Blog da Renata Pimenta
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sábado, 31 de janeiro de 2026
SERVIÇÃO 23ª Cia PM Ind / 14ª RPM 4º Pelotão PM – José Gonçalves de Minas
José Gonçalves de Minas – Operação Pré-Carnaval Seguro
Com o objetivo de reforçar as ações de prevenção e repressão ao tráfico ilícito de drogas, a Polícia Militar de Minas Gerais, por meio do destacamento de José Gonçalves de Minas, desencadeou a Operação Pré-Carnaval Seguro.
Após diligências preliminares, incluindo campana policial, os militares obtiveram êxito na apreensão de uma grande quantidade de substâncias entorpecentes. Durante a ação, os autores foram localizados em posse do material ilícito, ficando caracterizada a prática do crime de tráfico de drogas, além de posse ilegal de munições e infrações administrativas previstas no Código de Trânsito Brasileiro.
Diante dos fatos, foi dada voz de prisão em flagrante delito aos envolvidos, que foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil de Turmalina, juntamente com todo o material apreendido, para as providências legais cabíveis.
Produtividade da ocorrência:
23 barras de cocaína
3 barras de crack
46 munições calibre .22 intactas
R$ 17.722,30 em dinheiro
2 aparelhos celulares
1 veículo removido
2 autores presos
Unidades envolvidas
23ª Cia PM Ind / 14ª RPM
4º Pelotão PM – José Gonçalves de Minas
Luto
Com profundo pesar, comunicamos o falecimento do 2º SGT PM Gersuir Gomes de Assis Júnior. Que sua dedicação, coragem e compromisso com o serviço público sejam sempre lembrados. Nossas condolências aos familiares, amigos e irmãos de farda.
🫡🖤🤍
@pmmg.15rpm.70bpm
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Nota de Falecimento
É com profundo pesar que comunicamos o falecimento do Soldado Veterano Jerônimo Carneiro Soares, que residia na cidade de Delta.
Neste momento de dor, manifestamos nossas mais sinceras condolências aos familiares, amigos e irmãos de farda, desejando que Deus conforte os corações de todos.
Concurso Câmara dos Deputados – Policial Legislativo Federal (Curso Pós-Edital)
O concurso da Câmara dos Deputados para o cargo de Policial Legislativo Federal teve o edital oficialmente publicado. Uma excelente oportunidade para quem sonha com a área legislativa e busca estabilidade, alta remuneração e ótimos benefícios.
Informações do concurso
Cargo: Policial Legislativo Federal (Técnico Legislativo – Especialidade Policial)
Escolaridade: Ensino Superior
Banca: Cebraspe
Local de lotação: Distrito Federal
Inscrições: de 29/01 a 20/02
Data da prova: 26/04/2026
Taxa de inscrição: R$ 150,00
Vagas
40 vagas imediatas
40 vagas para cadastro de reserva
Provas As provas objetivas e discursivas serão aplicadas em todas as capitais, no dia 26 de abril de 2026.
Remuneração e benefícios
Salário inicial: R$ 21.328,08
Auxílio-alimentação: R$ 1.784,42
Assistência pré-escolar: R$ 1.184,35
Auxílio-transporte: R$ 134,26
Assistência médica e odontológica: R$ 776,60
Exames periódicos
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Resistência de Simões e Zema pode unir Flávio Bolsonaro e Cleitinho em MG Se governador mantiver candidatura à presidência, PL não apoiará Simões
Resistência de Simões e Zema pode unir Flávio Bolsonaro e Cleitinho em MG
Se governador mantiver candidatura à presidência, PL não apoiará Simões
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
Uma conquista que enche o coração de emoção, carinho e orgulho ❤️🔥
A filha da Cristiane Novaes, esposa de um bombeiro militar veterano, foi aprovada em Medicina na UFMG. Isabela Novaes, ex-aluna do CTPM Argentino Madeira, escreveu uma linda história de dedicação, disciplina e fé.
