sexta-feira, 8 de maio de 2026


 Não deixemos a política destruir nossas amizades.

Opiniões diferentes sempre vão existir, e isso faz parte da vida. Nenhum partido, candidato ou ideologia deveria valer mais do que o carinho, o respeito e a história construída entre pessoas que se gostam de verdade.

A política passa, as eleições passam, mas as amizades sinceras permanecem. É possível discordar sem atacar, debater sem humilhar e pensar diferente sem transformar o outro em inimigo.

No fim das contas, somos todos humanos, com medos, sonhos, dificuldades e desejos parecidos. Que nunca falte maturidade para ouvir, empatia para compreender e amor para preservar quem caminha ao nosso lado.

Amizade de verdade precisa ser maior que qualquer disputa política.


Renata Pimenta

quinta-feira, 7 de maio de 2026

 


O senador Rodrigo Pacheco reagiu às movimentações de possíveis adversários na disputa pelo Governo de Minas Gerais em 2026 e afirmou que vê com naturalidade o aumento da concorrência no cenário político estadual. Sem citar nomes diretamente, Pacheco destacou que a democracia é construída com diálogo e participação de diferentes forças políticas, mas reforçou que seu grupo trabalha com “seriedade, equilíbrio e responsabilidade”.

Nos bastidores, aliados avaliam que o senador busca consolidar sua imagem como nome de centro capaz de unir diferentes setores políticos em Minas. A fala ocorre em meio ao avanço de pré-candidaturas e articulações de lideranças da direita e da esquerda no estado.

Pacheco também sinalizou que qualquer definição sobre uma eventual candidatura será tomada “no momento certo”, priorizando, segundo ele, os interesses de Minas Gerais e a construção de um projeto consistente para o estado.

 


A OAB-MG ajuizou uma ação civil pública contra o sistema de “Plantão Digital” da Polícia Civil de Minas Gerais. A entidade alega que o modelo estaria violando prerrogativas da advocacia, comprometendo o direito de defesa e ferindo garantias constitucionais de pessoas presas em flagrante.

Segundo o presidente da OAB-MG, Gustavo Chalfun, houve tentativas de diálogo com o Governo de Minas e com a Polícia Civil antes da judicialização, mas, diante da continuidade dos problemas relatados por advogados, a entidade decidiu recorrer à Justiça.

Entre as principais críticas está a dificuldade de acesso dos advogados aos procedimentos de flagrante, além de atrasos na lavratura dos autos e prejuízos ao acompanhamento da defesa. A OAB também aponta relatos de presos aguardando por longos períodos em condições inadequadas enquanto os procedimentos são realizados remotamente.

Por outro lado, a Polícia Civil afirma que o Plantão Digital trouxe modernização ao sistema, reduziu deslocamentos entre cidades e aumentou a agilidade nos registros e oitivas realizadas por videoconferência. O modelo funciona de forma contínua em Minas Gerais com equipes remotas responsáveis pela formalização dos procedimentos.

A Justiça Federal já determinou a citação do Estado de Minas Gerais para prestar esclarecimentos antes de analisar o pedido de urgência apresentado pela OAB-MG.

Os adversários vão agradecer

 Os adversários vão agradecer

por




Luiz Tito

Publicado em 07/05/2026

às 21:45


Agradecer, muito e penhoradamente. O presidente do PL em Minas, deputado Domingos Sávio, está recomendando o nome do ex-governador Romeu Zema para compor a chapa do candidato a presidente da República, Flávio Bolsonaro, nas próximas eleições.


Estes mesmos adversários pedem, contudo, que essa escolha se atrase um pouco para que Zema tenha mais tempo para completar seu repertório de propostas para governar o país, especialmente nas questões de interesse social.


É impressionante a capacidade que o ex-governador tem de produzir asneiras. Daria um livro. Vamos aguardar por essa sua nova jornada de “trabalho”, já nomeada “ZEMA 26”

O militar baixado em serviçoEfetivo operacional é importante. Mas a dignidade do militar adoecido também precisa ser prioridade :



A discussão sobre movimentação de militares com restrições médicas envolve não apenas o interesse individual, mas também a necessidade de manutenção da operacionalidade das unidades.

