sexta-feira, 8 de maio de 2026

AJUDE UMA IRMÃ DE FARDA

 


A Cabo da PMMG, Flaviana, enfrenta uma dura batalha contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Em razão do avanço da doença, precisou se aposentar, mas segue lutando diariamente com coragem e fé.


Agora, ela está realizando mais uma rifa solidária para ajudar no tratamento e nos cuidados necessários.


Quem puder colaborar ou conhecer mais sobre sua história, pode acompanhar pela página no Instagram: @flaeaela.


Que a família militar, mais uma vez, demonstre sua união e solidariedade. Toda ajuda faz diferença.


https://www.rifapersonalizada.com.br/ajude-a-flaviana-no-tratamento-da-esclerose-lateral-amiotrofica-qVFcAE?utm_source=ig&utm_medium=social&utm_content=link_in_bio&fbclid=PAb21jcARrH5pleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZA81NjcwNjczNDMzNTI0MjcAAafKV3g-XnQmIF-99XpskECl17tQ-LDjHZQON1RXM1j98YCBcZ3jfCpUbk3QeQ_aem_IZvIUmgM4Fy8TNtabE2dyg

 


O policial militar de 33 anos que matou o próprio pai durante uma discussão familiar em Lavras, no Sul de Minas Gerais, foi liberado após prestar depoimento à Polícia Civil.


A informação foi confirmada após a análise inicial da ocorrência registrada na madrugada de segunda-feira, dia 4 de maio de 2026.


O caso aconteceu dentro de uma residência no bairro Vila São Sebastião e causou forte repercussão na cidade.


A vítima foi Joaquim Ribeiro Pinto Júnior, de 55 anos, policial militar da reserva.


Inicialmente, o filho chegou a ser conduzido à delegacia como suspeito do homicídio. Porém, a prisão em flagrante não foi mantida após os primeiros depoimentos e a análise das circunstâncias do caso.


Segundo o relato apresentado pelo policial, tudo começou quando ele foi até a casa dos pais e encontrou o pai embriagado, ameaçando a esposa com uma arma de fogo.


A filha dele, uma menina de apenas 5 anos, também estava na residência sob os cuidados da avó.


O policial afirmou que tentou retirar a mãe e a filha da situação de risco, levando as duas para um dos quartos da casa.


Mas, ainda conforme o depoimento, Joaquim teria efetuado disparos em direção ao cômodo onde elas estavam escondidas.


A perícia confirmou que havia marcas de tiros na parede e em um televisor próximo do local.


O filho relatou ainda que pediu diversas vezes para o pai largar a arma, mas que, em determinado momento, Joaquim teria apontado o revólver na direção dele.


Foi então que ele reagiu e efetuou os disparos.


Após o ocorrido, o próprio policial acionou a PM e o Samu. Quando as equipes chegaram ao local, Joaquim já estava morto dentro da residência.


Durante depoimento, a esposa da vítima confirmou a versão apresentada pelo filho e relatou anos de agressividade e violência doméstica dentro de casa.


Segundo a Polícia Militar, também existiam registros anteriores envolvendo violência familiar na residência.


Moradores da região afirmaram que as brigas no imóvel eram frequentes.


Mesmo liberado, o policial segue sendo investigado pela Polícia Civil, que ainda vai apurar a hipótese de legítima defesa ou excesso na reação.

Roscoe: Cleitinho tem dificuldades para levar candidatura até o fim e pode ver carreira política acabar se governo for mal


Roscoe: Cleitinho tem dificuldades para levar candidatura até o fim e pode ver carreira política acabar se governo for mal

Presidente licenciado da Fiemg concedeu entrevista exclusiva a O Fator e repercutiu o cenário ainda incerto do PL na disputa em MG
Flávio Roscoe de terno preto e gravata rosa
Flávio Roscoe, pré-candidato ao governo pelo PL. Foto: reprodução/Facebook.