Toda honra e toda glória sejam dadas ao Senhor Jesus, que sustentou cada passo dessa caminhada. Parabéns à família militar mineira, que nunca soltou a mão, e parabéns à futura doutora Isabela Novaes. Que esse seja apenas o começo de uma trajetória brilhante, abençoada e cheia de propósito 🙏🎓✨
O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) rejeitou, os embargos de declaração apresentados pela Advocacia-Geral do Estado de Minas Gerais (AGE-MG) contra decisão que reconheceu a ilegalidade da aplicação, pelo governo mineir,o de alíquotas de contribuição previdenciária previstas na Lei Federal nº 13.954/2019, que tinham elevado de 8% para 10,5% os descontos nas aposentadorias de policiais militares e bombeiros entre janeiro de 2023 e novembro de 2024.
Pela decisão, tomada nessa quarta-feira (28), o governo terá de devolver milhões de reais aos militares aposentados, referentes aos descontos realizados acima da alíquota de 8%.
O acórdão, de rejeição aos embargos, foi relatado pelo desembargador Edilson Olímpio Fernandes e acompanhado por unanimidade pelos magistrados do Órgão Especial. Ele manteve o entendimento do acórdão de outubro do ano passado, em que a alíquota de 10,5% foi declarada ilegal sem a imposição específica por legislação estadual. O entendimento foi adotado em ação movida pela Associação dos Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (AOPMBM-MG).
Como O Fator mostrou, o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) já havia decidido em fevereiro do ano passado que a aplicação da alíquota de 10% era indevida.
Nos embargos, o governo mineiro argumentou que havia omissão no acórdão anterior e alegou perda de objeto em razão da decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG). Todos os argumentos foram rejeitados pelo colegiado.
Os magistrados seguiram o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) no tema 1177, que declarou inconstitucional a fixação de alíquotas pela União para militares estaduais.
“O Supremo já bateu o martelo. O Estado (de Minas Gerais) está só catimbando o julgamento”, afirmou a O Fator o advogado Lucas Zandona Guimarães, que representa a Associação dos Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (AOPMBM-MG) na ação.
Guimarães destaca que o Governo mineiro ainda pode recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao STF, mas ressalta que militares têm mais um precedente agora para mover processos individuais e exigir a devolução dos descontos indevidos
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É com pesar que comunicamos o falecimento do Soldado Veterano Álvaro, do 9º BPM / 13ª RPM, de Barbacena.
Neste momento de dor, nos solidarizamos com familiares, amigos e irmãos de farda, desejando força, acolhimento e conforto a todos. Que Deus o receba em Sua glória e conceda paz aos corações enlutados.
O capitão Washington Gomides passa a integrar o quadro de veteranos da Polícia Militar de Minas Gerais. O oficial esteve cerca de 21 anos na lotado no 26º Batalhão, com sede em Itabira. Ao ingressar na reserva, o militar foi promovido a major.
O 26º Batalhão se despediu pelas redes sociais: "Na manhã desta terça-feira, 27/01, nos despedimos do Capitão Washington Jesus Dias Gomides, que, após mais de 30 anos de efetivo serviço prestado à sociedade, passa a integrar o honrado quadro de veteranos da PMMG".
"O militar dedicou a maior parte de sua carreira ao 26º BPM, sendo cerca de 21 anos somente em nossa Unidade, onde o agora Major se destacou pela competência, profissionalismo e dedicação. Nossa continência de respeito e admiração. Desejamos sucesso, saúde e muitas conquistas nesta nova fase!", concluiu.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
A legislação e a jurisprudência brasileiras são claras ao tratar de acidentes envolvendo viaturas oficiais. Não existe regra automática que obrigue o policial militar a pagar pelo conserto da viatura quando o acidente ocorre durante o serviço. A responsabilidade civil do servidor público é subjetiva, ou seja, só pode haver cobrança se ficar comprovado que ele agiu com culpa ou dolo, por imprudência, negligência ou de forma intencional, e fora do estrito cumprimento do dever legal. Os tribunais têm decidido reiteradamente que, quando o policial está em serviço legítimo, sofre mal-súbito ou não há prova concreta de culpa, não há dever de indenizar o Estado pelos danos à viatura. O próprio Tribunal de Justiça de Minas Gerais já firmou entendimento de que, sem comprovação inequívoca de culpa, o policial não pode ser responsabilizado civilmente. Em alguns estados, como no Distrito Federal, inclusive já existem leis que atribuem expressamente ao Estado a responsabilidade pelos danos às viaturas em serviço, salvo nos casos de culpa comprovada do agente. Em situações em que terceiros causam o acidente, o dever de ressarcimento é de quem provocou o dano, e não do policial que estava no exercício da função.