Segundo o entendimento apresentado, o comandante da unidade possui discricionariedade administrativa para avaliar a viabilidade da movimentação, considerando a necessidade de efetivo apto ao serviço operacional. Isso porque determinadas unidades dependem de um número mínimo de militares aptos a atuar diretamente nas escalas e ocorrências.

O argumento utilizado é que, em alguns casos, a transferência de um militar com limitação para atividade operacional pode gerar desequilíbrio na unidade de destino, especialmente quando já existem outros militares afastados do serviço operacional atuando em funções administrativas.

Outro ponto destacado é que o comandante tem o dever legal de garantir o funcionamento da unidade, promovendo a adequada gestão administrativa e operacional do efetivo. Embora a legislação não detalhe expressamente critérios objetivos sobre o limite de militares afastados do operacional em cada unidade, a interpretação é de que essa responsabilidade decorre das atribuições de comando previstas na legislação militar.

Também são considerados fatores técnicos e operacionais específicos, como a necessidade de motoristas credenciados para viaturas, composição mínima das guarnições e distribuição equilibrada do efetivo. Assim, a decisão sobre movimentação funcional acaba sendo fundamentada, muitas vezes, na conveniência e oportunidade administrativa, dentro da discricionariedade atribuída ao comandante da unidade.

Entretanto, outro ponto que precisa ser considerado é que nenhum militar escolhe adoecer. O afastamento do serviço operacional ocorre justamente em razão de problemas de saúde reconhecidos oficialmente, muitas vezes decorrentes de anos de dedicação, desgaste físico e emocional da própria atividade militar.

O militar baixado não deixa de ser profissional, comprometido ou útil à instituição. Em muitos casos, continua desempenhando funções administrativas essenciais para o funcionamento da unidade.

Dessa forma, a discussão não deveria tratar o militar doente como um problema administrativo, mas buscar equilíbrio entre a necessidade operacional da instituição e o respeito à dignidade, à saúde e aos direitos de quem dedicou anos ao serviço público e hoje enfrenta limitações médicas involuntárias.

Renata Pimenta 

MG: projeto aprovado alivia cobrança sobre militares doentes. Entenda Militares diagnosticados com doenças graves e incapacitantes poderão ficar isentos da contribuição previdenciária ao IPSM em Minas

 


Belo Horizonte — Militares inativos de Minas Gerais diagnosticados com doenças graves e incapacitantes poderão ficar isentos da contribuição previdenciária ao Instituto de Previdência dos Servidores Militares (IPSM). A medida foi aprovada em definitivo pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) nessa quarta-feira (6/5) e agora aguarda sanção do governador Mateus Simões (PSD).

O Projeto de Lei nº 5.302, de 2026, de autoria do ex-governador Romeu Zema (Novo), beneficia militares da reserva, reformados e pensionistas acometidos por 17 doenças consideradas incapacitantes.

Entre elas estão:

câncer;

esclerose múltipla;

doença de Parkinson;

cardiopatia grave;

cegueira;

hanseníase;

tuberculose ativa;

paralisia irreversível.

A proposta foi aprovada após alterações feitas durante a tramitação em segundo turno. O texto final incorpora mudanças relacionadas aos critérios para concessão do benefício e aos mecanismos de recurso administrativo.

Como vai funcionar a isenção

Pelo texto aprovado, a isenção será limitada à parcela do benefício que não ultrapassar duas vezes o teto do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), atualmente em torno de R$ 8,4 mil.

Na prática, o militar inativo ou pensionista deixará de contribuir sobre a faixa dentro desse limite. Caso o valor recebido ultrapasse esse teto, a cobrança previdenciária ocorrerá apenas sobre o excedente.

O benefício poderá ser concedido mesmo que a doença incapacitante seja diagnosticada após a ida do militar para a reserva, reforma ou após a criação da pensão.

