre em estados como Rio de Janeiro e São Paulo. Para Simões, situações como a mudança de rota de ônibus por medo da violência são sinais de alerta e exigem ação mais dura do poder público. Ele reforçou, no entanto, que a prioridade do governo é garantir a segurança de quem está nas ruas, afirmando que investimentos no sistema prisional ficam em segundo plano diante dessa necessidade.

Questionado sobre a situação penitenciária no estado, o governo, segundo Simões, aposta na criação de presídios especializados para criminosos ligados a facções e na ampliação do uso das Apacs para presos de menor periculosidade. Simões também garantiu que o Estado avalia ampliar o uso de tecnologia, como câmeras e reconhecimento facial, como ferramenta estratégica no combate ao crime.

No campo econômico, o vice governador afirmou que o governo trabalha para arrecadar mais de R$ 4 bilhões com uma operação envolvendo a Copasa. Segundo ele, o Estado manterá participação na companhia após a desestatização, sem venda do controle, e os recursos serão usados para acelerar obras de infraestrutura, especialmente rodoviárias. Simões destacou ainda que a infraestrutura deve ser a área mais beneficiada com os recursos do Propag.

Sobre os servidores públicos, Simões sinalizou a possibilidade de recomposição salarial a partir de 2026 e disse que o governo prepara a discussão da data-base em maio. Ele afirmou que o reajuste é um direito dos servidores, mas depende do limite financeiro do Estado, e reiterou que não haverá reestruturação de carreiras, com eventual reajuste geral seguindo a inflação.

No cenário eleitoral, o vice governador afirmou que a definição do nome que ocupará a vice em sua chapa ficará para depois da janela partidária e será uma decisão do governador Romeu Zema (Novo). Segundo Simões, as conversas com partidos como PL, PSD e aliados seguem avançando para a composição eleitoral em Minas Gerais.

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Polícia Militar apreende 850 kg de maconha e prende suspeito em Sete Lagoas

A Polícia Militar prendeu um homem de 28 anos e apreendeu uma carga de aproximadamente 850 quilos de maconha na noite desta terça-feira (20), em Sete Lagoas, na região Central de Minas Gerais.

A ação teve início após denúncia apontar que uma grande entrega de drogas ocorreria no município. Com apoio do serviço de inteligência, os militares localizaram o suspeito no bairro Jardim Universitário. Ao perceber a aproximação da polícia, o homem tentou fugir e se esconder em uma residência, onde ofereceu resistência à prisão, sendo necessário o uso de força moderada para contê-lo.

Durante as buscas, os policiais encontraram 14 barras de maconha no porta-malas do veículo utilizado pelo suspeito. As diligências continuaram e levaram a uma casa abandonada em uma área rural, onde estavam escondidas outras 680 barras do entorpecente.

Ao todo, foram apreendidos cerca de 850 quilos de maconha, além de um automóvel, uma motocicleta e um aparelho celular. O suspeito e todo o material recolhido foram encaminhados para a Delegacia de Plantão de Sete Lagoas, onde a ocorrência foi registrada.

Mais uma grande apreensão que representa um duro golpe contra o tráfico de drogas na região. 🌶️

Com o aumento de 25% da força de segurança pública do estado de Goiás, a polícia penal vai contar com este salário. Fora os extras de 908,00 reais por cada plantão 24 horas trabalhado, e a escala 48x144.







 Com o aumento de 25% da força de segurança pública do estado de Goiás, a polícia penal vai contar com este salário. 






Fora os extras de 908,00 reais por cada plantão 24 horas trabalhado, e a escala 48x144.

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

 O GASTÃO | Pré-campanha de Zema voa alto no custo ao contribuinte



Enquanto se apresenta como alternativa nacional, Romeu Zema vem usando aviões oficiais do governo de Minas para circular pelo país em eventos partidários e articulações políticas. O resultado é um gasto recorde de quase R$ 1,5 milhão em combustível só em 2025, maior até que no ano eleitoral de 2022.