O presidente licenciado da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe (PL), afirmou que o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), cotado para disputar o governo de Minas Gerais, “tem algumas dificuldades para levar a candidatura até o fim”. O empresário, também considerado para concorrer ao Palácio Tiradentes, avalia que Cleitinho “tem um perfil mais legislativo”. 

“Não cabe a mim julgar. Eu estou na disputa, então fica chato. Coloquei meu nome para somar e poder contribuir com o projeto do PL. Sempre achei que o Cleitinho tem algumas dificuldades para levar a candidatura até o fim. O perfil do Cleitinho, na minha leitura, é um perfil mais legislativo. Qual o risco para o Cleitinho levar a candidatura até o fim? É ele ganhar. Se ele ganhar, dependendo do resultado (da eventual gestão), a carreira política dele pode acabar neste próximo mandato”, analisou, em entrevista exclusiva a O Fator. 

Roscoe também disse que o desafio de administrar Minas Gerais “é muito grande” para qualquer candidato. No entanto, ressaltou a necessidade de que o novo governador seja capaz de dialogar em diferentes frentes. 

“Cleitinho faz política, mas uma política de lobo solitário, na mídia social, etc. Qual a diferença do meu perfil? Eu tenho experiência tanto na vida política, porque eu faço política (tanto)  na presidência da Fiemg, quanto na gestão. Eu faço política de articulação, que é o papel do governador”, analisou.

Questionado pela reportagem se poderia ser vice em alguma chapa, Roscoe confirmou essa possibilidade, mas rejeitou ter qualquer preferência entre Cleitinho e o atual governador Mateus Simões (PSD), outro nome cotado para uma eventual composição do PL em Minas. No entanto, se coloca como o pré-candidato mais próximo de dar continuidade ao trabalho de Romeu Zema (Novo).

“Eu acho o meu perfil mais alinhado ao Zema do que o dos outros candidatos. Mas, algumas coisas eu também faria diferente. Por isso, dei várias contribuições que o (ex-)governador ouviu, e outras não. Não posso dizer que eu concordo 100% com o que foi feito, inclusive acho que pode ser feito mais. Por isso, coloquei meu nome”, disse. 

A avaliação sobre Medioli

Integrantes do PL também apontam o ex-prefeito de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, Vittorio Medioli, como alguém capaz de liderar eventual voo solo do partido.

Sobre ele, Flávio Roscoe disse que se trata de “um bom nome”, mas adiantou que a escolha de um eventual vice em sua chapa seria feita pela legenda, e não por gosto pessoal próprio.

“Inclusive, eu acho que esse vice tenderia a ser muito mais alguém de outro partido do que alguém de dentro do próprio PL”, vislumbrou. 

Como mostrou O Fator nesta sexta, o núcleo duro do partido se reúne na terça-feira (12), em Brasília, para avançar nas discussões sobre o cenário mineiro. Além de Roscoe, o encontro contará com as presenças dos senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Rogério Marinho (PL-RN); dos deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG), Domingos Sávio (PL-MG) e Zé Vitor (PL-MG); e do presidente da executiva nacional da legenda, Valdemar Costa Neto.

Avanços na indústria

Flávio Roscoe também avaliou o trabalho que conduziu na Fiemg nos últimos anos, após uma sequência de fatos relevantes que mexeram com a economia, como a pandemia, as guerras e a crise com os Estados Unidos. 

“Apesar de todos os desafios, pra mim, ficou muito claro que tivemos um vento positivo de transformação durante o governo do ex-presidente (Jair) Bolsonaro (PL). Isso se juntou com uma mudança positiva aqui em Minas também (a saída de Fernando Pimentel, do PT, e a eleição de Romeu Zema). […] Com a entrada do governo Lula (PT), a gente viu um vento na direção oposta, com muito mais regulação”, avaliou. 

Segundo o presidente licenciado da Fiemg, as normas regulatórias colocadas pela atual gestão federal já representam impactos para a indústria mineira. 