Mesmo diante desse entendimento jurídico consolidado, o 3º Sargento Nelson Felipe, do 56º Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais, em Itajubá, enfrenta uma realidade dura. Em janeiro do ano passado, durante o serviço, enquanto conduzia uma viatura do Tático Móvel, sofreu um mau súbito, perdeu a consciência ao volante e se envolveu em um acidente de trânsito com um veículo civil. O laudo pericial apontou ausência de frenagem e indícios de perda de consciência, sendo concluído como inconclusivo e sem atribuição de responsabilidade direta a qualquer dos condutores. Ainda assim, após cerca de um ano de trâmite administrativo, o militar foi responsabilizado e condenado ao pagamento de R$ 85.500,00 para o conserto da viatura.
Essa situação escancara um problema que pode atingir qualquer policial que sai para trabalhar todos os dias sob pressão extrema, risco constante e grande responsabilidade. Soma-se a isso o fato de muitas viaturas oficiais não possuírem seguro, transferindo ao policial um risco que deveria ser institucional. Na prática, o militar passa a exercer sua função sabendo que, além de arriscar a própria vida, pode acabar pagando pelo resto da carreira — ou da vida — por um acidente ocorrido em serviço.
Sem condições financeiras de arcar sozinho com esse valor, o 3º Sargento Nelson Felipe busca apoio solidário por meio da divulgação do caso, de orientações jurídicas ou de contribuições voluntárias para custear o conserto da viatura e encerrar esse processo. Dar visibilidade a esse caso é fundamental, pois ele representa uma realidade que pode atingir qualquer profissional da segurança pública.
3º Sargento PM Nelson Felipe de Castro Rosa
PIX (CPF): 077.902.096-04
Favorecido: Nelson Felipe de Castro Rosa
Banco do Brasil
Coronel que ameaçou Zema de morte é condenado e preso por ataques a ex-oficial da PM
- Publicado

O tenente-coronel Domingos Sávio de Mendonça, que ganhou notoriedade em 2019 após divulgar um áudio com ameaças ao governador Romeu Zema (Novo), começou a cumprir nesta terça-feira (26) pena de três meses e dez dias de detenção em regime aberto. A condenação foi imposta pela 4ª Auditoria da Justiça Militar do Estado de Minas Gerais (4ª AJME) por ofensas verbais contra um outro coronel da Polícia Militar.
Mendonça está recolhido no Primeiro Batalhão da PM, no bairro Santa Efigênia, região Leste de Belo Horizonte. No cumprimento da pena, deverá permanecer nas dependências do quartel de segunda a sexta-feira, das 20h às 6h, e em tempo integral nos fins de semana e feriados.
A decisão decorre de um episódio ocorrido em dezembro de 2021. Na ocasião, circulou em grupos de WhatsApp um vídeo em que Mendonça se dirigia ao então diretor de Apoio Logístico da corporação, responsável por um Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado contra ele.
Na gravação, o tenente-coronel afirmava que soldados, sob ordens do coronel, teriam ido à sua antiga residência e constrangido seus filhos a assinar documentos. Criticava ainda a suposta ausência de cópias dos autos de intimação e dizia que não compareceria à oitiva marcada pela Corregedoria. Em outro trecho, acusava o superior de agir “ao arrepio da lei” e disse acreditar estar sendo “instigado a cometer crime de desacato”. Ele concluiu afirmando que não cairia em um “laço de passarinheiro” e que não se submeteria “a abusos”.
A gravação, segundo o Ministério Público Militar, teve ampla circulação e repercussão entre integrantes e ex-integrantes da corporação.
Histórico de controvérsias
Domingos Sávio de Mendonça voltou a ocupar o noticiário após o episódio de 2019, quando enviou um áudio no qual ameaçava matar o governador Romeu Zema, então no primeiro ano de mandato. No dia seguinte, o próprio policial confirmou a autoria da mensagem em novo vídeo e afirmou não ter intenção de cumprir a ameaça. O caso gerou investigação judicial.
Em 2022, o oficial concorreu a uma vaga de deputado estadual pelo partido Republicanos e obteve 31.288 votos, ficando como primeiro suplente da legenda.
