quarta-feira, 13 de maio de 2026

Flávio Bolsonaro x Vorcaro

 As info


rmações divulgadas até o momento sobre o financiamento do filme “Dark Horse”, baseado na trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, apontam que as negociações para captação de recursos privados começaram ainda em 2024. Segundo reportagens publicadas por diferentes veículos nesta semana, o senador Flávio Bolsonaro teria atuado na aproximação com o empresário Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master, para viabilizar o projeto audiovisual.


Documentos, mensagens e áudios divulgados pela imprensa indicam que o valor negociado poderia chegar a R$ 134 milhões. Parte dos recursos teria sido transferida entre fevereiro e maio de 2025, em operações financeiras destinadas à estrutura de produção do filme e fundos ligados ao projeto. As reportagens afirmam que cerca de R$ 61 milhões teriam sido efetivamente pagos nesse período.


Na época das negociações e dos repasses, Daniel Vorcaro ainda não havia sido preso. As investigações envolvendo o Banco Master ganharam maior repercussão pública posteriormente, quando operações passaram a apurar suspeitas de irregularidades financeiras e prejuízos bilionários. Mesmo assim, mensagens atribuídas a Flávio Bolsonaro mostram que as conversas sobre os pagamentos continuaram ao longo de 2025. Uma das mensagens divulgadas teria sido enviada em 16 de novembro de 2025, um dia antes da prisão de Vorcaro.


Após a divulgação do caso, Flávio Bolsonaro confirmou que buscou apoio financeiro para o longa, mas afirmou que se tratava de um investimento privado em uma produção privada, negando qualquer irregularidade ou uso de recursos públicos. Até o momento, não há acusação formal conhecida relacionada especificamente ao financiamento do filme, nem comprovação pública de que os valores tenham sido destinados diretamente ao senador. O debate atual gira principalmente em torno da origem dos recursos, da proximidade política com um empresário posteriormente investigado e da eventual necessidade de aprofundamento das apurações sobre as operações financeiras ligadas ao projeto.


Fontes:


The Intercept Brasil

https://www.intercept.com.br/2026/05/13/audio-flavio-negociou-vorcaro-milhoes/


CNN Brasil

https://www.cnnbrasil.com.br/politica/flavio-pediu-r-134-mi-a-vorcaro-para-filme-de-bolsonaro-diz-intercept/


Poder360

https://www.poder360.com.br/poder-congresso/flavio-confirma-pedido-de-dinheiro-a-vorcaro-mas-diz-que-era-privado/


Revista Oeste

https://revistaoeste.com/politica/vorcaro-pagou-r-60-mi-para-financiar-filme-sobre-jair-bolsonaro-flavio-teria-intermediado-a-negociacao/


Associated Press (AP)

https://apnews.com/article/236f7e6448e10836d1af0ceecc26ddc8


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*ARCEBURGO*


Nesta data, tivemos a honra de receber a visita do Sr. Cabo Geraldo Magela Braga, veterano da Polícia Militar desde 2001, matrícula nº 049.604-2


O militar serviu no município de Arceburgo entre junho de 1986 e abril de 2001, período em que dedicou seus serviços à segurança da comunidade arceburguense, construindo sua trajetória com compromisso e dedicação junto à Polícia Militar.


A visita reforça os laços de respeito e reconhecimento aos veteranos que contribuíram para a história da Corporação em nosso município.



PMMG 250 ANOS PRESENÇA QUE PROTEGE

Filmes, documentarios e homenagens no carnaval: moral ou imoral




O filme “Lula, o Filho do Brasil” teve financiamento privado de grandes empreiteiras e empresas brasileiras. Reportagens e investigações citaram nomes como Odebrecht, OAS e Camargo Corrêa. Documentos entregues à Lava Jato mostraram, por exemplo, pagamento de R$ 250 mil da Odebrecht para a produção. O orçamento do filme foi estimado entre R$ 12 milhões e R$ 17 milhões.

(Fontes: Veja, UOL, Gazeta do Sul)


Já o filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro, segundo reportagens divulgadas pelo Intercept Brasil e repercutidas em outros veículos, teria recebido financiamento do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Os materiais divulgados falam em pelo menos US$ 10 milhões já pagos, podendo chegar a US$ 24 milhões em negociações ligadas ao projeto.

(Fontes: Intercept Brasil, Brado Jornal)


No Carnaval, a escola que homenageou Lula recebeu verbas públicas ligadas ao financiamento tradicional dos desfiles, incluindo recursos da Embratur e da Prefeitura de Niterói. Também houve discussão sobre autorização de captação via Lei Rouanet, mas agências de checagem esclareceram que autorização para captar não significa recebimento automático de dinheiro público.