Para obter a isenção, será necessário apresentar um requerimento acompanhado de laudo médico elaborado ou homologado por oficial da rede de saúde das Instituições Militares Estaduais (IMES).

Direito a recurso

Uma das mudanças incluídas no segundo turno garante ao beneficiário o direito de recorrer administrativamente em caso de negativa do pedido. Segundo o texto, o militar terá prazo de 60 dias, contados da publicação ou da ciência formal do indeferimento, para apresentar recurso.

Além disso, quem já tiver obtido a isenção antes da publicação da nova lei não precisará devolver valores anteriormente dispensados.

O texto aprovado também prevê que eventuais déficits financeiros provocados pela medida serão cobertos pelo Tesouro Estadual.

Outra alteração determina que o Poder Executivo adote medidas para preservar o equilíbrio econômico-financeiro do IPSM diante da redução na arrecadação previdenciária.

Após a aprovação pela ALMG, o governador Mateus Simões comemorou a medida nas redes sociais e afirmou que militares que arriscam a vida pela segurança pública merecem apoio do Estado quando mais precisam.



Uma nova rodada da pesquisa Genial/Quaest reforçou o peso de Minas Gerais como possível estado decisivo da eleição presidencial de 2026. No levantamento divulgado nesta quarta-feira, 6, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno no estado, mas ainda em empate técnico dentro da margem de erro.

Segundo os dados, Lula registra 39% das intenções de voto entre os mineiros, contra 36% de Flávio Bolsonaro. Como a margem de erro é de três pontos percentuais, o cenário é considerado tecnicamente empatado.

O resultado ganhou relevância política porque Minas Gerais é tradicionalmente visto como o estado decisivo das eleições presidenciais brasileiras. Desde a redemocratização, todos os candidatos eleitos presidente venceram também no estado.

Por que Minas Gerais é considerado decisivo? Além de ser o segundo maior colégio eleitoral do país, Minas historicamente funciona como um retrato do equilíbrio nacional. O estado reúne regiões economicamente e culturalmente distintas, com eleitorado distribuído entre áreas urbanas, industriais, rurais e cidades médias, refletindo tendências observadas nacionalmente.

Desde 1989, nenhum presidente eleito perdeu a disputa em Minas Gerais.

O levantamento da Genial/Quaest ouviu 11.646 eleitores em 562 municípios entre os dias 21 e 28 de abril. A pesquisa avaliou dez dos maiores colégios eleitorais do país e identificou um cenário regionalizado: Lula lidera nos principais estados do Norte e Nordeste, enquanto Flávio Bolsonaro aparece à frente em parte do Sul e Sudeste.

Minas Gerais surge, novamente, como o território mais equilibrado da disputa presidencial de 2026.



https://veja.abril.com.br/politica/lula-x-flavio-o-resultado-de-nova-pesquisa-no-estado-que-costuma-decidir-o-presidente/

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Humrum

 



Agora Matheus Simões tenta vestir a camisa de “pai” da isenção previdenciária para portadores de doenças graves e ainda distribui agradecimentos aos deputados. Mas vale lembrar: isso não é favor político, nem conquista pessoal de governo. É apenas uma medida de justiça — tardia, inclusive — para quem já enfrenta batalhas duríssimas na vida.

A isenção previdenciária para doenças incapacitantes foi aprovada em segundo turno e aguarda sanção do governador.

 


 


Com profundo pesar, registramos o falecimento do Major Veterano Walter Felizberto, que deixa um importante legado na Polícia Militar de Minas Gerais. Sua trajetória foi marcada por dedicação, honra e compromisso com a segurança pública e com a sociedade mineira.

Neste momento de dor, ficam o respeito, a gratidão e as lembranças de um profissional que honrou a farda e contribuiu de forma significativa para a instituição. Nossos sentimentos aos familiares, amigos e irmãos de farda.

 


Mais uma vitória daquilo que é justo! 

Transferência de militar sem fundamentação administrativa idônea não é obediente à norma constitucional vigente, impondo revisão judicial do ato!

Fortes marchemos!!!