“Só no custo regulatório, o governo Lula adicionou R$ 160 bilhões por ano. Não é tributo. É custo regulatório adicional, que está no preço de tudo e na competitividade. […] A sociedade acha que o problema (da inflação) é industrial, mas não é. Está indo para o preço do produto. Uma medida que parece ser positiva, muitas vezes, é você (consumidor) que vai pagar”, protestou. 

Roscoe também voltou a se posicionar contra o fim da escala 6×1, em debate no Congresso Nacional a partir de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) e de um projeto de lei em tramitação. 

“Quarenta milhões de brasileiros têm carteira assinada. Não tivemos aumento de produtividade. Vão reduzir a jornada? Ótimo. Tudo vai custar mais caro. Se o custo das pessoas ficou mais caro, o produto acompanha”, falou.

Investimentos em tecnologia

Pensando em uma eventual eleição para o Palácio Tiradentes, Roscoe apresentou como proposta um maior investimento em tecnologia. Na área da segurança, defendeu a criação de programa para instalar câmeras de reconhecimento facial em todo o estado, com objetivo de cumprir mandados de prisão em aberto e detectar flagrantes. 

“Todo mundo tem carteira de habilitação, até o bandido tem. O cadastro, o banco de dados, já existe. Está feito. São 50 mil câmeras, que vão custar cerca de R$ 100 milhões. Se você colocar esses equipamentos em locais estratégicos, você vai saber onde o cara está. Até o bandido tem rotina. Ninguém consegue fazer tudo diferente todos os dias”, explicou. 

O empresário também defendeu um maior uso da tecnologia nas escolas. “Foi o que a gente fez no Sesi. Os resultados estão aí. É a melhor escola de baixa renda do país. Dá para fazer. Estamos num mundo tecnológico. O que o estado está fazendo? Não é o de Minas Gerais somente (que tem essa dificuldade). É via de regra”.

Disputa pelo senado

 Na disputa pelo Senado, Aécio Neves (PSDB) aparece à frente, com 27% da preferência do eleitorado. Em seguida estão Marília Campos (PT), com 26%; Carlos Viana (PSD), com 22%; Domingos Sávio (PL), com 10%; Áurea Carolina (PSOL), com 8%; e Marcelo Aro (PP), com 7%.


Os indecisos somam 39%.


A pesquisa Doxa ouviu 1.500 pessoas com mais de 16 anos entre os dias 1º e 3 de maio. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi registrado sob o número MG-02991/2026.


 


O senador Cleitinho (Republicanos) lidera a disputa pelo Governo de Minas com 28% das intenções de voto, segundo pesquisa Doxa divulgada nesta sexta-feira (8).

O ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), aparece em segundo lugar, com 21%.

Na sequência estão Mateus Simões (PSD), com 7%, e Rodrigo Pacheco (PSB), com 6%.

Empatados, Gabriel Azevedo (MDB) e Nikolas Ferreira, citado como “Bem Mendes” na publicação, aparecem com 3%. Fechando a lista do voto estimulado está Flávio Roscoe (PL), com 1%.

Brancos e nulos somam 16%, enquanto 15% disseram não saber em quem votar.


A pesquisa Doxa ouviu 1.500 pessoas com mais de 16 anos entre os dias 1º e 3 de maio. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi registrado sob o número MG-02991/2026.

Codont

 


FILA DE ESPERA – 1ª CONSULTA

É necessário apresentar encaminhamento de um dentista (NAIS, conveniado ou particular).

Com o encaminhamento em mãos: • Tire uma foto do documento; • Envie juntamente com o número da sua carteirinha para o WhatsApp: (31) 98478-8482; • Solicite a inclusão na fila de espera.

Devido à alta demanda no WhatsApp, as respostas podem levar alguns dias. Aguarde o retorno.

Importante: Solicite o número de protocolo. Somente com ele é garantida a inclusão na fila.

Salve nossos contatos: (31) 3307-0472 (31) 3307-0489

Com os contatos salvos, as chamadas não aparecerão como spam.

Idosos acima de 80 anos: solicitem apoio nos guichês.

SAC / CODONT Centro Odontológico “Sua saúde, nossa missão!”