(Fontes: InfoMoney, Exame, Aos Fatos)


Agora, as interpretações e suspeitas políticas:


No caso de Lula, opositores afirmam que o apoio de empreiteiras ligadas a contratos públicos levantava suspeitas de proximidade política e interesses indiretos. A Lava Jato chegou a investigar o contexto desses financiamentos.


No caso de Bolsonaro, críticos apontam que o envolvimento de um banqueiro com forte trânsito político e negociações milionárias também levanta questionamentos sobre influência, acesso e interesses futuros.


E no Carnaval, a polêmica girou em torno do uso de estrutura pública para homenagear um presidente em exercício, algo que parte da população considera promoção política indireta.


Até aqui, porém, não existe condenação judicial dizendo que os patrocínios dos filmes foram ilegais.


Ter empresários financiando obras culturais sobre figuras políticas não é crime por si só. A ilegalidade só existiria se fosse comprovada contrapartida ilícita, lavagem de dinheiro, desvio de verba pública ou favorecimento indevido — algo que, até o momento, não foi estabelecido judicialmente nesses casos.

 


Sem Pacheco, PT vive ‘clima de velório’, mas tenta apressar busca por opções

Lideranças petistas admitem desorientação diante da possível desistência do senador e intensificam conversas para atrair Kalil
Lula e Pacheco conversam
Com indefinição sobre candidatura de Rodrigo Pacheco, setores do PT passaram a tratar Alexandre Kalil como principal alternativa

A possível desistência do senador Rodrigo Pacheco (PSB) da disputa pelo governo de Minas Gerais provocou apreensão dentro do PT mineiro e acelerou a busca por alternativas para garantir um palanque ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Sem definição sobre os rumos da sucessão estadual e ainda à espera de uma sinalização de Lula, dirigentes passaram a tratar o ex-prefeito Alexandre Kalil (PDT) como principal esperança para reorganizar a esquerda em Minas, apesar da resistência histórica do próprio ex-prefeito a uma aproximação antecipada com o PT.

Nesta semana, uma reunião entre a presidente estadual do PT, Leninha, os deputados federais Rogério Correia e Reginaldo Lopes e integrantes da direção estadual do partido, expôs o tamanho da indefinição interna. Segundo relatos feitos a O Fator, até representantes ligados ao presidente do PT, Edinho Silva, admitiram não haver, até o momento, nova reunião nacional marcada para discutir os rumos da sucessão mineira.

Integrantes do partido admitem que o PT mineiro atravessa um momento de desorientação política diante do enfraquecimento da candidatura de Pacheco e segue aguardando uma definição de Lula para reorganizar o cenário eleitoral de 2026.

Com isso, lideranças da federação formada por PT, PCdoB e PV passaram a intensificar conversas em torno de Kalil. Integrantes do PDT afirmaram à reportagem que o grupo de Edinho pretende abrir diálogo com o ex-prefeito e já comunicou aliados sobre a intenção de iniciar as conversas. Ainda não há data definida para o encontro, mas interlocutores afirmam que a movimentação deve ocorrer entre esta semana e a próxima.

Segundo integrantes do partido de Kalil, a possível saída de Pacheco já era considerada internamente como um “cenário provável”. A avaliação compartilhada é de que o ex-prefeito precisaria apenas de uma demonstração concreta de interesse político para abrir diálogo sobre uma eventual participação no palanque de Lula.

Nenhum convite oficial chegou até Kalil, e o ex-prefeito disse a integrantes de seu entorno que classifica as investidas como “boatos”, embora admita que grupos ligados ao PT já começaram a fazer pressão para atraí-lo para a disputa.

 

O cálculo de votos para a sessão que pode aprovar impeachment de Coronel Sandro em Valadares



Avaliação de interlocutores é que aprovação da cassação tem maioria consolidada no Legislativo municipal

O que Mateus Simões diz a respeito de impasse sobre PEC da Segurança em MG Governo deseja a aprovação de mecanismo de revisão anual de salários dos agentes, mas esbarra em dissonância técnica Guilherme Peixoto Publicado 13/05/2026 12:32

 https://ofator.com.br/informacao/o-que-mateus-simoes-diz-a-respeito-de-impasse-sobre-pec-da-seguranca-em-mg/



 


 

 

O impasse em torno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre a recomposição anual dos salários dos servidores da Segurança Pública em Minas Gerais permanece. Nesta quarta-feira (13), o governador Mateus Simões (PSD) disse a O Fator que segue “confiante” na possibilidade de “ultrapassar qualquer obstáculo técnico na tramitação”. 