Dr Vinicius Ganzaroli de Ávila


 Política

PL pode ter candidato próprio ao governo ou compor com Cleitinho

Em entrevista exclusiva, o deputado estadual Cristiano Caporezzo afirma que o partido tem condições de lançar candidatura própria ao governo de Minas Gerais.

Data: 06 de maio de 2026 | 10:40

Por: Letícia Fontes e Leticya Bernadete

O deputado estadual Cristiano Caporezzo (PL) avalia que o partido pode lançar candidatura própria ao governo de Minas, mas não descarta uma aliança com o senador Cleitinho (Republicanos). A declaração foi feita em entrevista ao programa Café com Política. Pré-candidato a deputado federal, Caporezzo também comentou os planos do partido e fez críticas ao atual governo estadual.

Principais trechos da entrevista

Sobre a candidatura ao Senado

Caporezzo afirma que não se colocou como pré-candidato ao Senado. Segundo ele, houve conversa com Jair Bolsonaro, que demonstrou simpatia pelo seu nome, mas a decisão do partido, com apoio de Nikolas Ferreira, foi por Domingos Sávio.

Mágoa pela decisão

O deputado afirma que não há ressentimento e que fará campanha para Domingos Sávio, ressaltando lealdade ao partido.

Diferencial na campanha

Destaca sua trajetória política e afirma que cumpriu todas as promessas feitas. Defende valores como Deus, pátria, família e liberdade.

Caminho do PL nas eleições

Aponta que uma aliança com Cleitinho pode ser uma alternativa sensata, mas também considera viável uma candidatura própria. Cita Vittorio Medioli como um nome forte dentro do partido.

Possível apoio a outros candidatos

Não descarta completamente alianças, mas afirma ver com ressalvas uma aproximação com Mateus Simões.

Avaliação do governo estadual

Faz críticas à gestão, especialmente na área da segurança pública, alegando falta de cumprimento de promessas e postura inadequada em relação à categoria.

PEC 40

Classifica a proposta como eleitoreira e afirma que já existe legislação para recomposição inflacionária, que não estaria sendo aplicada.

Defasagem salarial na segurança pública

Afirma que há perdas de cerca de 45% e cobra medidas efetivas do governo.

Escolas cívico-militares

Critica a implementação do modelo em Minas, alegando que o projeto não avançou de forma adequada e que há diferença entre discurso e prática.

Força na Assembleia

Acredita que projetos relacionados ao tema têm possibilidade de aprovação.

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Acusados de ataque a policiais são condenados pelo Júri em Ipatinga -

 Acusados de ataque a policiais são condenados pelo Júri em Ipatinga - Leia aqui 👉https://www.diariodoaco.com.br/noticia/0133557-acusados-de-ataque-a-policiais-sao-condenados-pelo-juri-em-ipatinga


 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA | Com mudanças em relação ao texto aprovado pelo Plenário em 1º turno, a Comissão de Administração Pública aprovou, nesta terça-feira (5), parecer favorável ao Projeto de Lei (PL) 924/23, do deputado Cristiano Caporezzo. A proposição institui a Transação Administrativa Disciplinar (TAD), para resolver determinadas transgressões mediante acordo entre o militar e a autoridade competente, evitando a instauração de processo administrativo disciplinar e tornando o processo mais ágil.


A versão aprovada em 1º turno pelo Plenário estendia essa possibilidade para transgressões consideradas médias ou leves. Porém, ao retornar para análise da Comissão de Administração, foi aprovado novo texto sugerido pelo relator, deputado  Sargento Rodrigues, que restringe a TAD apenas para casos leves. Agora, o projeto está pronto para ser votado de forma definitiva pelo Plenário.


Também recebendo sugestões de mudanças durante tramitação em 2º turno, o PL 4.837/25, do deputado Sargento Rodrigues, institui o banco de dados de organizações criminosas ultraviolentas e paramilitares e de milícias privadas no Estado. A iniciativa tem finalidade administrativa, não punitiva. Entre os objetivos, está a integração de informações entre Estado, União e outros entes, além do apoio à inteligência policial e ao planejamento de políticas públicas.