PMMG

STF publica acórdão que limita penduricalhos e barra novos benefícios no Judiciário e MP

 


STF publica acórdão que limita penduricalhos e barra novos benefícios no Judiciário e MP


Leia: https://www.metropoles.com/colunas/manoela-alcantara/stf-penduricalhos-judiciario-acordao



 


Nem STF, nem TCU, o dilema de Pacheco é Minas

Entre refregas e alianças, Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), têm interesses em comum https://www.em.com.br/colunistas/bertha-maakaroun/2026/05/7412189-nem-stf-nem-tcu-o-dilema-de-pacheco-e-minas.html

Nome de Flávio Roscoe ganha força dentro do PL

 


Nome de Flávio Roscoe ganha força dentro do PL

No PL há hoje duas correntes políticas majoritárias que sustentam, de um lado a candidatura própria e, do outro, o apoio a Cleitinho https://www.em.com.br/colunistas/bertha-maakaroun/2026/05/7413073-nome-de-flavio-roscoe-ganha-forca-dentro-do-pl.html

 


Bastidores das eleições 2026 em MG

por


Luiz Tito

Publicado em 05/05/2026

às 20:25


Alguns fatos estão encucando os observadores da cena política em Minas, nesses tempos de eleições. Por exemplo: por onde anda o deputado estadual Bruno Engler, que foi candidato a prefeito por BH em 2024, pelo PL, partido ao qual ainda se encontra filiado, mas que dele, Bruno, não se lembrou como um nome para um cargo majoritário nessas próximas eleições?


Teria sido em razão de algum rompimento com Nikolas Ferreira, a grande estrela da legenda, em Minas e até mesmo no país? Engler teve uma votação para muitos surpreendente na disputa da prefeitura de BH, mas esse patrimônio, ao que se sente, não foi nem de longe considerado. Vai saber…


https://colunaluiztito.com.br

 

Tem que cutucar

por

A representação feita na Polícia Federal pelo deputado Rogério Correia, juntamente com a deputada estadual Beatriz Cerqueira, sobre a escandalosa compra de livros feita na gestão do ex-secretário de Estado da Educação de MG, Rossieli Soares, tem que ser cutucada para ser priorizada a sua investigação, pela PF e pelo Tribunal de Contas de MG.

Estão envolvidos valores que superam R$ 348 milhões, gastos com livros de discutível qualidade e sem certificada ou planejada utilidade na educação dos alunos das escolas mineiras.

Alguns professores e pedagogos que conhecem bem as demandas escolares e a situação das escolas, dos professores e o dia a dia vivido pelas nossas crianças, classificam a compra como uma irresponsabilidade de quem a autorizou.

Isso não pode virar pizza

Nota de falecimento

 


NOTA DE FALECIMENTO

É com profundo pesar que comunicamos o falecimento do n° 042908-4, CAP OTÁVIO LUIZ DE CARVALHO, veterano da 2ª RPM, que trabalhou em Governador Valadares.

O velório será realizado hoje (08/05/2026), a partir das 12h, no Jardins Cemitério Parque, em Betim.

O sepultamento ocorrerá às 17h, no mesmo local.

Que Deus conforte o coração de familiares e amigos neste momento de dor.

Na conta...Que Deus abençoe cada centavo do seu salário, fruto do seu esforço, dedicação e trabalho. Que nunca falte sustento, paz, saúde e sabedoria para administrar tudo com dignidade e tranquilidade. Que o pouco se multiplique, o necessário nunca falte e a prosperidade alcance sua vida e sua família.


 Na conta...Que Deus abençoe cada centavo do seu salário, fruto do seu esforço, dedicação e trabalho. Que nunca falte sustento, paz, saúde e sabedoria para administrar tudo com dignidade e tranquilidade. Que o pouco se multiplique, o necessário nunca falte e a prosperidade alcance sua vida e sua família.


 Não deixemos a política destruir nossas amizades.

Opiniões diferentes sempre vão existir, e isso faz parte da vida. Nenhum partido, candidato ou ideologia deveria valer mais do que o carinho, o respeito e a história construída entre pessoas que se gostam de verdade.