📊 Os dados são públicos e mostram um salto expressivo nas despesas com aeronaves desde que o governador se lançou como pré-candidato à Presidência. Muitas viagens ocorreram fora de Minas e tiveram como destino encontros do partido Novo, reuniões políticas e agendas sem relação direta com a gestão estadual.


⚠️ O governo alega respaldo legal e redução no custo da hora voada. Mas a pergunta permanece:

➡️ é aceitável usar dinheiro público para bancar deslocamentos de pré-campanha?


A discussão não é técnica. É política, ética e sobre o respeito ao dinheiro público.

 


Coronel reformado da PM ‘fecha’ carro e ameaça policial penal com arma no Centro de BH

Um coronel reformado da Polícia Militar, armado, abordou um policial penal em pleno trânsito na Avenida Olegário Maciel, esquina com a Rua Tupinambás, no Centro de Belo Horizonte, nesta terça-feira (20).

Segundo a Polícia Militar, o policial penal, que dirigia um Chevrolet Onix, bateu na traseira de outro carro do mesmo modelo, pertencente ao filho do coronel, na Avenida Antônio Carlos, sentido Centro. Após a colisão, os dois pararam, avaliaram os danos e o policial penal deixou o local primeiro.

Em seguida, o policial penal passou a ser seguido e foi alcançado pelo coronel, que dirigia um Ford EcoSport. Já no Centro de BH, o coronel “fechou” o veículo do policial penal entre duas vias e desceu do carro armado.

Testemunhas relataram que o coronel estava muito nervoso, tremendo, com a arma em mãos, e gritava: “Você bateu no carro do meu filho”. Ele exigia que o policial penal saísse do carro, o que só ocorreu após a chegada da Polícia Militar.

Imagens gravadas por testemunhas mostram o coronel parado ao lado do Onix com a arma na mão. Todos os envolvidos foram conduzidos à delegacia, onde serão registradas duas ocorrências: uma referente ao acidente de trânsito e outra como termo circunstanciado de ocorrência por vias de fato, em razão do momento em que o coronel desceu armado do veículo.

 


Do ponto de vista jurídico e administrativo, o direito de acesso ao Poder Judiciário é garantido constitucionalmente a todo cidadão, inclusive aos servidores públicos estaduais da segurança pública. A existência de ação judicial contra o Estado, por si só, não pode ser utilizada como critério formal para impedir promoções, progressões, reconvocações ou qualquer outro ato administrativo, sob pena de violação aos princípios da legalidade, impessoalidade e isonomia.

Comandantes, diretores, chefes e secretários não possuem competência para criar requisitos não previstos em lei ou regulamento para promoções ou reconvocações. Esses procedimentos devem observar critérios objetivos e previamente estabelecidos, com motivação expressa quando houver preterição. Qualquer condicionamento informal ou não documentado pode ser questionado nos âmbitos administrativo e judicial.

Caso haja percepção de que decisões estejam sendo tomadas com base em fatores alheios aos critérios legais, a situação deve ser analisada com cautela, mediante a verificação de atos oficiais, fundamentos formais e eventual existência de provas que demonstrem tratamento diferenciado. A apuração adequada é essencial para distinguir boatos internos de eventuais irregularidades administrativas.

Procure seu sindicato ou associação para esclarecimentos ou denúncias.