🌐 SAIBA MAIS: https://url.almg.gov.br/fZplf8

Simões busca interlocução direta com cúpula nacional do PL para contornar racha em Minas Governador aciona senador Rogério Marinho para abrir caminho com a cúpula nacional da legenda


Simões busca interlocução direta com cúpula nacional do PL para contornar racha em Minas

Governador aciona senador Rogério Marinho para abrir caminho com a cúpula nacional da legenda
O governador de Minas, Mateus Simões, e o senador do PL, Rogério Marinho
O senador Rogério Marinho (PL-RN) foi agraciado com a Grande Medalha da Inconfidência, em 21 de abril, pelo governador Mateus Simões (PSD). Foto: Agência Minas/Divulgação

Diante das divisões internas do PL de Minas sobre qual nome apoiar ou lançar para o governo de Minas Gerais nas eleições deste ano, o governador e pré-candidato à reeleição, Mateus Simões (PSD), decidiu buscar interlocução com o diretório nacional da legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com interlocutores ouvidos pelo O Fator, o sucessor de Romeu Zema (Novo) à frente do comando do estado iniciou conversas com o senador Rogério Marinho (PL-RN), que é uma das figuras mais próximas do pré-candidato do PL à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (RJ).

O intuito é que, a partir de Marinho, ele consiga chegar a Flávio e ao presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto, sem precisar contar com negociações feitas apenas pela direção estadual da sigla em Minas.

Fontes relataram à reportagem que houve uma aproximação a partir de 21 de abril, quando Simões entregou ao senador do RN a Grande Medalha da Inconfidência, uma das mais importantes comendas do estado, durante solenidade em Ouro Preto.

Além disso, há uma leitura interna no entorno de Simões de que a ala mais ideológica dos liberais possui trânsito livre junto à família Bolsonaro e à cúpula nacional. Explicam que eles não têm poder de decidir os apoios, mas buscam “plantar sementinhas”, o que pode atrapalhar os planos do governador.

Defesa de Cleitinho

Essa ala do PL de Minas defende, em sua maioria, uma aliança com o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) que, cabe lembrar, ainda não decidiu se vai concorrer ao comando do estado. A outra alternativa que colocam à mesa como plano B é lançar um nome próprio para a corrida eleitoral.

Entre eles estariam o de Flávio Roscoe, que é ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), e o de Vittorio Medioli, que é ex-prefeito de Betim. Uma das principais rejeições colocadas por essa corrente é a atuação de Simões na área da segurança pública e a viabilidade em pesquisas.

Do lado do PL, Simões contava com apoio mais firme do deputado federal Nikolas Ferreira (MG), que mantém voz ativa nas decisões da legenda. Mas, segundo fontes ouvidas pela reportagem, também houve um afastamento entre os dois após as negociações sobre recomposição salarial das forças de segurança pública de Minas.

Como mostrou O Fator, independentemente de qual seja o grupo, a ansiedade das alas da sigla no estado tem atrapalhado Flávio Bolsonaro, que já pediu que seja respeitada a hierarquia e que as decisões sobre a chapa em Minas sejam tomadas após a definição nacional. Ele não quer que sejam dadas esperanças nem feitas promessas.

Questão nacional

Um dos ativos a serem apresentados por Simões à cúpula nacional do PL, inclusive, trata de questões nacionais. Um dos impasses apresentados hoje no estado é de que o partido do ex-presidente Jair Bolsonaro teria dificuldade em apoiar Simões porque ele pretende embarcar na candidatura de Zema na disputa ao Palácio do Planalto.

E, além disso, o partido do governador, PSD, conta com pré-candidato o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado. Assim, em Minas, a direita teria três palanques. Pelo que apurou a reportagem, Simões estaria disposto a oferecer conversas com Zema sobre o assunto, uma vez que Flávio o lembra como vice na chapa presidencial.