Eleições 2026
A escolha de Romeu Zema (Novo) para a disputa presidencial de 2026 vai influenciar diretamente o futuro político do vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD).
Apesar de ter deixado o Partido Novo e se filiado ao PSD, Simões — que é pré-candidato ao governo de Minas — tende a manter palanque para Zema, seu ex-correligionário. Caso essa dobradinha se confirme, o PL já sinalizou que não pretende fechar aliança com Simões e deve partir para um plano B.
Nos bastidores, integrantes do próprio PL avaliam que a alternativa mais viável, neste momento, seria apoiar a candidatura do senador Cleitinho (Republicanos). Nesse cenário, Cleitinho seria o palanque mineiro do senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República.
Zema, por sua vez, afirma que não vai desistir da candidatura presidencial. Segundo ele, o Partido Novo precisa lançar um nome para se fortalecer no cenário nacional. Ao seguir esse plano, porém, o governador pode acabar enfraquecendo seu principal aliado e sucessor em Minas Gerais.
ALIADOS DE PACHECO ESTÃO TRABALHANDO EM SILÊNCIO
Nos bastidores da política mineira, o tabuleiro começa a ficar visivelmente bagunçado. Segundo informações que circulam entre lideranças e articuladores, aliados do senador Rodrigo Pacheco trabalham para minar a pré-candidatura do vice-governador Matheus Simões ao governo de Minas Gerais.
A estratégia passa por desmontar a federação União Brasil–PP em Minas, retirando-a do arco de alianças de Simões e abrindo caminho para um Plano B: colocar o senador Cleitinho Azevedo sob controle político, amarrado ao Republicanos em articulação com União Brasil e PP. O movimento teria como objetivo implodir a candidatura de Matheus Simões e, de quebra, reorganizar o jogo eleitoral no estado.
Nesse redesenho, o PT também entra na equação. A avaliação é que o partido poderia ser empurrado para a disputa com um nome frágil, sem musculatura eleitoral, o que facilitaria a vida do grupo articulador. O cenário se torna ainda mais sensível diante da postura da prefeita de Contagem, Marília Campos, que tem demonstrado incômodo com o presidente Lula e com a direção estadual do PT. Marília já teria sinalizado, inclusive, que pode não disputar o Senado.
Com a eventual saída de Marília do páreo, abre-se espaço para outro movimento-chave: garantir a Marcelo Aro uma vaga ao Senado, ao mesmo tempo em que se implodiria o apoio que hoje o secretário de Governo dá a Matheus Simões.
O resultado seria um realinhamento completo das forças políticas em Minas.
De quebra, essa engenharia política ainda poderia render um efeito colateral relevante no plano nacional: reduzir o palanque de Lula em Minas Gerais ou, na pior das hipóteses para esse grupo, forçar uma campanha mais neutra, sem ataques diretos ao presidente.
O fato é que, se essas articulações avançarem, Minas Gerais caminha para uma eleição marcada menos por projetos claros e mais por movimentos de bastidor, onde o objetivo principal parece ser desorganizar adversários e redesenhar alianças, mesmo que isso custe coerência política e estabilidade eleitoral.
O jogo está em curso — e o tabuleiro, definitivamente, já não é o mesmo.
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
Algumas mulheres na política estão usando a narrativa de vitimização de gênero como escudo retórico para desviar críticas legítimas ou se colocar acima do debate pelo mérito. Criticar uma atuação, uma decisão ou uma gestão não é necessariamente misoginia — e transformar toda crítica em “ataque machista” pode enfraquecer tanto o debate político quanto a luta real contra a violência de gênero.
➡️ Diferencie questionamento de mulher de violência política de gênero real.
➡️ Debata ideias, políticas e ações — não discursos automáticos de perseguição.
Quando posicionamentos legítimos passam a ser rotulados como machismo sem base concreta, a própria proteção contra a violência política de gênero é banalizada. E isso prejudica todas as mulheres que enfrentam realmente obstáculos e ataques.
Respeito às pessoas, rigor nos argumentos e foco no conteúdo das críticas: isso fortalece a democracia e a participação política de todas.
Um segundo-sargento da Polícia Militar de Pernambuco recebeu punição disciplinar de três dias de detenção em razão do tamanho do bigode, por suposto descumprimento dos padrões de apresentação pessoal exigidos pela corporação. A informação foi divulgada pelo portal g1 Pernambuco.