A política passa, as eleições passam, mas as amizades sinceras permanecem. É possível discordar sem atacar, debater sem humilhar e pensar diferente sem transformar o outro em inimigo.

No fim das contas, somos todos humanos, com medos, sonhos, dificuldades e desejos parecidos. Que nunca falte maturidade para ouvir, empatia para compreender e amor para preservar quem caminha ao nosso lado.

Amizade de verdade precisa ser maior que qualquer disputa política.


Renata Pimenta

quinta-feira, 7 de maio de 2026

 


O senador Rodrigo Pacheco reagiu às movimentações de possíveis adversários na disputa pelo Governo de Minas Gerais em 2026 e afirmou que vê com naturalidade o aumento da concorrência no cenário político estadual. Sem citar nomes diretamente, Pacheco destacou que a democracia é construída com diálogo e participação de diferentes forças políticas, mas reforçou que seu grupo trabalha com “seriedade, equilíbrio e responsabilidade”.

Nos bastidores, aliados avaliam que o senador busca consolidar sua imagem como nome de centro capaz de unir diferentes setores políticos em Minas. A fala ocorre em meio ao avanço de pré-candidaturas e articulações de lideranças da direita e da esquerda no estado.

Pacheco também sinalizou que qualquer definição sobre uma eventual candidatura será tomada “no momento certo”, priorizando, segundo ele, os interesses de Minas Gerais e a construção de um projeto consistente para o estado.

 


A OAB-MG ajuizou uma ação civil pública contra o sistema de “Plantão Digital” da Polícia Civil de Minas Gerais. A entidade alega que o modelo estaria violando prerrogativas da advocacia, comprometendo o direito de defesa e ferindo garantias constitucionais de pessoas presas em flagrante.

Segundo o presidente da OAB-MG, Gustavo Chalfun, houve tentativas de diálogo com o Governo de Minas e com a Polícia Civil antes da judicialização, mas, diante da continuidade dos problemas relatados por advogados, a entidade decidiu recorrer à Justiça.

Entre as principais críticas está a dificuldade de acesso dos advogados aos procedimentos de flagrante, além de atrasos na lavratura dos autos e prejuízos ao acompanhamento da defesa. A OAB também aponta relatos de presos aguardando por longos períodos em condições inadequadas enquanto os procedimentos são realizados remotamente.

Por outro lado, a Polícia Civil afirma que o Plantão Digital trouxe modernização ao sistema, reduziu deslocamentos entre cidades e aumentou a agilidade nos registros e oitivas realizadas por videoconferência. O modelo funciona de forma contínua em Minas Gerais com equipes remotas responsáveis pela formalização dos procedimentos.

A Justiça Federal já determinou a citação do Estado de Minas Gerais para prestar esclarecimentos antes de analisar o pedido de urgência apresentado pela OAB-MG.

Os adversários vão agradecer

 Os adversários vão agradecer

por




Luiz Tito

Publicado em 07/05/2026

às 21:45


Agradecer, muito e penhoradamente. O presidente do PL em Minas, deputado Domingos Sávio, está recomendando o nome do ex-governador Romeu Zema para compor a chapa do candidato a presidente da República, Flávio Bolsonaro, nas próximas eleições.


Estes mesmos adversários pedem, contudo, que essa escolha se atrase um pouco para que Zema tenha mais tempo para completar seu repertório de propostas para governar o país, especialmente nas questões de interesse social.


É impressionante a capacidade que o ex-governador tem de produzir asneiras. Daria um livro. Vamos aguardar por essa sua nova jornada de “trabalho”, já nomeada “ZEMA 26”

O militar baixado em serviçoEfetivo operacional é importante. Mas a dignidade do militar adoecido também precisa ser prioridade :



A discussão sobre movimentação de militares com restrições médicas envolve não apenas o interesse individual, mas também a necessidade de manutenção da operacionalidade das unidades.