Nutella? Agentes recém-nomeados dão chilique e pedem para sair da PCDF



Uma série de episódios inusitados envolvendo agentes da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) recém-nomeados chamou a atenção de veteranos da corporação.
Em poucos dias, foram registrados pedidos de exoneração, condutas inadequadas e devoluções imediatas de servidores às unidades de origem. Os relatos, alguns deles chiliquentos, foram compartilhados em um grupo privado de policiais veteranos no WhatsApp.
Um dos casos que mais chamou a atenção foi o de um recém-empossado que pediu exoneração quatro horas após assumir o cargo. O motivo: foi designado para uma delegacia onde não desejava exercer as atividades.
Outro pedido considerado inusitado partiu de um ex-integrante da Polícia Civil da Bahia, aprovado no concurso da PCDF. O agente exigiu permanecer exclusivamente no plantão e afirmou que, caso contrário, pediria para ir embora. A exigência não foi aceita e ele cumpriu a promessa, retornando à Bahia.
Um dos veteranos também relatou o caso de uma agente que tentou obter privilégios após ser transferida para uma delegacia. Ela chegou a discutir com um delegado ao exigir funções específicas pelo fato de ser advogada. Como resultado, foi devolvida à unidade policial de origem.
Outros episódios revelam a dificuldade de adaptação de alguns recém-empossados à rotina policial. Em um deles, um agente novato foi advertido pelo chefe ao ser flagrado manuseando a arma dentro da viatura. Para tentar se justificar, afirmou que a arma estava descarregada, pois havia deixado a munição em uma sala da delegacia.
Em outro caso, um agente foi questionado se estava de posse da arma e respondeu que sim. No entanto, ao ser acionado para prestar apoio na rua, informou que havia deixado a arma em casa, alegando que achou que não precisaria dela.
O último episódio relatado chamou atenção pela ousadia. Mesmo tendo sido desclassificada após exames realizados na policlínica da corporação, uma pessoa se dirigiu ao Departamento de Gestão de Pessoas para tentar tomar posse. Ao ser questionada, respondeu: “Pensei que podia. Se colar, colou”.
O Metrópoles acionou a PCDF para comentar os casos, mas não obteve retorno até a publicação. O espaço segue aberto para manifestações oficiais.
➡️ Veja mais na coluna Na Mira, de @carloscarone, no metropoles.com
🤳 Otavio Brito/Arte Metrópoles


segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

 


A Polícia Militar recebeu informações na tarde desta segunda-feira (19) de que indivíduos de Muriaé, que estavam presos no Presídio de Eugenópolis, estavam sendo colocados em liberdade e, no deslocamento de retorno, já seguiam armados para Muriaé. Diante da situação, foi montada uma operação de cerco, bloqueio e interceptação dos veículos, que resultou na prisão de 11 indivíduos e na apreensão de duas armas de fogo. Um dos envolvidos tentou fugir do cerco, mas foi alcançado e preso por militares do GPMOR, conforme relatou o Tenente PM Benevides. Segundo informações, esses mesmos indivíduos haviam sido investigados e presos anteriormente pela Polícia Civil, mas acabaram absolvidos pela Justiça. Pouco tempo após deixarem o presídio, já retornavam armados, sendo interceptados pela PM, o que evidencia a dificuldade enfrentada pelas forças de segurança diante de decisões do Judiciário.



@Silvanalves.oficial




 *Governo de Goiás anuncia reajuste de 25,6% e consolida PMGO como a mais bem paga do Brasil*


Em um movimento estratégico para fortalecer a segurança pública e valorizar o efetivo policial, um integrante da cúpula do Governo de Goiás anunciou, na manhã desta segunda-feira (19), um reajuste salarial histórico de 25,6% para a Polícia Militar do Estado (PMGO). Com a medida, a corporação goiana passa a ocupar o topo do ranking nacional, garantindo a maior remuneração da categoria no país.

 


Governo de Minas investirá mais de R$ 4,3 milhões em melhorias estruturais para a Polícia Civil

Valor será aplicado na centenária Acadepol, no Centro de Treinamento Avançado de Sabará e na Escola Estadual Ordem e Progresso


Piumhiense assume, pela primeira vez, o comando da Polícia Militar em Passos

 


Piumhiense assume, pela primeira vez, o comando da Polícia Militar em Passos


O município de Passos vive um momento histórico na segurança pública. Pela primeira vez, uma mulher — e natural de Piumhi — assume o comando da Polícia Militar na cidade. A oficial Nayara, que já estava à frente da 77ª Companhia da PM desde o fim de 2025, foi promovida ao posto de capitã e se torna a primeira mulher a comandar a corporação no município, responsável também por São João Batista do Glória.


A capitã ingressou na Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) em 2015, por meio do Curso de Formação de Oficiais, e ao longo da carreira acumulou experiência em funções operacionais e estratégicas. Atuou no 12º Batalhão da Polícia Militar, no Policiamento Rodoviário e no Tático Móvel.