O militar, Samuel de Araújo Lima, tem 35 anos de atuação na PM e atualmente está lotado na Companhia Independente de Apoio ao Turista (CIATur). De acordo com a defesa, ele utiliza o mesmo estilo de bigode há vários anos e nunca havia sido advertido anteriormente, inclusive em ocasiões em que esteve em contato direto com o comando-geral da corporação, em 2024.
Segundo o advogado Tiago Régis, que representa o sargento, a notificação por desacordo com os padrões ocorreu após uma fiscalização durante um serviço extra. Ainda conforme a defesa, não houve denúncia formal de terceiros contra o militar.
A punição disciplinar foi publicada em boletim interno da Polícia Militar no dia 13 de janeiro deste ano, e o sargento recorreu da decisão, que segue em análise.
Em nota, a Polícia Militar de Pernambuco informou que a sanção está em conformidade com o Suplemento Normativo (Sunor) nº 68, de 26 de outubro de 2020, que regulamenta os padrões de apresentação pessoal dos militares estaduais. A norma estabelece que o bigode é permitido, desde que discreto, aparado, não ultrapasse a linha dos lábios, esteja acima do lábio superior e conste na carteira de identidade funcional do militar.
A PM também esclareceu que a medida aplicada não afasta o militar do serviço, tratando-se de sanção administrativa prevista nos regulamentos internos da instituição.
O caso segue em tramitação administrativa.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
De acordo com o REDS nº 2026 003843758-001, na madrugada desta segunda-feira (26), um tiroteio foi registrado na Avenida Imbiruçu, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A ocorrência envolveu um veículo Fiat Strada vermelho, que apresentava diversas perfurações compatíveis com disparos de arma de fogo, vidros estilhaçados e marcas de sangue no local.
No atendimento inicial, policiais localizaram um homem caído ao solo, ferido por disparos, e outro indivíduo no banco traseiro do veículo, já sem sinais vitais. Consta no registro que dois policiais militares, que estavam fora de serviço, relataram ter sido abordados por volta das 3h20 pelos ocupantes do automóvel. Segundo a versão apresentada, um dos indivíduos teria ordenado que levantassem as camisas e, em seguida, apontado uma arma de fogo, dando início aos disparos.
Ainda conforme o REDS, os policiais se abrigaram e reagiram em legítima defesa, cessando os disparos no momento em que a agressão teria sido interrompida. O motorista do veículo foi atingido, conseguiu sair do carro e pediu socorro, sendo atendido pelo SAMU e encaminhado ao Hospital Municipal de Contagem, onde permaneceu sob cuidados médicos.
No interior do automóvel, o passageiro do banco traseiro foi encontrado sem vida. Durante os trabalhos periciais, foi localizada uma pistola no assoalho do veículo, além de um carregador de munições no bolso da vítima fatal. Uma mulher que também estava no carro no momento do fato relatou que saiu correndo ao início do tiroteio e afirmou não saber quem deu início aos disparos.
A perícia técnica realizou os procedimentos no local, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal e o veículo removido para pátio credenciado. O caso segue sob investigação para apuração da dinâmica dos fatos e das responsabilidades.
Ranking do IPVA 2026 no Brasil
Imposto estadual, responsabilidade direta dos governadores.
Dos menores para os maiores:
1º Amazonas – 1,5%
2º Paraná – 1,9%
3º Santa Catarina – 2%
4º Espírito Santo – 2%
5º Acre – 2%
6º Mato Grosso – 2%
7º Pernambuco – 2,4%
8º Paraíba – 2,5%
9º Pará – 2,5%
10º Sergipe – 2,5%
11º Piauí – 2,5%
12º Maranhão – 2,5%
13º Tocantins – 2,5%
14º Ceará – 2,5%
15º Alagoas – 2,75%
16º Roraima – 3%
17º Rondônia – 3%
18º Rio Grande do Sul – 3%
19º Rio Grande do Norte – 3%
20º Mato Grosso do Sul – 3%
21º Distrito Federal – 3%
22º Bahia – 3%
23º Amapá – 3%
24º Goiás – 3%
25º São Paulo – 4%
26º Rio de Janeiro – 4%
27º Minas Gerais – 4%
Minas Gerais tem a maior alíquota de IPVA do Brasil.
domingo, 25 de janeiro de 2026
Nota de Luto
Com profundo pesar, registramos o falecimento do veterano Cabo João Eustáquio. Um profissional que dedicou sua vida ao serviço, honrando a farda e deixando um legado de compromisso, disciplina e respeito.