Segundo o entendimento apresentado, o comandante da unidade possui discricionariedade administrativa para avaliar a viabilidade da movimentação, considerando a necessidade de efetivo apto ao serviço operacional. Isso porque determinadas unidades dependem de um número mínimo de militares aptos a atuar diretamente nas escalas e ocorrências.

O argumento utilizado é que, em alguns casos, a transferência de um militar com limitação para atividade operacional pode gerar desequilíbrio na unidade de destino, especialmente quando já existem outros militares afastados do serviço operacional atuando em funções administrativas.

Outro ponto destacado é que o comandante tem o dever legal de garantir o funcionamento da unidade, promovendo a adequada gestão administrativa e operacional do efetivo. Embora a legislação não detalhe expressamente critérios objetivos sobre o limite de militares afastados do operacional em cada unidade, a interpretação é de que essa responsabilidade decorre das atribuições de comando previstas na legislação militar.

Também são considerados fatores técnicos e operacionais específicos, como a necessidade de motoristas credenciados para viaturas, composição mínima das guarnições e distribuição equilibrada do efetivo. Assim, a decisão sobre movimentação funcional acaba sendo fundamentada, muitas vezes, na conveniência e oportunidade administrativa, dentro da discricionariedade atribuída ao comandante da unidade.

Entretanto, outro ponto que precisa ser considerado é que nenhum militar escolhe adoecer. O afastamento do serviço operacional ocorre justamente em razão de problemas de saúde reconhecidos oficialmente, muitas vezes decorrentes de anos de dedicação, desgaste físico e emocional da própria atividade militar.

O militar baixado não deixa de ser profissional, comprometido ou útil à instituição. Em muitos casos, continua desempenhando funções administrativas essenciais para o funcionamento da unidade.

Dessa forma, a discussão não deveria tratar o militar doente como um problema administrativo, mas buscar equilíbrio entre a necessidade operacional da instituição e o respeito à dignidade, à saúde e aos direitos de quem dedicou anos ao serviço público e hoje enfrenta limitações médicas involuntárias.

Renata Pimenta 

MG: projeto aprovado alivia cobrança sobre militares doentes. Entenda Militares diagnosticados com doenças graves e incapacitantes poderão ficar isentos da contribuição previdenciária ao IPSM em Minas

 


Belo Horizonte — Militares inativos de Minas Gerais diagnosticados com doenças graves e incapacitantes poderão ficar isentos da contribuição previdenciária ao Instituto de Previdência dos Servidores Militares (IPSM). A medida foi aprovada em definitivo pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) nessa quarta-feira (6/5) e agora aguarda sanção do governador Mateus Simões (PSD).

O Projeto de Lei nº 5.302, de 2026, de autoria do ex-governador Romeu Zema (Novo), beneficia militares da reserva, reformados e pensionistas acometidos por 17 doenças consideradas incapacitantes.

Entre elas estão:

câncer;

esclerose múltipla;

doença de Parkinson;

cardiopatia grave;

cegueira;

hanseníase;

tuberculose ativa;

paralisia irreversível.

A proposta foi aprovada após alterações feitas durante a tramitação em segundo turno. O texto final incorpora mudanças relacionadas aos critérios para concessão do benefício e aos mecanismos de recurso administrativo.

Como vai funcionar a isenção

Pelo texto aprovado, a isenção será limitada à parcela do benefício que não ultrapassar duas vezes o teto do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), atualmente em torno de R$ 8,4 mil.

Na prática, o militar inativo ou pensionista deixará de contribuir sobre a faixa dentro desse limite. Caso o valor recebido ultrapasse esse teto, a cobrança previdenciária ocorrerá apenas sobre o excedente.

O benefício poderá ser concedido mesmo que a doença incapacitante seja diagnosticada após a ida do militar para a reserva, reforma ou após a criação da pensão.

Para obter a isenção, será necessário apresentar um requerimento acompanhado de laudo médico elaborado ou homologado por oficial da rede de saúde das Instituições Militares Estaduais (IMES).