Como mostrou a reportagem, o senador bolsonarista, inclusive, tem se aproximado mais de Zema diante do afunilamento do tempo e do que indicam pesquisas eleitorais. Soma-se a isso a tentativa de evitar que o político do Novo ocupe o espaço de principal referência na defesa de pautas da direita, como embates com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Agora, alas que apoiam Cleitinho e/ou candidatura própria afirmam que o senador deveria até mesmo desistir dessa ideia, diante do fato de o ex-governador de Minas não decolar nas pesquisas. Flávio, contudo, avisou aos correligionários que é preciso paciência, ainda é cedo, e nada precisa ser decidido neste semestre.

O núcleo duro do PL de Minas vai se reunir, nesta quinta-feira (7), em Brasília, com a direção nacional e tentará colocar na pauta os rumos do partido nas eleições mineiras. As lideranças vão aproveitar a gravação de VTs do partido para rádio e TV para falar do quadro estadual.



 https://ofator.com.br/informacao/simoes-busca-interlocucao-direta-cupula-nacional-do-pl/

terça-feira, 5 de maio de 2026

Sob pressão do PT, Pacheco diz que ainda avalia disputar governo de MG

 

Sob pressão do PT, Pacheco diz que ainda avalia disputar governo de MG

METROPOLES - Apontado como principal aposta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a eleição no estado, Pacheco chegou a sinalizar que poderia entrar na corrida, mas nunca confirmou a candidatura.. 
“Vou analisar. Acho que até o final deste mês de maio é um bom tempo”, disse o senador.A possível candidatura de Pacheco passou a ser colocada em dúvida ao longo dos últimos dias. O cenário se agravou após a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Na base governista, aliados de Lula questionam o possível envolvimento de Pacheco com a articulação do atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para barrar o nome de Messias no plenário.Embora pessoas próximas a Pacheco afirmem que ele segue disposto a concorrer, integrantes do PT veem sinais de hesitação. Para esses dirigentes, a demora do senador em anunciar a pré-candidatura e em articular alianças indica falta de disposição para entrar na disputa.

O tema foi discutido nesta terça em reunião de dirigentes petistas que tratam da estratégia eleitoral do partido. A definição do palanque de Lula em Minas Gerais está entre as prioridades do PT.


 







O tempo não pede licença — ele simplesmente passa. E, às vezes, tudo o que a gente precisa é de uma foto antiga para ser levado de volta.

Foi assim com o Sgt QPR Vanderli Apolinário. Ao rever imagens guardadas de 30, 40 anos atrás, veio aquela saudade que aperta, mas também aquece. Registros de uma época em que tudo estava começando, lá em 1986, em Passos, no 12º BPM, durante o Curso de Formação de Soldados, Pelotão 02. Dias de disciplina, aprendizado e, principalmente, de companheirismo verdadeiro.

Cada rosto nas fotos carrega uma história. Muitos seguiram caminhos diferentes, outros ficaram pelo caminho, e há aqueles que o tempo afastou sem aviso. Mas todos deixaram marcas.

Vanderli, natural de Varginha e hoje morando em Alfenas, lembra com carinho da trajetória que construiu na Polícia Militar, especialmente na área do 64º BPM, onde encerrou seu ciclo de serviço. Uma vida dedicada, feita de dever, rotina e também de laços que só quem vive a caserna entende.

As fotos são antigas, mas o sentimento é atual. Porque certas fases não passam — elas permanecem guardadas, vivas, dentro da gente.

Pagamento do funcionalismo é sexta-feira dia 08 de maio

 


Real Time Big Data: Flávio tem 44%, e Lula, 43% no 2º turno

 Real Time


Big Data: Flávio tem 44%, e Lula, 43% no 2º turno


*Leia mais:* https://cnnbr.app/short/c72989861/


*Pense bem, pense CNN*

segunda-feira, 4 de maio de 2026


 Entidades entregam novo texto na ALMG para viabilizar reajuste das forças de segurança

Representantes de entidades das forças de segurança de Minas Gerais entregaram, de forma simbólica, nesta terça-feira (28), uma nova redação para a PEC 40 na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). O objetivo é destravar a tramitação da proposta, parada no Legislativo desde junho de 2024.