Nossas condolências aos familiares, amigos e irmãos de farda. Que Deus conforte a todos neste momento de dor.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
Comandante-Geral
22/01/2026
Atendlendo às solicitações encaminhadas pelo Fale com o Comando, e após estudo de viabilidade pelas áreas técnicas, autorizei a ampliação da convocação do CEFS. Além dos Cabos promovidos até julho de 2019. também serão convocados os militares promovidos a Cabo em agosto de 2019. totalizando mais 87 possíveis convocados. em sua maioria do Quadro de Especialistas. A medida aproveita modelo descentralizado de execucão do curso em 2026. evita deslocamentos para a APM, amplia acesso à capacitação e valoriza a tropa, sem prejuízo às atividades da Instituição
CEFS PMMG
Investigação mira casal de policiais da reserva e filha por estelionato e falsidade ideológica em Juiz de Fora
Tribuna
Investigação mira casal de policiais da reserva e filha por estelionato e falsidade ideológica em Juiz de Fora
Um casal de policiais militares da reserva, lotados no 2º BPM de Juiz de Fora, e a filha, civil, são alvos de investigação por suspeita de estelionato, falsidade ideológica e crimes contra o patrimônio e a fé pública. O caso tramita em segredo de Justiça.
Segundo apuração, as vítimas teriam fornecido dados pessoais à filha do casal para participar de supostas operações de investimento. Posteriormente, eram induzidas a validar informações, inclusive por meio de reconhecimento facial. Com o tempo, passaram a identificar movimentações não autorizadas, como emissão de cartões de crédito, abertura de contas bancárias e contratação de empréstimos consignados com descontos em folha, além do acúmulo de dívidas.
Os prejuízos atribuídos à filha também passaram a ser relacionados à conduta dos pais. Conforme relatos, por serem policiais e gozarem de credibilidade, eles teriam apresentado amigos e ex-colegas de corporação às supostas operações financeiras, divulgadas como oportunidades de retorno.
Testemunhas relatam prejuízos
Pessoas lesadas relataram os casos sob condição de anonimato. Entre elas, um idoso de 70 anos com Alzheimer, que teve um empréstimo realizado em seu nome e não conseguiu sacar a aposentadoria. Os recursos eram destinados à compra de medicamentos, e a situação afetou diretamente sua subsistência.
Outra vítima afirmou conhecer os policiais há anos e disse ter sido convidada por eles para um grupo de investimentos. Posteriormente, descobriu que a aplicação não existia e identificou empréstimos consignados, abertura de contas em diferentes bancos e uso de cartões de crédito sem autorização.
Uma terceira vítima relatou ter presenciado a filha do casal utilizando reconhecimento facial para acessar dados pessoais, inclusive de sua própria pastora. O Ministério Público informou que o número de vítimas ainda não está definido.
Defesa e andamento do processo
O advogado da família, Marcos Nascimento, afirmou que a investigação está em fase inicial, sem denúncia formal ou formação de culpa, e que pretende solicitar o retorno do sigilo do processo para evitar exposição indevida.
A Polícia Militar informou que instaurou inicialmente um Inquérito Policial Militar (IPM), posteriormente encaminhado à Justiça Militar e ao Ministério Público. A Justiça Militar declinou da competência, remetendo o caso à Justiça Comum de Juiz de Fora. A Polícia Civil abriu novo inquérito, com prazo de 60 dias para conclusão.
O Ministério Público terá 15 dias após o encerramento da investigação para decidir se oferece denúncia, arquiva o caso ou solicita novas diligências. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais informou que o processo segue em tramitação, com a última movimentação registrada em 18 de dezembro, sob sigilo judicial.
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governo de Minas Gerais anunciou, nesta quarta-feira (12), o pagamento do vale-refeição dos profissionais das forças de segurança pública ...
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Lei sancionada descongela mais de 583 dias de tempo de serviço dos servidores públicos durante a pandemia O presidente Luiz Inácio Lula da...








