Direito a recurso

Uma das mudanças incluídas no segundo turno garante ao beneficiário o direito de recorrer administrativamente em caso de negativa do pedido. Segundo o texto, o militar terá prazo de 60 dias, contados da publicação ou da ciência formal do indeferimento, para apresentar recurso.

Além disso, quem já tiver obtido a isenção antes da publicação da nova lei não precisará devolver valores anteriormente dispensados.

O texto aprovado também prevê que eventuais déficits financeiros provocados pela medida serão cobertos pelo Tesouro Estadual.

Outra alteração determina que o Poder Executivo adote medidas para preservar o equilíbrio econômico-financeiro do IPSM diante da redução na arrecadação previdenciária.

Após a aprovação pela ALMG, o governador Mateus Simões comemorou a medida nas redes sociais e afirmou que militares que arriscam a vida pela segurança pública merecem apoio do Estado quando mais precisam.



Uma nova rodada da pesquisa Genial/Quaest reforçou o peso de Minas Gerais como possível estado decisivo da eleição presidencial de 2026. No levantamento divulgado nesta quarta-feira, 6, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno no estado, mas ainda em empate técnico dentro da margem de erro.

Segundo os dados, Lula registra 39% das intenções de voto entre os mineiros, contra 36% de Flávio Bolsonaro. Como a margem de erro é de três pontos percentuais, o cenário é considerado tecnicamente empatado.

O resultado ganhou relevância política porque Minas Gerais é tradicionalmente visto como o estado decisivo das eleições presidenciais brasileiras. Desde a redemocratização, todos os candidatos eleitos presidente venceram também no estado.

Por que Minas Gerais é considerado decisivo? Além de ser o segundo maior colégio eleitoral do país, Minas historicamente funciona como um retrato do equilíbrio nacional. O estado reúne regiões economicamente e culturalmente distintas, com eleitorado distribuído entre áreas urbanas, industriais, rurais e cidades médias, refletindo tendências observadas nacionalmente.

Desde 1989, nenhum presidente eleito perdeu a disputa em Minas Gerais.

O levantamento da Genial/Quaest ouviu 11.646 eleitores em 562 municípios entre os dias 21 e 28 de abril. A pesquisa avaliou dez dos maiores colégios eleitorais do país e identificou um cenário regionalizado: Lula lidera nos principais estados do Norte e Nordeste, enquanto Flávio Bolsonaro aparece à frente em parte do Sul e Sudeste.

Minas Gerais surge, novamente, como o território mais equilibrado da disputa presidencial de 2026.



https://veja.abril.com.br/politica/lula-x-flavio-o-resultado-de-nova-pesquisa-no-estado-que-costuma-decidir-o-presidente/

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Humrum

 



Agora Matheus Simões tenta vestir a camisa de “pai” da isenção previdenciária para portadores de doenças graves e ainda distribui agradecimentos aos deputados. Mas vale lembrar: isso não é favor político, nem conquista pessoal de governo. É apenas uma medida de justiça — tardia, inclusive — para quem já enfrenta batalhas duríssimas na vida.

A isenção previdenciária para doenças incapacitantes foi aprovada em segundo turno e aguarda sanção do governador.

 


 


Com profundo pesar, registramos o falecimento do Major Veterano Walter Felizberto, que deixa um importante legado na Polícia Militar de Minas Gerais. Sua trajetória foi marcada por dedicação, honra e compromisso com a segurança pública e com a sociedade mineira.

Neste momento de dor, ficam o respeito, a gratidão e as lembranças de um profissional que honrou a farda e contribuiu de forma significativa para a instituição. Nossos sentimentos aos familiares, amigos e irmãos de farda.

 


Mais uma vitória daquilo que é justo! 

Transferência de militar sem fundamentação administrativa idônea não é obediente à norma constitucional vigente, impondo revisão judicial do ato!

Fortes marchemos!!!


Dr Vinicius Ganzaroli de Ávila

AJUDE UMA IRMÃ DE FARDA

  A Cabo da PMMG, Flaviana, enfrenta uma dura batalha contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Em razão do avanço da doença, precisou s...