À frente do comando, a capitã Nayara reforça a importância do apoio da comunidade no fortalecimento da segurança pública e destaca a atenção especial à proteção da mulher, por meio do projeto “Elas por Inteiro”. Ela também enfatiza o monitoramento diário dos indicadores de criminalidade e a realização de operações com base em análises estatísticas.


 

 


 


Rodrigo Pacheco decidiu entrar na disputa pelo governo de Minas Gerais nas próximas eleições. O senador já iniciou a busca por uma nova legenda partidária para viabilizar sua candidatura, com fortes indícios de que o União Brasil seja o destino escolhido. A movimentação ocorre após um período de indefinição sobre seu futuro político, que incluiu especulações sobre uma vaga no Supremo Tribunal Federal ou até mesmo a saída da vida pública.


A decisão de Pacheco atende a um pedido direto do presidente Lula, que via no estado a ausência de um palanque consolidado para apoiar o projeto petista em solo mineiro. Com a entrada do senador no cenário sucessório estadual, o governo federal passa a ter um nome de peso para encabeçar a articulação política na região, considerada estratégica para o equilíbrio de forças no país.


A chapa majoritária já começa a ganhar contornos definidos com a confirmação de Marília Campos, atual prefeita de Contagem, como candidata ao Senado Federal. O grupo político agora se concentra em escolher os nomes que ocuparão a vaga de vice-governador e a segunda cadeira em disputa para o Senado. O arranjo busca fortalecer a presença da base aliada tanto na Região Metropolitana de Belo Horizonte quanto no interior do estado.


Portal Minas


Emendas destinadas por deputados estaduais à PM de Minas crescem quase 20% em um ano

Três maiores destinações somam R$ 9,34 milhões, quase um quarto do total indicado pela Assembleia
Valor previsto na LOA de 2026 é 19,8% maior que o destinado à corporação no ano anterior. Foto: Dirceu Aurélio / Imprensa MG

A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) começa 2026 com R$ 40,64 milhões em emendas parlamentares destinadas por deputados estaduais. O valor aparece na Lei Orçamentária Anual (LOA) sancionada pelo governador Romeu Zema (Novo) e publicada no Diário Oficial do Estado na quinta-feira (15).

O valor das emendas indicadas para este ano é 19,8% maior que o de 2025, quando os integrantes da Assembleia Legislativa (ALMG) reservaram R$ 33,87 milhões para a corporação.

A mesma LOA mostra que o Tesouro estadual destina à Polícia Militar R$ 19,26 bilhões em repasses diretos. Diante desse volume, as emendas estaduais ocupam espaço marginal — cerca de 0,21% do total. Ainda assim, seguem crescendo.

Maiores destinações

Na ponta das destinações, João Vítor Xavier (Cidadania) aparece com R$ 3,54 milhões. Bruno Engler (PL) surge logo depois, com R$ 3 milhões. O Bloco Minas em Frente, de orientação governista, destinou R$ 2,8 milhões por meio de uma emenda coletiva.

Juntas, as três emendas R$ 9,34 milhões, quase um quarto de todo o valor destinado pela Assembleia à PM.

Aplicações

Quase a totalidade dos recursos das emendas foi alocada na ação de estruturação e modernização, rubrica ampla, que comporta desde despesas correntes até investimentos em equipamentos e infraestrutura. É ali que estão os maiores valores e a maior flexibilidade de execução.

Outras ações aparecem apenas de forma lateral. A de assessoramento e gerenciamento de políticas públicas, por exemplo, recebeu R$ 1,5 milhão. A de policiamento ostensivo geral, R$ 500 mil.

Total incerto

Fora do orçamento estadual, a PMMG ainda conta com emendas de deputados federais e com transferências do governo federal, incluindo repasses constitucionais e convênios com o Ministério da Justiça e Segurança Pública. Esses recursos não aparecem consolidados na LOA estadual, mas integram o caixa operacional da corporação ao longo do ano.

Para fechar esse número, a reportagem procurou a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) em busca de uma estimativa consolidada do orçamento da PMMG em 2026 e de um mapa da composição dos recursos em 2025. Até o fechamento desta edição, não houve resposta.