A reportagem apurou que está intacto, no comando da Assembleia Legislativa (ALMG), o entendimento de que o nó só será desatado por meio do envio de outra versão da PEC, assinada pelo Executivo.


A dissonância acontece pois a atual versão da proposta é subscrita por Câmaras Municipais de cidades mineiras. Para o presidente da ALMG, Tadeu Leite (MDB), há vício de iniciativa, visto que matérias atinentes ao regime remuneratório do funcionalismo são de competência exclusiva do governador do estado. 


Simões, por seu turno, acredita que as inconstitucionalidades podem ser sanadas no curso da tramitação, em processo que abarca a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e a Comissão Especial formada de tempos em tempos para analisar PECs.


“As equipes técnicas (do governo e da Assembleia) têm conversado. Eu estou confiante de que podemos ultrapassar qualquer obstáculo técnico na tramitação”, afirmou o pessedista, à reportagem.


Recomposição por meio de Lei Delegada

Protocolada em 2024, a PEC defende a edição de Lei Delegada anual para assegurar a revisão anual a policiais militares, bombeiros, policiais civis, agentes socioeducativos e policiais penais.


Embora a autoria formal da proposição seja das Câmaras Municipais, o articulador da questão foi o tenente-coronel da reserva Domingos Sávio de Mendonça, que em 2019 ganhou notoriedade por um áudio com ameaças ao então governador Romeu Zema (Novo).


Mendonça assina o texto de justificativa apensado à PEC. Segundo ele, a intenção é “assegurar, substancialmente, um direito de natureza constitucional, promover estabilidade nas relações entre os servidores públicos e o Estado, abolir a violência patrimonial e psicológica praticada pelo Estado em desfavor de seus servidores públicos”.


Precedente no STF

A percepção de Tadeu Leite sobre o vício de iniciativa encontra respaldo em decisões anteriores do Supremo Tribunal Federal (STF).


Em 2015, a Corte apontou vício de origem em uma lei estadual do Rio de Janeiro determinando a revisão automática de adicionais e gratificações de servidores em caso de aumento do salário-base. A regra foi formulada por iniciativa parlamentar. 


A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) que deu origem à decisão foi ajuizada pelo governo do RJ.


“A partir do momento em que o Supremo não declara – como deve, sob a minha óptica, fazê-lo – inconstitucional uma lei desde o nascedouro, estimula as casas legislativas do Brasil a editarem leis à margem da Carta Federal, para que, com a passagem do tempo, existam as “situações constituídas – e não são devidamente constituídas – que, posteriormente, venham a ser endossadas, muito embora no campo indireto, presente a modulação”, escreveu o relator, Marco Aurélio Mello

Pacheco sinaliza ao PT que não será candidato, mas terá nova conversa com Lula Senador mineiro se reuniu com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, na noite desta terça-feira (12) e fez a sinalização Ragazzi Publicado 13/05/2026 Lucas F 07:36


 https://ofator.com.br/informacao/pacheco-sinaliza-ao-pt-que-nao-sera-candidato-mas-tera-nova-conversa-com-lula/

Pesquisa Quaest: Lula lidera com 39%, e Zema tem 4% no 1º turno Cenário de primeiro turno tem 15% de indecisos e votos nulos. Os dados são de pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (13/5)

 


Pesquisa Quaest: Lula lidera com 39%, e Zema tem 4% no 1º turno

Cenário de primeiro turno tem 15% de indecisos e votos nulos. Os dados são de pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (13/5)



*Pesquisa Quaest: Lula lidera com 39%, e Zema tem 4% no 1º turno* https://www.em.com.br/politica/2026/05/7418473-pesquisa-quaest-lula-lidera-com-39-e-zema-tem-4-no-1-turno.html

“Na cara não chefe, pra não estragar o velório.” .

 “Na cara não chefe, pra não estragar o velório.” .



 Simões contava com os votos que imaginava conquistar com a expectativa em torno da PEC 300, mas o cenário político acabou tomando outro rumo.

Agora, a leitura é outra: a PEC deve ser sancionada, e a aposta passa a ser no cumprimento pelo próximo governo, especialmente no que diz respeito ao reajuste geral anual, que segue como promessa recorrente de execução futura.

terça-feira, 12 de maio de 2026

Luto

 


Nota de falecimento

Com profundo pesar, comunicamos o falecimento do Sargento Otávio Espírito Santo, bombeiro veterano, ocorrido em 12/05/2026.

Homem de honra, dedicou parte de sua vida ao serviço e à proteção da sociedade, deixando um legado de coragem, disciplina e compromisso com o próximo. Serviu por muitos anos no PA Vespasiano, onde construiu uma trajetória marcada pelo respeito e pela dedicação.