A subemenda foi apresentada ao deputado estadual Zé Laviola (Novo), vice-presidente da Comissão de Constituição e Justiça.

Segundo apuração da Rádio Itatiaia, o novo texto foi construído após reunião entre representantes da categoria e o governo estadual, realizada na Cidade Administrativa na última sexta-feira (24).

A principal mudança é pontual:

enquanto a versão original previa que a revisão salarial ocorreria obrigatoriamente em janeiro, a nova redação estabelece que ela seja feita preferencialmente em abril — ajuste ligado a questões orçamentárias.

Apesar da tentativa de avanço, ainda há receio entre os representantes da categoria de que o impasse jurídico entre Executivo e Legislativo continue travando a proposta.

Entenda o impasse

A PEC 40 ganhou força recentemente após ser mencionada pelo governador Mateus Simões durante evento em Ouro Preto.

No entanto, o presidente da ALMG, Tadeu Leite (MDB), sustenta que há vício de iniciativa. Segundo ele, propostas que tratam da remuneração de servidores devem partir do Executivo — e não do Legislativo ou de câmaras municipais.

Na mesma linha, parlamentares afirmam que a apresentação de subemenda não resolve o problema jurídico. O deputado Sargento Rodrigues (PL) argumenta que o governo não pode alterar a proposta em tramitação e que seria necessário enviar um novo projeto de lei para viabilizar o avanço.

Pacheco é descartado por Lula para o STF e pode ir para o TCU.


 *Pacheco é descartado por Lula para o STF e pode ir para o TCU.* Ele pode entrar na vaga de Bruno Dantas, que estuda ir para a iniciativa privada: 


Rodrigo Pacheco não foi escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a vaga no Supremo Tribunal Federal, após articulação política que envolveu outros nomes do governo e do Senado. No meio político, isso é interpretado como uma perda de prioridade dentro da disputa pela indicação, ainda que não haja confirmação oficial de “rejeição” nos termos formais.
Em relação ao governo de Minas Gerais, Pacheco ainda avalia a melhor forma de comunicar ao presidente Lula sua decisão de não disputar o Palácio Tiradentes. Apesar de ser citado como uma das principais apostas do campo progressista, ele não confirmou candidatura e mantém o cenário em aberto.
Nos bastidores, a colunista Mônica Bergamo afirma que Pacheco é cotado para o Tribunal de Contas da União, em um contexto em que o ministro Bruno Dantas poderia deixar o cargo caso migre para a iniciativa privada. Nesse cenário, Pacheco apareceria como um dos nomes avaliados para eventual sucessão.
Caso a ida ao TCU não se concretize, a alternativa mencionada nos bastidores é a possibilidade de migração para a iniciativa privada. Todas as hipóteses, porém, seguem no campo de articulação política e não há anúncio oficial sobre o destino do senador.

AUXÍLIOS DO GOVERNO ESTÃO CRIANDO UMA GERAÇÃO DE IMPRESTÁVEIS, DIZ ZEMA

 A declaração


O pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo-MG) afirmou que pretende endurecer as regras de programas de transferência de renda, condicionando a manutenção dos benefícios à aceitação de empregos formais. 

Em entrevista ao Canal Livre, ele criticou o que considera uma crescente dependência de auxílios governamentais no país e disse: “Não vou pagar auxílio do governo para os marmanjões. Estamos criando no Brasil uma geração de imprestáveis”. Segundo Zema, a proposta não prevê o fim dos programas sociais, mas inclui o combate a fraudes e a exigência de contrapartidas dos beneficiários. 

Ele defendeu o uso do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e de secretarias municipais para monitorar ofertas de trabalho, sugerindo que quem recusar vagas sem justificativa pode perder o benefício. “O objetivo é garantir que o recurso público chegue a quem realmente precisa e não sirva como desestímulo ao mercado de trabalho formal”, afirmou. Via InfoMoney. 

 Não deixemos a política destruir nossas amizades. Opiniões diferentes sempre vão existir, e isso faz parte da vida. Nenhum partido, candida...