12/10/1959 – 12/05/2026

Velório: 13/05 às 13h
Rua Itaobim, 110-318 – Parque Jardim Soli
Pedro Leopoldo – MG

A família agradece as manifestações de solidariedade e apoio neste momento de despedida.

 Segundo informações divulgadas pelos perfis @avozdopovopatrocinio e @patosuai, o deputado federal Domingos Sávio, uma das principais lideranças do Partido Liberal em Minas Gerais, afirmou em entrevista nesta terça-feira que o partido deverá apoiar a pré-candidatura do senador Cleitinho Azevedo ao Governo de Minas Gerais nas eleições de 2026.


De acordo com Domingos Sávio, a tendência de apoio leva em consideração o desempenho de Cleitinho nas pesquisas de intenção de voto realizadas no estado, nas quais o senador aparece em posição competitiva na disputa pelo Palácio Tiradentes.


Durante a entrevista, o parlamentar também sinalizou que o PL não pretende caminhar politicamente ao lado de Mateus Simões, nome ligado ao atual governo estadual. A declaração reforça o distanciamento entre setores do partido e o grupo político atualmente no comando do Executivo mineiro.


O cenário evidencia a intensificação das articulações para a corrida eleitoral de 2026, enquanto lideranças partidárias seguem discutindo alianças e estratégias para os próximos meses. Segundo o perfil patosuai, a definição deverá ocorrer já no primeiro turno.

Dúvidas sobre as "novas unidades de Colegio Tiradentes"



Os Colégios Tiradentes da Polícia Militar de Minas Gerais integram oficialmente o Sistema de Ensino da PMMG, instituído pela Lei Estadual nº 20.010, de 5 de janeiro de 2012.

Segundo a legislação, os CTPMs têm como objetivo preparar os alunos para o ingresso no ensino superior e incentivar o interesse pela carreira militar, por meio de um ensino pautado na ética, disciplina, cidadania, moral e respeito às normas.

Atualmente, Minas Gerais possui 27 unidades do Colégio Tiradentes distribuídas entre a capital e o interior do estado. Todas integram oficialmente o Sistema de Ensino da Polícia Militar, possuem legislação própria, diretrizes específicas e gestão vinculada à PMMG, por meio da Diretoria de Educação Escolar e Assistência Social (DEEAS).

A própria Lei nº 20.010/2012 deixa claro que:

os Colégios Tiradentes fazem parte do Sistema de Ensino da PMMG;

são unidades autônomas instituídas por ato do Comandante-Geral da Polícia Militar;

possuem regime disciplinar compatível com a preparação para a carreira militar;

seguem estrutura administrativa, pedagógica e normativa própria da corporação.

O artigo 6º da lei é direto ao afirmar:

“Os CTPMs são unidades autônomas entre si, instituídas por ato do Comandante-Geral da Polícia Militar.”

Além disso, a legislação determina prioridade de vagas para: I – dependentes de militares da PMMG; II – dependentes de servidores vinculados às carreiras da corporação; III – demais candidatos aprovados nos critérios de seleção.

Diante disso, surgem questionamentos legítimos sobre as novas escolas anunciadas pelo Governo de Minas utilizando o nome “Tiradentes”.

Essas unidades serão realmente Colégios Tiradentes da PMMG, nos mesmos moldes previstos em lei? Serão oficialmente integradas ao Sistema de Ensino da Polícia Militar? Haverá ato formal do Comandante-Geral instituindo essas unidades? Seguirão o mesmo regime jurídico, administrativo, pedagógico e disciplinar dos atuais CTPMs?

Até o momento, diversas associações de classe, parlamentares e representantes políticos foram procurados para discutir o tema. Porém, publicamente, apenas as deputadas estaduais Beatriz Cerqueira e Lohanna se manifestaram sobre o assunto.

A discussão não é sobre ser contra ou favor da expansão educacional. O debate é sobre transparência, legalidade e clareza quanto ao uso do nome “Colégio Tiradentes”, que possui previsão legal específica dentro da estrutura da Polícia Militar de Minas Gerais.

A sociedade, os militares, os profissionais da educação, os pais e os alunos têm o direito de saber se essas novas unidades terão o mesmo padrão, as mesmas regras e o mesmo enquadramento legal dos tradicionais Colégios Tiradentes da PMMG.

Dois suspeitos morrem a


pós troca de tiros com a PM na Grande BH

Flávio Bolsonaro x Vorcaro

 As info rmações divulgadas até o momento sobre o financiamento do filme “Dark Horse”, baseado na trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro...